Uma das coisas mais interessantes no IspConfig é sua capacidade de permitir customizações em tudo que você possa imaginar. Aproveitando esta “boquinha” vamos fazer algo diferente.
Parkear domínios no Parallels Plesk e no Whm/CPanel é coisa fácil, pois tudo é automatizado, mas isto não quer dizer que o bom e velho vim (ou qualquer OUTRO EDITOR) não entre em ação.
Para isto, precisamos logar-nos como root no servidor aonde iremos parkear domínios, e devemos (antes de mais nada) fazer backup do arquivo de configuração do apache, sendo assim use o comando:
Temos então um arquivo garantido para que, em qualquer eventualidade sirva para consulta ou possivelmente correção do arquivo mais recente.
Entremos no arquivo de configuração:
vim /etc/httpd/conf/httpd.conf
Vá para o final do arquivo e localize exatamente este trecho:
Options ExecCGI -Indexes
AllowOverride None
AllowOverride Indexes AuthConfig Limit FileInfo
Order allow,deny
Allow from all
Deny from all
Feito isto, o que devemos fazer é simples.
Sabendo-se que o ISPConfig lê um outro arquivo com os vhosts dos usuários web, devemos antecipar nossa configuração de maneira que a linha do ispconfig fique abaixo do nosso vhost.
Acima da linha com a informação:
Include /etc/httpd/conf/vhosts/Vhosts_ispconfig.conf
1 – indica o parkeamento
2 – email do main domain
3 – arquivos web de onde o parkeamento vai ler assim que o internauta acessar a página www.nomedodominioparkeado.com
4 – indica o destino do parkeamento, ou seja, ao acessar www.nomedodominioparkeado.com a pessoa na realidade acessa dominiodestino.com.br, porém tendo no cabeçalho o nome www.nomedodominioparkeado.com (url de entrada no navegador)
OBS: CASO O ARTIGO NÃO EXIBA AS TAGS DO APACHE, POR FAVOR VERIFIQUEM JUNTO AO ARQUIVO /ETC/HTTPD/CONF/HTTPD.CONF.
Abraços e espero ter contribuído com um dia feliz para nós… lol.
bye!
Se você não consegue ver as pastas do RoundCube “seus problemas SE ACABARAM-SE”.
O bendito, em sua versão stable (quase 100% stable) está com uma linda opção em off (FALSE).
Na pasta …roundcube/config/main.inc.php (se for no ispconfig: /home/admispconfig/ispconfig/web/roundcubemail/config/main.inc.php)
Apresentará este array aqui:
// automatically create the above listed default folders on login
$rcmail_config['create_default_folders'] = FALSE;
Por estes dias estive trocando idéias com um amigo meu (dooguinha) que também adora Gnu/Linux, sobre qual distribuição usar, visto que estava com Windows XP em meu desktop pessoal e precisava de algo mais enriquecedor em termos de conhecimento (mexer com registro de Windows para remover falhas não é muito proveitoso, rsrsrs).
Resolvi voltar a utilizar-me do Ubuntu.
Antes quero expor alguns problemas que enfrentei antes desta escolha:
1 – Na tentativa de usar o OPENSUSE eu não poderia deixar de comentar da podridão que é em termos de velocidade de update nos repositórios do Opensuse, sem contar o drama que é para achar uma configuração avançada – resumo -> mv opensuse_my_desk /dev/null (apesar da excelente instalação em um hd ide de 320gb, e detecção de maneira louvável com ênfase em hardware),
2 – Na tentativa de usar o Fedora, o que mais me chamou atenção foi o boot todo voltado para arquitetura sata, ou seja, seu boot fica todo duro no /sbin/loader… Quem diria… o foguete ainda nem saiu do forno e já me deixou sem um minuto sequer desejoso em utiliza-lo. Sabe qual foi o fim? mv fedora_my_desk /dev/null,
3 – Na tentativa de usar o CentOS como desktop eu volto no ponto 2 e vivo o mesmo drama… mv centos_my_desk /dev/null.
Confesso que deixei o Ubuntu como sendo a última alternativa. Isto ocorreu devido um teste um pouco frustrado de utilizar-me da 10.04 em meu modesto desktop. Achei lento no uso, porém rápido no boot, e de maneira precipitada não lembrei que os repositórios estavam lotados graças a quantidade de fãs que esta distribuição faz a cada lançamento.
Decidi então subir manualmente o desktop, afim de obter algum “exclarecimento” no quesito velocidade de S.O., optei pela 9.10 subindo para Lucid. Abaixo segue um screen mostrando o primeiro ponto forte do Ubuntu aos meus olhos:
Após update, cheguei na Lucid e modifiquei os botões de janelas para a direita, afinal de contas de livre o mac só tem a escolha de compra do usuário!
Ambos comandos pedem autorização para rodar, aplique a senha do root e pronto!
Por fim vai um print do meu desktop (ainda nem terminei minhas customizações, mas gostei das tonalidades).
O dia de testes na penúltima utilização do Ubuntu foi quando criei o tutorial do LAMP2 no Lucid Lynx.
Ah, o problema somente será o espaço para o Slackware 13.1. Estou um pouco triste por que se continuar curtindo meu Ubuntu terminarei abandonando meu slackzinho .
Uma coisa comum para combater uso indevido de cgi é impedir o uso de cgi (perl) em um servidor de hospedagem de sites compartilhada, mas nem sempre dá para impedir o uso.
Então uma das formas de contornar o uso indevido é aplicar regras do mod_security do apache afim de que possamos filtrar o máximo de requisições e ainda por cima ganhar com segurança.
Antemão quero salientar que uma das pragas mais comuns da web é o DM.CGI, esse carinha faz um estrago grandinho com spam, podendo levar um servidor para as mais conceituadas rbls. Como resolver?
No WHM, como root, siga para o último menu (PLUGINS) e procure pelo Mod Security.
CLique nele, dentro dele clique em Edit Configuration.
Dentro dela adicione as seguintes linhas:
Bem, se você quer mais segurança em um ambiente compartilhado você precisará de ajustar seu php.ini global (/usr/local/lib/php.ini) em seu servidor de hospedagem compartilhada afim de prevenir ataques usando recursos avançados do php.
Olá ALL,
As vezes erramos quando somente aumentamos diretivas do PHP visando upload, tais como:
max_execution_time,
upload_max_filesize,
e até mempory_limit.
Elas até que estão corretas, assim como max_execution_time, só que os forms que enviam dados (refiro-me a arquivos), fazem envio de arquivos pelo método post.
Sendo assim, se quisermos um upload de 96M em um servidor rodando php precisamos colocar no php.ini a informação de qual o tamanho máximo de envio de dados pelo POST.
A saída então seria:
post_max_size = 96M
Isto dentro do PHP.INI.
Pronto, após ajustes o apache deverá ser reiniciado.
Na realidade esse tutorial é algo bem simples que mostra como ajustar o charset de uma aplicação que atualmente opera em UTF-8.
É simples e rápido, veja as formas:
Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro do .htaccess:
AddDefaultCharset iso-8859-1
Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro de um arquivo php.ini:
Outro erro muito comum é este aí.
Considero um erro de fácil correção, bastando somente que você abra o arquivo my.cnf (no caso de pasta root) e my.cnf dentro do /etc e informe ou substitua a seguinte linha:
max_allowed_packet = 1G
Caso já tenha algum valor, aumente-o.
Este erro ocorre por limitação no tamanho do pacote no processo de querys do mysql.
Ajuste-o e tudo estará resolvido.
Para resolver este problema atente para os pontos abaixo, e a medida que for descendo as linhas nesta dica você estará aplicando o que vou falando e testando, pois existem diversas formas de solucionar este erro:
1 – Verifique se o domínio que está tentando enviar o email está no /etc/localdomains – caso o MX dele seja externo, verifique se ele se encontra em /etc/remotedomains.
2 – Um erro comum é criar um domínio famoso e tenar enviar um email para ele, vamos supor que por uma brincadeira/teste você criou o domínio do Gmail (gmail.com) dentro de seu whm. Caso isso tenha ocorrido, no momento em que alguém tentar enviar um email para o Gmail a mensagem de erro R=virtual_aliases: No Such User Here irá aparecer.
Remova o domínio em questão e refaça os testes. (ou coloque o domínio que cadastrou de testes no /etc/remotedomains)
3 – Caso os passos acima não resolvam, force a requisição de autenticidade de emails no nas configurações do exim -> editor avançado informando:
require verify = recipient
4 – se mesmo assim não funcionar eu sugiro que siga os passos abaixo (último caso):
Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:
lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:
00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)
Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).
lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:
lshw | more
O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.
A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:
Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:
cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:
processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08
Legal!
arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices
Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).
Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo
Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!
dmesg | more
Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!
dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:
dmidecode | more
Um pouco da saída:
System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch
Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.
Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.
Ultra simples, normalmente isso foi um componente que você instalou e simplesmente está sem permissão de execução.
Para consertar basta ir na dll do aplicativo, em exemplo mostro um caso de aspjpeg:
1 – entre no diretório c:\program files\persists\aspjpeg\bin
2 – Dentro desta pasta dê permissão para everywere ler e executar a dll.
Pronto, fazendo isto tudo estará resolvido
Obs: Não deixe de usar o MONO caso use o Gnu/Linux Centos em aplicações dotnet, além de MUITO amadurecido, o mono está muito sofisticado como um todo.
Se você tem certeza que o firewall está liberando as portas de email (143, 25, 110) e que seu serviço está operando normalmente no whm cpanel a saída está aqui:
Galera, para quem gosta de manter-se atualizado, a Zend (pai do php) lançou juntamente com a equipe de desenvolvimento o php 5.2.11. Vale a pena o update devido a quantidade de bugs corrigidos.
Se você instalou o IONCUBE no CENTOS/RedHat/Fedora, NÃO entre em pânico se recebeu a mensagem acima ou algo bem semelhante (com compontente da zend). Há uma probabilidade monstruosa do problema estar ocorrendo por causa do SELINUX. Para sanar esse problema rode:
/usr/sbin/setenforce 0
OU
edite o arquivo /etc/selinux/config colocando no lugar de enforcing a informação disable.
Bom galera, o nerd aqui vai postar algo um pouco interessante para quem usa Red Hat/Centos/Fedora (e based) e usa o yum para fazer manipulação de pacotes e etc. Se você tem a necessidade de DownGrade de qualquer coisa que instalou no server, principalmente se usou yum, nada de problema, siga os passos abaixo e seja feliz (faça os passos abaixo como root):
yum install yum-allowdowngrade
Após, precisamos habilitar o yum para fazer downgrades, neste caso:
vim /etc/yum.conf
vim /etc/yum.conf
# show all available packages, not just latest
showdupesfromrepos=1