Archive for the ‘debian’ Category
Tuesday, January 31st, 2012
Bem, se você quer forçar (dar start) no zoneminder de forma simples coloque no rc.local a seguinte instrução (antes do exit 0 ):
/usr/local/bin/zmpkg.pl start
Isso vai forçar o status start do zoneminder para ficar como start
.
Tags: debian, linux, redhat, security, ubuntu, zoneminder
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Tuesday, January 31st, 2012
Para se salvar com uma alternativa ao comando replace (oriundo do mysql) use:
perl -pi -w -e ‘s/COISA_QUE_QUERO_SUBSTITUIR/COISA_QUE_QUERO_ADD/g;’ arquivo_que_quero_mudar
Pronto!
Tags: alternative, linux, mysql, perl, replace
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Thursday, October 6th, 2011
Tags: based, ddclient, debian, dyndns, gnu, linux, mint, server, ubuntu
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Monday, June 7th, 2010

Uma das coisas mais interessantes no IspConfig é sua capacidade de permitir customizações em tudo que você possa imaginar. Aproveitando esta “boquinha” vamos fazer algo diferente.
Parkear domínios no Parallels Plesk e no Whm/CPanel é coisa fácil, pois tudo é automatizado, mas isto não quer dizer que o bom e velho vim (ou qualquer OUTRO EDITOR) não entre em ação.
Para isto, precisamos logar-nos como root no servidor aonde iremos parkear domínios, e devemos (antes de mais nada) fazer backup do arquivo de configuração do apache, sendo assim use o comando:
cp -rp /etc/httpd/conf/httpd.conf /root/httpd.conf.OLD
Temos então um arquivo garantido para que, em qualquer eventualidade sirva para consulta ou possivelmente correção do arquivo mais recente.
Entremos no arquivo de configuração:
vim /etc/httpd/conf/httpd.conf
Vá para o final do arquivo e localize exatamente este trecho:
Options ExecCGI -Indexes
AllowOverride None
AllowOverride Indexes AuthConfig Limit FileInfo
Order allow,deny
Allow from all
Deny from all
Feito isto, o que devemos fazer é simples.
Sabendo-se que o ISPConfig lê um outro arquivo com os vhosts dos usuários web, devemos antecipar nossa configuração de maneira que a linha do ispconfig fique abaixo do nosso vhost.
Acima da linha com a informação:
Include /etc/httpd/conf/vhosts/Vhosts_ispconfig.conf
Devemos fazer algo assim:
ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br
DirectoryIndex index.html index.htm index.php index.php5 index.php4 index.php3 index.shtml index.cgi index.pl index.jsp Default.htm default.htm
Alias /cgi-bin/ /var/www/web100/cgi-bin/
AddHandler cgi-script .cgi
AddHandler cgi-script .pl
ErrorLog /var/www/web100/log/error.log
AddType application/x-httpd-php .php .php3 .php4 .php5
php_admin_flag safe_mode On
AddType text/html .shtml
AddOutputFilter INCLUDES .shtml
Alias /stats “/var/www/web100/web/webalizer”
Alias /error/ “/var/www/web100/web/error/”
ErrorDocument 400 /error/invalidSyntax.html
ErrorDocument 401 /error/authorizationRequired.html
ErrorDocument 403 /error/forbidden.html
ErrorDocument 404 /error/fileNotFound.html
ErrorDocument 405 /error/methodNotAllowed.html
ErrorDocument 500 /error/internalServerError.html
ErrorDocument 503 /error/overloaded.html
AliasMatch ^/~([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3
AliasMatch ^/users/([^/]+)(/(.*))? /var/www/web100/user/$1/web/$3
RewriteEngine on
RewriteCond %{REQUEST_METHOD} ^(TRACE|TRACK)
RewriteRule .* – [F]
Perceba que no começo falei XXX.XXX.XXX.XXX, isto refere-se ao ip do seu dedicado (shared ip dos domínios
)
Por este vhost pegue a coisa em cheio.
A charada está nas linhas:
ServerName www.nomedodominioparkeado.com:80
ServerAdmin webmaster@dominiodestino.com.br
DocumentRoot /var/www/web100/web
ServerAlias dominiodestino.com.br
1 – indica o parkeamento
2 – email do main domain
3 – arquivos web de onde o parkeamento vai ler assim que o internauta acessar a página www.nomedodominioparkeado.com
4 – indica o destino do parkeamento, ou seja, ao acessar www.nomedodominioparkeado.com a pessoa na realidade acessa dominiodestino.com.br, porém tendo no cabeçalho o nome www.nomedodominioparkeado.com (url de entrada no navegador)
OBS: CASO O ARTIGO NÃO EXIBA AS TAGS DO APACHE, POR FAVOR VERIFIQUEM JUNTO AO ARQUIVO /ETC/HTTPD/CONF/HTTPD.CONF.
Abraços e espero ter contribuído com um dia feliz para nós… lol.
bye!
Tags: addons, apache, CentOs, debian, domain, fedora, gnu, httpd, ispconfig, linux, Mandriva, OpenSuse, parkeamento, parked, rhel, services, sled, suse
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Friday, May 21st, 2010

Se você não consegue ver as pastas do RoundCube “seus problemas SE ACABARAM-SE”.
O bendito, em sua versão stable (quase 100% stable) está com uma linda opção em off (FALSE).
Na pasta …roundcube/config/main.inc.php (se for no ispconfig: /home/admispconfig/ispconfig/web/roundcubemail/config/main.inc.php)
Apresentará este array aqui:
// automatically create the above listed default folders on login
$rcmail_config['create_default_folders'] = FALSE;
Salve seu dia assim:
$rcmail_config['create_default_folders'] = TRUE;
Pronto
Roundcube fixed!
Tags: email, folders, imap, pastas, php, roundcube, vars, webmail
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Friday, May 21st, 2010

create user output file. Command output: procmail: Error while writing to /var/mail…
Se esta é a mensagem de erro que vem no outlook que de quem está enviando um email para um destinatário que usa postfix seus problemas “SE ACABARAM-SE”.
Entre no console e como root e digite:
postconf -e 'mailbox_size_limit = 0'
Provavelmente é a quota ferrada e este comando te tira da forca
.
Sistemas afetados: Debian, Ubuntu (lucid lynx, karmic…), Centos 5.5, Centos 5.4…
Tags: CentOs, debian, email, linux, postfix, server, ubuntu
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Tuesday, May 18th, 2010

Por estes dias estive trocando idéias com um amigo meu (dooguinha) que também adora Gnu/Linux, sobre qual distribuição usar, visto que estava com Windows XP em meu desktop pessoal e precisava de algo mais enriquecedor em termos de conhecimento (mexer com registro de Windows para remover falhas não é muito proveitoso, rsrsrs).
Resolvi voltar a utilizar-me do Ubuntu.
Antes quero expor alguns problemas que enfrentei antes desta escolha:
1 – Na tentativa de usar o OPENSUSE eu não poderia deixar de comentar da podridão que é em termos de velocidade de update nos repositórios do Opensuse, sem contar o drama que é para achar uma configuração avançada – resumo -> mv opensuse_my_desk /dev/null (apesar da excelente instalação em um hd ide de 320gb, e detecção de maneira louvável com ênfase em hardware),
2 – Na tentativa de usar o Fedora, o que mais me chamou atenção foi o boot todo voltado para arquitetura sata, ou seja, seu boot fica todo duro no /sbin/loader… Quem diria… o foguete ainda nem saiu do forno e já me deixou sem um minuto sequer desejoso em utiliza-lo. Sabe qual foi o fim? mv fedora_my_desk /dev/null,
3 – Na tentativa de usar o CentOS como desktop eu volto no ponto 2 e vivo o mesmo drama… mv centos_my_desk /dev/null.
Confesso que deixei o Ubuntu como sendo a última alternativa. Isto ocorreu devido um teste um pouco frustrado de utilizar-me da 10.04 em meu modesto desktop. Achei lento no uso, porém rápido no boot, e de maneira precipitada não lembrei que os repositórios estavam lotados graças a quantidade de fãs que esta distribuição faz a cada lançamento.
Decidi então subir manualmente o desktop, afim de obter algum “exclarecimento” no quesito velocidade de S.O., optei pela 9.10 subindo para Lucid. Abaixo segue um screen mostrando o primeiro ponto forte do Ubuntu aos meus olhos:


Após update, cheguei na Lucid e modifiquei os botões de janelas para a direita, afinal de contas de livre o mac só tem a escolha de compra do usuário!
Quer apontar os botões para o lado direito? Use:
gconftool-2 --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"
E para que isto se aplique a todos os users faça:
sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"
Ambos comandos pedem autorização para rodar, aplique a senha do root e pronto!
Por fim vai um print do meu desktop
(ainda nem terminei minhas customizações, mas gostei das tonalidades).

O dia de testes na penúltima utilização do Ubuntu foi quando criei o tutorial do LAMP2 no Lucid Lynx.
Ah, o problema somente será o espaço para o Slackware 13.1. Estou um pouco triste por que se continuar curtindo meu Ubuntu terminarei abandonando meu slackzinho
.
Abraços e boa noite ALL!
Tags: CentOs, fedora, lamp2, rhel, slack, slackware, ubuntu
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Sunday, May 2nd, 2010

Olá ALL,
Uma coisa comum para combater uso indevido de cgi é impedir o uso de cgi (perl) em um servidor de hospedagem de sites compartilhada, mas nem sempre dá para impedir o uso.
Então uma das formas de contornar o uso indevido é aplicar regras do mod_security do apache afim de que possamos filtrar o máximo de requisições e ainda por cima ganhar com segurança.
Antemão quero salientar que uma das pragas mais comuns da web é o DM.CGI, esse carinha faz um estrago grandinho com spam, podendo levar um servidor para as mais conceituadas rbls. Como resolver?
No WHM, como root, siga para o último menu (PLUGINS) e procure pelo Mod Security.
CLique nele, dentro dele clique em Edit Configuration.
Dentro dela adicione as seguintes linhas:
SecRule REQUEST_URI “dm.cgi”
SecRule REQUEST_URI “dark.cgi”
SecRule REQUEST_URI “udp.pl”
SecRule REQUEST_BODY|REQUEST_URI “\.cgi\?m\=state”
SecRule REQUEST_BODY|REQUEST_URI “cgi\?m\=snd”
SecRule REQUEST_BODY|REQUEST_URI “cgi\?m\=icfg”
SecRule REQUEST_BODY|REQUEST_URI “\.pl\?m\=state”
SecRule REQUEST_BODY|REQUEST_URI “pl\?m\=snd”
SecRule REQUEST_BODY|REQUEST_URI “pl\?m\=icfg”
Isto irá salvar sua pele!
fonte: http://www.forumcpanel.com.br/index.php?showtopic=8608&hl=secrule
Tags: apache, bomb, cgi, cpanel, invasão, mod, perl, request, security, Segurança, spam, whm
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Monday, April 5th, 2010

Bem, se você quer mais segurança em um ambiente compartilhado você precisará de ajustar seu php.ini global (/usr/local/lib/php.ini) em seu servidor de hospedagem compartilhada afim de prevenir ataques usando recursos avançados do php.
Como faremos isto?
Procure pela linha disable_functions =
e depois do ‘=’ aplique as seguintes funções:
dl, system, exec, shell_exec, chown, chgrp, escapeshellcmd, putenv, popen, pclose, passthru, proc_open, proc_get_status, proc_nice, proc_close, proc_terminate, posix_ctermid, posix_get_last_error, posix_getcwd, posix_getegid, posix_geteuid, posix_getgid, posix_getgrgid, posix_getgrnam, posix_getgroups, posix_getlogin, posix_getpgid, posix_getpgrp, posix_getpid, posix_getppid, posix_getpwnam, posix_getpwuid, posix_getrlimit, posix_getsid, posix_getuid, posix_isatty, posix_kill, posix_mkfifo, posix_setegid, posix_seteuid, posix_setgid, posix_setpgid, posix_setsid, posix_setuid, posix_strerror, posix_times, posix_ttyname, posix_uname
Talvez você precisará do shell_exec para o caso do Fantástico Deluxe.
Avalie se vale a pena deixar esta função ativa e prossiga
Tags: comandos, console, ini, lib, linux, php, Segurança, shell
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Thursday, April 1st, 2010

Senhores, para minha total tristeza a Apache será vendida.
O que será dos amantes deste projeto?
vide:
http://blogs.apache.org/foundation/date/20100401
Tags: apache, oracle, tristeza, venda
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Wednesday, March 31st, 2010

Olá ALL,
As vezes erramos quando somente aumentamos diretivas do PHP visando upload, tais como:
max_execution_time,
upload_max_filesize,
e até mempory_limit.
Elas até que estão corretas, assim como max_execution_time, só que os forms que enviam dados (refiro-me a arquivos), fazem envio de arquivos pelo método post.
Sendo assim, se quisermos um upload de 96M em um servidor rodando php precisamos colocar no php.ini a informação de qual o tamanho máximo de envio de dados pelo POST.
A saída então seria:
post_max_size = 96M
Isto dentro do PHP.INI.
Pronto, após ajustes o apache deverá ser reiniciado.
Abraços galera!
Tags: apache, file, hospedagem, Hosting, max, memory, php, php5, post, server, sites, size, timeout, upload, webserver
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Tuesday, March 30th, 2010

Na realidade esse tutorial é algo bem simples que mostra como ajustar o charset de uma aplicação que atualmente opera em UTF-8.
É simples e rápido, veja as formas:
Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro do .htaccess:
AddDefaultCharset iso-8859-1
Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro de um arquivo php.ini:
default_charset = “ISO-8859-1″
Tags: 1, 8559, apache, charset, htaccess, iso, linux, php.ini, utf8
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Friday, March 26th, 2010

Bem, se você usa o GOOGLE APPS e está tentando enviar um email de dentro de um servidor com POSTFIX e o mesmo não envia nada e ainda apresenta o erro do título, nada de pânico, o que ocorre:
1 – Email vai sair do servidor mas antes lê a lista de hosts locais dentro do arquivo /etc/postfix/main.cf na linha:
mydestination
2 – Quando o domínio tenta enviar para o outro domínio que provavelmente está citado ali, pimba! Fala que o destinatário falhou por não existir.
Como corrigir?
Remova o domínio do destinatário dali e seja feliz!
Tags: /etc, apps, CentOs, debian, erro, Error, googe, hat, mail, messages, postfix, red, send, smtp, ubuntu
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Saturday, March 13th, 2010
Outro erro muito comum é este aí.
Considero um erro de fácil correção, bastando somente que você abra o arquivo my.cnf (no caso de pasta root) e my.cnf dentro do /etc e informe ou substitua a seguinte linha:
max_allowed_packet = 1G
Caso já tenha algum valor, aumente-o.
Este erro ocorre por limitação no tamanho do pacote no processo de querys do mysql.
Ajuste-o e tudo estará resolvido.
Abraços.
Tags: allowed, bsd, CentOs, Error, gb, linux, mac, max, mysql, packet, Windows
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Thursday, March 11th, 2010
Para sanar isto tenha certeza de alguns pontos:
1 – que a zona de dns tem um mx configurado LOCALMENTE,
2 – este tutorial foi executado no debian 5,
3 – este tutorial usou exim-heavy.
No arquivo /etc/exim4/update-exim4.conf.conf tenha certeza de que a linha linha abaixo terá a configuração que mostrarei:
dc_relay_nets=’127.0.0.1;IP_REAL_de_Pessoa_externa_tentando_enviar;IP_REAL’
Separe os ips por vírgula caso necessite de ips os quais são EXTERNOS, ou seja, pessoas conectando apra enviar emails.
Tags: 4, 5, do, Error, exim, lenny, not, rcpt, received.debian, relay
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Wednesday, February 24th, 2010
Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:
lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:
00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)
Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).
lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:
lshw | more
O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.
A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:
*-memory:0
description: System Memory
physical id: 40
slot: System board or motherboard
size: 4GiB
*-bank:0
description: DIMM 667 MHz (1.5 ns)
product: None
vendor: None
physical id: 0
serial: None
slot: DIMM_B1
size: 2GiB
width: 64 bits
clock: 667MHz (1.5ns)
Legal né?
Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:
cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:
processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08
Legal!
arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices
Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).
Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo
Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!
dmesg | more
Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!
dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:
dmidecode | more
Um pouco da saída:
System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch
Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.
Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.
Tags: cat, cpuinfo, devices, dmesg, dmidecode, gnu, linux, lshw, lspci, mae, meminfo, motherboard, placa, proc
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Tuesday, November 17th, 2009
Para corrigir isto restaure seu banco de dados.
Caso seja myisam a Engine, use o comando (após parar o mysql):
myisamchk -r -o -f /var/lib/mysql/MEU_BANCO/*.MYI
Isto deverá sanar.
Abraços.
Tags: check, engine, fix, myisam, mysql, repair
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Monday, November 16th, 2009
Olá, se você está tentando subir a versão do ubuntu tente usar o seguinte comando:
# sudo do-release-upgrade
Caso não consiga use o comando abaixo:
# sudo do-release-upgrade -d
Tags: download, release, ubuntu, upgrade
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Monday, November 16th, 2009
Use o comando abaixo:
lsb_release -a
EM um teste no ubuntu ele me exibiu:
root@netserver:/etc# lsb_release -a
No LSB modules are available.
Distributor ID: Ubuntu
Description: Ubuntu 8.04.3 LTS
Release: 8.04
Codename: hardy
Abraços
Tags: linux, lsb, ubuntu
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Wednesday, October 21st, 2009
Entra no php.ini global do server (/usr/lib/php.ini) e informa isso:
date.timezone = America/Fortaleza
OU, caso a conta tenha um php.ini customizado informe isto acima e tudo ficará filé!
Abraços.
Tags: CentOs, cgi, debian. ubuntu, fast, fedora, hat, ini, php, red, rhel, suphp, timezone
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