Archive for January, 2010

Error 5.7.1 no Merak Mail Server – erro ao tentar enviar uma mensagem (try send message)

Thursday, January 28th, 2010

Bem, o erro 5.7.1 pode significar uma chuva de coisas, mas com uma simples ajuda, ou melhor, com uma simples dica este erro pode parar.

Isto normalmente ocorre por causa do RELAY que está em off (por padrão) após instalado.

O Ajax destes mailserver (o webmail em ajax) é muito bonito (mesmo). (parece que os caras são fanáticos por ext-js)

Ok, acesse o Merak (no gestor administrativo dele) e procure pelo Menu SECURITY, neste menu, procure pelo item Allow RELAY.

Isto deve resolver, caso não resolva procure por DENY SMTP EHLO, se estiver marcado, desmarque.

Caso não resolva, em última instância desabilite o suporte por SSL/TLS.

Bugs estão por toda parte e isto faz parte do panelão.

Abraços.

Localização do PHP.INI em um servidor IIS com painel de controle parallels plesk windows

Thursday, January 28th, 2010

Opa galera, mantendo o rítimo de posts em alta, vamos lá.

Hoje me surgiu uma dúvida simples:

Aonde fica localizado o danado do php.ini em um windows server com painel de controle plesk?

Simples :P

C:\Program Files\Parallels\Plesk\Additional\PleskPHP5\php.ini

Gestor de smart trabalha de maneira eficiente no Ubnutu Karmic e revela problemas antes que ocorram

Saturday, January 23rd, 2010

Uma das coisas que mais gosto no Ubuntu é a sua facilidade de uso e principalmente a forma eficaz que ele gerencia o sistema em si. Estive com um notebook “aposentado” por 4 meses devido a falta do drive de cd-rom (na realidade já não lê nada… rsrsrs). Esperei um bom tempo afim de que uma manutenção fosse realizada (substituição, na realidade era isso) e não consegui achar o bendito drive com preço acessível.

Pensei comigo o que iria fazer, quer fosse um servidor PXE para instalar alguma coisa, quer fosse pegar um drive emprestado (gaveta externa de cd-rom ou cd-rom externo), e nada disso me veio a cabeça.

Pensei em algo mais simples e cheguei a conclusão que instalar o Ubuntu via USB seria a coisa mais simples e amigável do mundo (foi, sem contar a altíssima velocidade, em ver um Celeron 1.5 com 1gb de ram instalado em 12 minutos é de surpreender qualquer peixão).

Após instalar meu bombástico S.O. acabei percebendo que a “aposentadoria” não fez muito bem para o Tux, o smart relatou problemas (coisa que NUNCA iria imaginar, principalmente homem que só vai ao médico quando já está morrendo com dores).

Ao terminar meu upgrade de versão para o Karmic Koala eu startei o S.O. com euforia e ao me deparar com o desktop recebi a notícia de que o disco não estava indo muito bem, por fim, compreendi que apesar da notícia ruim, meu Ubuntu foi mais que um amigo em me avisar o que poderia ocorrer “na calada da noite”!

Segue screenshot:

Este é um sistema amigo, rsrsrs, avisa tudo (mesmo que possa causar uma dorzinha no coração).

Abraços galera!

Upgrade muito rápida no Ubuntu indo em busca do Karmic :D

Saturday, January 23rd, 2010

Bom, muitas pessoas já sabem que sou um adimirador do Ubuntu, principalmente pela sua facilidade de uso (estou postando por ele). Uma coisa muito interessante foi a velocidade que consegui com minha internet no momento de acessar os repositórios da Cannonical (não foi usando apt-get via console, mas a gestão de pacotes foi muito semelhante). Perceba na foto abaixo que meus 4 mega de link funcionaram com muito louvor:

up ubuntu

up ubuntu

Na menos que 458kbps! (chegando a 478kbps).

Obs: Estava na 8.04 e fui subindo, agora estou na Karmic e meu próximo post vai falar um pouco sobre a simplicidade do desktop e praticidade do “negócio”.

Abraços galera!

Registrohost.com e Registrar.br.com

Monday, January 18th, 2010

Nos últimos dois meses, milhares de brasileiros têm recebido boletos da empresa Registrar.br.com. Esta empresa picareta envia boletos a donos de domínios .com.br, na tentativa de induzir as pessoas ao erro.

Esses boletos, sendo muito parecidos com os do Registro.br, fazem as pessoas pensarem que se trata da cobrança anual do seu domínio. Com medo de perder o domínio, as pessoas pagam o boleto.

Ou, em outras palavras, são roubadas.

Escrevi um post chamado Registrar.br.com – Golpe do boleto, onde explico este golpe com grande riqueza de detalhes (o que me garantiu até algumas ameaças). Quem não leu, vale a pena conferir.

Leia mais em: http://gustavo.cardial.com.br/registrohost-com-dissecando-mafia-boletos/

Como instalar sistemas operacionais remotamente pelo Windows 2003 Server

Friday, January 15th, 2010

AP754 – RIS – Serviços de Instalação Remota

Autor: Hélio Galvão
Publicação: 18/Agosto/2006

Overview

Em grandes redes corporativas, instalar sistemas operacionais nas estações pode ser um processo lento e trabalhoso. Pensando na questão da automação, da padronização e também da centralização de informações, a Microsoft desenvolveu o RIS, encontrado em algumas versões do Windows Server.

O RIS (lê-se “rís”) é uma ótima ferramenta administrativa, que de uma forma resumida, armazena a imagem* de um determinado sistema operacional e permite que clientes conectados através da rede instalem este sistema sem a necessidade de CD’s e/ou disquetes**.

Irei abordar neste artigo a instalação do Windows XP Professional com base em um Servidor Windows 2003 Standard Edition, no modo de idioma nativo (português) e em modo “multi-language”, para os casos em que o idioma do servidor for diferente do cliente (e vice-versa).

Ex.: Windows Server 2003 em inglês e Windows XP Pro em português.

*Na verdade, quando falamos imagem, pensamos em um arquivo como o gerado pelo Norton Ghost©, porém neste caso, a “imagem” nada mais é que o CD de instalação do sistema operacional alocado em um diretório definido pelo usuário.

**O disquete será necessário em um caso específico que abordaremos adiante.




Solução

:: Itens necessários para utilização do RIS ::

-Servidor Windows com Active Directory® e zona integrada* ao AD;
(o servidor pode ser controlador de domínio ou membro dele)
-Servidor DHCP ativo e autorizado;
-Espaço em disco no servidor para armazenarmos os arquivos do Windows XP;
-CD de instalação do Windows XP Professional;
-CD de instalação do Windows 2003 Std. Edition;
-CD de instalação do Windows 2000 Professional (opcional);
-Cliente com placa de rede (NIC) que suporte o recurso PXE ou placa de rede com suporte** ao disquete de inicialização do RIS;

*Muitos tutoriais e artigos não informam, mas a zona DNS deve ser preferencialmente integrada ao AD. No Windows Server 2003, ao elegermos um DC, a zona criada fica integrada ao AD, por padrão.

*Confira a lista de adaptadores de rede compatíveis com o disquete de inicialização do RIS mais adiante neste tutorial.

PXE = Pre-Boot Execution Environment

Acesse o link: http://en.wikipedia.org/wiki/Preboot_Execution_Environment e obtenha maiores informações sobre PXE.

:: Sistemas operacionais suportados para se efetuar a instalação remota ::

-Windows XP Professional;
-Windows Server 2003, Standard, Enterprise x32 e x64, e Web Editon;
-Windows 2000 Professional, Server e Advanced Server.

Info: Os dados acima foram retirados do site da Microsoft.

Nota: Recomendo para testes o VMWARE, pois sua interface de rede suporta o PXE.

:: Iniciando o Trabalho ::

Acesse a ferramenta “Adicionar ou Remover Programas” no Painel de Controle do Windows 2003. Clique em “Adicionar ou Remover Componentes do Windows”. Ao abrir a lista, procure pelo item “Serviços de Instalação Remota” e instale-o. O CD do Windows Server será solicitado para finalização desta tarefa.

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Ponto-Chave: Verifique se o servidor DHCP está OK, bem como DNS, pois são cruciais para que o cliente encontre os serviços na rede.

Recomendo reiniciar o servidor após instalar o RIS. Em alguns testes, o serviço não pôde ser contatado, e não descobri por que. De fato o sistema nem pede para ser reiniciado, então por uma questão óbvia não o fiz, mas (…)

Após reiniciar o servidor, abra as Ferramentas Administrativas e clique sobre o item “Programa de Instalação dos Serviços de instalação remota”.

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Por se tratar de um primeiro acesso, será aberto um assistente, o clássico “next next finish”, mas algumas opções têm sua importância. Reserve um minuto e veja abaixo a lista que o assistente solicita para o RIS.

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Especifique o local físico para armazenar as imagens (arquivos de instalação) dos sistemas operacionais que estarão disponíveis para os clientes. Uma boa prática é colocar em um HD separado, ou então, em uma outra partição. Tenha em mente que o que será mais usado é: transferência de dados (rede/disco).

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Na tela abaixo, marque a primeira opção, caso contrário os clientes não encontrarão o serviço na rede.

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Nesta parte, insira o CD do Windows XP Professional. O assistente copiará os arquivos para o diretório das imagens, especificado anteriormente.

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Abaixo será solicitado que o usuário entre com o nome do diretório onde os arquivos de instalação ficarão armazenados. Por padrão, o sistema retornou o nome “WINDOWS”, mas achei um tanto genérico e renomeei para “WINXP”. Não utilize nomes grandes, dê preferência a algo simples e intuitivo, como WIN2KPRO, WIN2K3S, WIN2K3W.

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Na descrição da imagem, deixei a mensagem padrão.

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Após conferir os dados…

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…o assistente começa a cópia dos arquivos localizados no CD-ROM.

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Após a cópia, teremos finalizado praticamente a parte mais longa da tarefa de preparação de nosso serviço de instalação remota. Na próxima parte, utilizaremos nosso tempo para realizar uma “autópsia”, com o intuito de simplificar e descobrir algumas coisas do RIS.

:: Diretórios Utilizados pelo RIS ::

Caso não lembre, definimos o diretório D:\RemoteInstall para abrigar os serviços disponíveis através do RIS. Este diretório é compartilhado por padrão, com o nome de REMINST. Nota: Não é necessário alterar NADA em suas permissões.

Na figura abaixo, destacarei apenas um arquivo, o rbfg.exe. Este pequeno executável é o Gerador de Disquete de Instalação Remota para interfaces de rede que não possuem o ROM de boot remoto (PXE). Lembre de consultar a lista de compatibilidade, pois nem todas as interfaces suportam este recurso. Se a interface a ser utilizada não é compatível, não perca tempo gerando o disquete. O arquivo riprep.exe será debatido em outro artigo, mas para os curiosos, este utilitário é um gerador de imagem de sistema operacional, mas já com aplicativos instalados. Não falaremos sobre ele, pois será necessário um breve bate-papo sobre HAL, MassStorage Devices, ChipSets (…)

Info: Para consultar a lista de interfaces compatíveis, execute o rbfg.exe e clique sobre o botão “Lista de Adaptadores”.

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No diretório abaixo, localizamos dois arquivos com a extensão .osc. Mais adiante falaremos sobre estes arquivos, que nada mais são que as telas de instalação que serão visualizadas pelos clientes RIS.

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Abaixo, podemos ver o diretório onde estão armazenados os arquivos de startup do cliente, que serão executados no ambiente “pre-boot”. Quando o cliente inicia a máquina e pressiona F12 para que o boot seja efetuado pela rede*, a interface busca um IP via DHCP e inicia todo o processo, solicitando novamente que se pressione F12 ao encontrar um serviço disponível.

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Dica: Caso queira automatizar um pouco esta inicialização, renomeie o arquivo startrom.com para startrom.old e o arquivo startrom.n12 para startrom.com. Desta maneira, não será necessário pressionar F12 após ter um IP atribuído e o serviço encontrado.

Info: *Em algumas situações será necessário definir na BIOS que a interface de rede participe do processo de BOOT, caso contrário não conseguiremos conexão cliente-servidor. Ex.: Um determinado PC já possui um sistema operacional instalado e não apresenta a opção de BOOT pela rede através do F12. Na BIOS foi definido que a interface de rede não participa da seqüência de boot, ou até participa, mas em uma posição posterior ao HD/CD/Floppy. O que ocorrerá é que o HD por já possuir um S.O, “não dará chance” ao usuário iniciar o processo pela rede.

No diretório marcado abaixo, podemos ver mais arquivos .osc, que são as telas de instalação do RIS, vistas pelo cliente, para o idioma “Portuguese”.

Nota: Estas telas estão em inglês, e adiante veremos como customizá-las.

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Na figura a seguir, vemos um diretório de extrema importância, que é o “templates”. Este diretório armazena o arquivo ristndrd.sif, que é um arquivo de respostas para instalações automatizadas do Windows.

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Info: Após gerar a imagem, o RIS cria um arquivo de respostas padrão, localizado em RemoteInstall\Setup\Portuguese\Images\WINXP\i386\templates, porém podemos criar um NOVO arquivo de respostas, substituindo o atual OU utilizando-o como mais uma opção na instalação automatizada. Veremos adiante como fazer isso, inclusive oferecendo ao usuário opções de instalação (automática, customizada – onde se pode definir o nome da maquina, ou a terceira opção, que é continuar uma instalação mal-sucedida e também a opção de manutenção – que não será abordada neste artigo).

:: Conhecendo, Editando e Preparando as Telas de Instalação do RIS ::

Procure pelo diretório D:\RemoteInstall\OSChooser e verifique os arquivos com extensão .osc. Abra algum deles com o bloco de notas, e verá que é bem parecido com HTML.

Sim, podemos padronizar estas telas, obedecendo claro, sua sintaxe. Estes arquivos, como dito anteriormente, são as telas que o cliente utilizará durante todo o processo oferecido pelo RIS.

No momento em que o cliente encontra o serviço disponível na rede e o executa, a primeira tela a ser mostrada é D:\RemoteInstall\OSChooser\welcome.osc. A partir deste item, o usuário segue para outras telas, de acordo com o que for definido como padrão ou de acordo com suas escolhas. Basicamente é isto que ocorre.

Ponto-Chave: Volte a consultar este tópico no momento em que formos instalar o sistema no cliente.

Após ligeira explicação, trataremos em primeiro plano a instalação no modo de nosso idioma nativo (português, sendo único idioma disponível).

Ao passar pela primeira tela (welcome.osc), seguiremos para D:\OSChooser\Portuguese\login.osc, onde precisaremos autenticar o usuário que fará a instalação. Veremos isso durante o processo cliente.

As próximas telas referem-se às opções de instalação e serão descritas no próximo tópico: “Automação com Arquivos de Respostas e Opções de Instalação”.

No modo multi-language (2 ou mais idiomais disponíveis), precisamos renomear o arquivo D:\RemoteInstall\OSChooser\welcome.osc para algo diferente, como welcome.old, copiar o arquivo multilang.osc como welcome.osc, e depois editá-lo, de acordo com as opções de idiomas que desejamos oferecer. Observe atentamente a sintaxe, os exemplos presentes no arquivo modelo são bem claros.

A diferença agora é que ao acessar o serviço, o cliente verá uma tela de boas vindas (welcome.osc) com as opções de idioma definidas pelo administrador (é, você mesmo!). O restante segue o padrão explicado acima, mas lembre que o diretório referente ao idioma selecionado deve existir em \RemoteInstall\OSChooser\[Idioma] contendo os arquivos .osc.

Ex.: Para o Francês: \RemoteInstall\OSChooser\French

Além disso, dentro do diretório criado para as imagens, deve haver algum Sistema Operacional disponível para o idioma que você definiu, caso contrário não fará muito sentido!
:: Automação com Arquivos de Respostas e Opções de Instalação ::

Como mencionado anteriormente, o RIS gera um arquivo de respostas padrão, chamado ristndrd.sif.

Podemos utilizar o setupmgr.exe para gerar um novo arquivo de respostas para o RIS. Caso não esteja familiarizado com esta ferramenta, não se preocupe. É bem simples e nada que 15 minutos de estudo não resolva. Esta ferramenta é encontrada no CD do Windows XP, em \SUPPORT\TOOLS. Procure por Deploy.CAB e extraia seu conteúdo para um diretório qualquer em sua máquina, de preferência com o nome “Deploy” mesmo! Ao gerar o arquivo de resposta pelo setupmgr.exe (utilizando a opção do RIS, claro!), podemos associá-lo a uma imagem já presente no diretório de distribuição, inserindo o arquivo como mais uma opção, ou então substituindo o arquivo padrão que foi gerado (ristndrd.sif). Temos duas opções, e a mais fácil é colocar o arquivo diretamente na pasta a seguir:

D:\RemoteInstall\Setup\Portuguese\Images\WINXP\i386\templates

Nota: Mesmo que o usuário defina um nome de computador no arquivo de respostas, este não será utilizado, e veremos adiante como isso será feito. Caso queira averiguar, gere o arquivo definindo um nome de computador. Abra o arquivo de respostas com o bloco de notas e veja que o nome de computador é uma variável!

A outra opção para associar um arquivo de respostas é mais trabalhosa, mas caso a queira utilizar, acesse “Usuários e Computadores do Active Directory” e procure pelo computador onde o RIS está instalado. Acesse suas propriedades e clique na aba referente à Instalação Remota.
Clique em “Opções Avançadas” e depois na aba “imagens”. Clique no botão “adicionar” e siga o assistente. Tudo que ele fará é copiar o arquivo de um local X para o local Y, no caso, o diretório:

D:\RemoteInstall\Setup\Portuguese\Images\WINXP\i386\templates

As figuras a seguir demonstram o passo-a-passo do procedimento descrito acima, além de mostrar o que discutimos sobre o nome do computador & variáveis.

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Acesse as “Configurações Avançadas”…

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…verifique a questão do “formato de nome do computador”…

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…e as imagens/arquivos de resposta na aba “imagens”.

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Antes de falarmos sobre as opções de instalação, vale lembrar que só estarão disponíveis caso o administrador as defina nas diretivas de grupo do domínio em questão. Edite esta diretiva, procurando na seção “Configuração do Usuário > Configurações do Windows > Serviços de Instalação Remota”. Não tem como errar! Faça as alterações necessárias, vamos adiante e lembre-se: não abordaremos a opção “Ferramentas”!

Ponto-Chave: Volte a consultar este tópico no momento em que formos instalar o sistema no cliente.

Instalação Automática: Nesta opção, a instalação utilizará as configurações de nome e localização da conta de computador de acordo com o que for definido na tela de configuração do RIS (Usuários e Computadores do Active Directory > Propriedades do Computador que abriga o RIS > Aba de Instalação Remota). Logo na primeira tela podemos encontrar as convenções de nome que podem ser utilizadas. Alguns exemplos: nome do usuário, número seqüencial, ou alguma seqüência de caracteres customizados.

Nota: Caso as diretivas não estejam definidas, esta será a única opção do usuário, e entrará automaticamente.

Instalação Customizada: Nesta opção, a instalação utilizará as configurações de nome e localização da conta de computador definidos pelo usuário. É uma ótima opção, pois é uma boa prática das empresas criarem um padrão de nomes para os computadores de acordo com o setor, etc. Assim o usuário ficará livre para utilizar um nome mais apropriado, de acordo com sua necessidade.

O próximo passo é a escolha do Sistema Operacional a ser instalado, porém, como criamos apenas uma imagem, não veremos outras opções. Caso queira, adicione posteriormente uma nova imagem, do Windows 2000 Pro, por exemplo. Leia no final deste documento o tópico extra sobre este assunto.

Caso queira adicionar outra imagem agora, veja na figura abaixo o assistente:

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Voltando à nossa instalação, perceba que na tela em que escolhemos o sistema operacional, escolheremos na verdade qual arquivo de respostas será utilizado.

Ex.: Se possuo dois arquivos de respostas distintos, para instalação do Windows XP Pro, a instalação disponibilizará DUAS opções para este sistema operacional, mas a imagem que criamos é única, portanto o Windows XP será instalado a partir desta imagem, porém de acordo com o arquivo de respostas escolhido. Pode parecer confuso, mas a idéia é simples. O que ocorre, é que o processo é transparente para o usuário do serviço.

Dica: Edite o arquivo de respostas com o bloco de notas e altere sua descrição (no final do arquivo) para que fique algo documentado, resumidamente. Ex.: “Windows XP Pro SP2 com teclado ABNT2” ou “Windows XP Pro SP1 padrão”.

Após definir qual sistema será instalado, chegamos praticamente ao propósito final e teórico do RIS! No próximo tópico, faremos a instalação completa e automatizada de uma estação Windows XP Professional utilizando nosso servidor RIS!

:: Instalação do Cliente ::

Espero que já tenha preparado seu ambiente de testes! A seguir, podemos ver o boot através da interface de rede, já buscando um endereço via DHCP.

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A próxima tela, é a famosa “welcome.osc”…

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…e abaixo, “login.osc”:

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Perceba que o serviço solicita a entrada de credenciais e informa o nome do domínio ao qual estou conectado, além do nome do servidor RIS, no caso, “MARGE” (isso mesmo, Marge Simpson…)

Na tela a seguir, podemos ver as opções de instalação, definidas via diretiva.

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Se for escolhida a opção “Automática”, a instalação solicitará apenas que o usuário escolha a imagem a ser utilizada (arquivo de repostas/imagem, como discutido anteriormente). Caso haja apenas um arquivo de respostas/imagem, só haverá uma única opção. No exemplo abaixo, deixei o arquivo gerado pelo RIS e criei um personalizado, que já inclui a modesta chave do Windows, além de outras opções.

Lembre que nesse caso, o NOME da máquina será gerado de acordo com o padrão definido nas opções no Servidor RIS!

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Se for escolhida a opção personalizada (custom setup), o usuário terá a liberdade para definir alguns parâmetros como Nome e localização da conta do Computador no domínio. Se colocarmos apenas o nome do computador, a conta será criada na Unidade Organizacional default, que é “Computers”.

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A opção “Restart a Previous…” serve para continuar uma instalação que não obteve sucesso anteriormente. Se os arquivos básicos de instalação já tiverem sido copiados, estes não serão transferidos novamente.

A última opção refere-se às ferramentas de diagnóstico e resolução de problemas, mas como informado anteriormente, não as abordarei neste artigo.

Na imagem a seguir, recebemos um aviso antes da instalação do novo sistema:

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Como optei pelo modo automático e também pela imagem associada ao meu arquivo de respostas, a instalação utilizará o arquivo de respostas criado por mim para efetuar a instalação. Perceba que o nome da máquina foi atribuído pela opção definida no servidor RIS e não pelo usuário, o que não ocorre no modo “custom”.

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Após pressionarmos [ENTER], chegamos à próxima tela, a famosa “text-based installation” do Windows XP. A partir daí, se tudo estiver correto, a instalação será 100% automatizada, sem que você aperte uma tecla sequer.

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Se você chegou até aqui, parabéns! O Servidor RIS foi implantado com sucesso!
A seguir, faço algumas recomendações básicas e disponibilizei também um tópico extra, para a instalação de novas imagens.

:: Práticas Recomendadas ::

1-Não utilize este recurso sobre redes lentas, ou WANs (que também costumam ser lentas se comparadas às LANs).

2-O RIS utiliza basicamente recursos de transferência de dados, portanto dê preferência a um disco dedicado no servidor.

:: Tópico Extra – Adicionando novas imagens em idioma nativo/não-nativo ::::

Acesse as Ferramentas Administrativas e clique sobre o item “Programa de Instalação dos Serviços de instalação remota.

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Neste momento, duas opções serão disponibilizadas para o usuário, e escolheremos a primeira (“adicionar uma nova imagem…”). O assistente solicitará que você insira a mídia (ou outro local) contendo os arquivos de instalação do sistema operacional. Insira a mídia e prossiga. As demais opções são básicas e meramente informativas, com exceção de uma, onde o usuário terá que escolher entre três opções definidas por radio-buttons.

Lembre-se: caso queira alterar a descrição, NÃO utilize caracteres especiais (acentos etc.), pois as telas de instalação do RIS (os arquivos .osc) não suportam esta codificação.

Nota: Fique atento apenas na última tela que antecede a cópia do CD, onde o assistente pode ou não questionar o usuário sobre o que fazer com as telas de instalação do RIS.

Ponto-Chave: Caso o Windows pergunte algo sobre “telas de instalação”, marque a opção “utilizar as telas atuais”, caso contrário as telas que foram personalizadas serão substituídas.

Conclusão

Com este artigo/tutorial, mostramos como instalar o Serviço de Instalação Remota (RIS) no Windows Server 2003 .

Fonte: http://www.andersonpatricio.org/Tutoriais/AP754_b.html