Se receber esta mensagem de erro no seu mysql no momento de tentar restaurar um banco de dados por meio de arquivos (.sql da vida), no problem.
Verifique se no arquivo my.cnf (normalmente fica no /etc) existe uma linha que informa o modo recovery do innodb. Comente-o, reinicie o mysql e o problema estará sanado.
Uma das coisas mais interessantes no IspConfig é sua capacidade de permitir customizações em tudo que você possa imaginar. Aproveitando esta “boquinha” vamos fazer algo diferente.
Parkear domínios no Parallels Plesk e no Whm/CPanel é coisa fácil, pois tudo é automatizado, mas isto não quer dizer que o bom e velho vim (ou qualquer OUTRO EDITOR) não entre em ação.
Para isto, precisamos logar-nos como root no servidor aonde iremos parkear domínios, e devemos (antes de mais nada) fazer backup do arquivo de configuração do apache, sendo assim use o comando:
Temos então um arquivo garantido para que, em qualquer eventualidade sirva para consulta ou possivelmente correção do arquivo mais recente.
Entremos no arquivo de configuração:
vim /etc/httpd/conf/httpd.conf
Vá para o final do arquivo e localize exatamente este trecho:
Options ExecCGI -Indexes
AllowOverride None
AllowOverride Indexes AuthConfig Limit FileInfo
Order allow,deny
Allow from all
Deny from all
Feito isto, o que devemos fazer é simples.
Sabendo-se que o ISPConfig lê um outro arquivo com os vhosts dos usuários web, devemos antecipar nossa configuração de maneira que a linha do ispconfig fique abaixo do nosso vhost.
Acima da linha com a informação:
Include /etc/httpd/conf/vhosts/Vhosts_ispconfig.conf
1 – indica o parkeamento
2 – email do main domain
3 – arquivos web de onde o parkeamento vai ler assim que o internauta acessar a página www.nomedodominioparkeado.com
4 – indica o destino do parkeamento, ou seja, ao acessar www.nomedodominioparkeado.com a pessoa na realidade acessa dominiodestino.com.br, porém tendo no cabeçalho o nome www.nomedodominioparkeado.com (url de entrada no navegador)
OBS: CASO O ARTIGO NÃO EXIBA AS TAGS DO APACHE, POR FAVOR VERIFIQUEM JUNTO AO ARQUIVO /ETC/HTTPD/CONF/HTTPD.CONF.
Abraços e espero ter contribuído com um dia feliz para nós… lol.
bye!
Se você não consegue ver as pastas do RoundCube “seus problemas SE ACABARAM-SE”.
O bendito, em sua versão stable (quase 100% stable) está com uma linda opção em off (FALSE).
Na pasta …roundcube/config/main.inc.php (se for no ispconfig: /home/admispconfig/ispconfig/web/roundcubemail/config/main.inc.php)
Apresentará este array aqui:
// automatically create the above listed default folders on login
$rcmail_config['create_default_folders'] = FALSE;
Por estes dias estive trocando idéias com um amigo meu (dooguinha) que também adora Gnu/Linux, sobre qual distribuição usar, visto que estava com Windows XP em meu desktop pessoal e precisava de algo mais enriquecedor em termos de conhecimento (mexer com registro de Windows para remover falhas não é muito proveitoso, rsrsrs).
Resolvi voltar a utilizar-me do Ubuntu.
Antes quero expor alguns problemas que enfrentei antes desta escolha:
1 – Na tentativa de usar o OPENSUSE eu não poderia deixar de comentar da podridão que é em termos de velocidade de update nos repositórios do Opensuse, sem contar o drama que é para achar uma configuração avançada – resumo -> mv opensuse_my_desk /dev/null (apesar da excelente instalação em um hd ide de 320gb, e detecção de maneira louvável com ênfase em hardware),
2 – Na tentativa de usar o Fedora, o que mais me chamou atenção foi o boot todo voltado para arquitetura sata, ou seja, seu boot fica todo duro no /sbin/loader… Quem diria… o foguete ainda nem saiu do forno e já me deixou sem um minuto sequer desejoso em utiliza-lo. Sabe qual foi o fim? mv fedora_my_desk /dev/null,
3 – Na tentativa de usar o CentOS como desktop eu volto no ponto 2 e vivo o mesmo drama… mv centos_my_desk /dev/null.
Confesso que deixei o Ubuntu como sendo a última alternativa. Isto ocorreu devido um teste um pouco frustrado de utilizar-me da 10.04 em meu modesto desktop. Achei lento no uso, porém rápido no boot, e de maneira precipitada não lembrei que os repositórios estavam lotados graças a quantidade de fãs que esta distribuição faz a cada lançamento.
Decidi então subir manualmente o desktop, afim de obter algum “exclarecimento” no quesito velocidade de S.O., optei pela 9.10 subindo para Lucid. Abaixo segue um screen mostrando o primeiro ponto forte do Ubuntu aos meus olhos:
Após update, cheguei na Lucid e modifiquei os botões de janelas para a direita, afinal de contas de livre o mac só tem a escolha de compra do usuário!
Ambos comandos pedem autorização para rodar, aplique a senha do root e pronto!
Por fim vai um print do meu desktop (ainda nem terminei minhas customizações, mas gostei das tonalidades).
O dia de testes na penúltima utilização do Ubuntu foi quando criei o tutorial do LAMP2 no Lucid Lynx.
Ah, o problema somente será o espaço para o Slackware 13.1. Estou um pouco triste por que se continuar curtindo meu Ubuntu terminarei abandonando meu slackzinho .
Uma coisa comum para combater uso indevido de cgi é impedir o uso de cgi (perl) em um servidor de hospedagem de sites compartilhada, mas nem sempre dá para impedir o uso.
Então uma das formas de contornar o uso indevido é aplicar regras do mod_security do apache afim de que possamos filtrar o máximo de requisições e ainda por cima ganhar com segurança.
Antemão quero salientar que uma das pragas mais comuns da web é o DM.CGI, esse carinha faz um estrago grandinho com spam, podendo levar um servidor para as mais conceituadas rbls. Como resolver?
No WHM, como root, siga para o último menu (PLUGINS) e procure pelo Mod Security.
CLique nele, dentro dele clique em Edit Configuration.
Dentro dela adicione as seguintes linhas:
Bem, se você quer mais segurança em um ambiente compartilhado você precisará de ajustar seu php.ini global (/usr/local/lib/php.ini) em seu servidor de hospedagem compartilhada afim de prevenir ataques usando recursos avançados do php.
Olá ALL,
As vezes erramos quando somente aumentamos diretivas do PHP visando upload, tais como:
max_execution_time,
upload_max_filesize,
e até mempory_limit.
Elas até que estão corretas, assim como max_execution_time, só que os forms que enviam dados (refiro-me a arquivos), fazem envio de arquivos pelo método post.
Sendo assim, se quisermos um upload de 96M em um servidor rodando php precisamos colocar no php.ini a informação de qual o tamanho máximo de envio de dados pelo POST.
A saída então seria:
post_max_size = 96M
Isto dentro do PHP.INI.
Pronto, após ajustes o apache deverá ser reiniciado.
Na realidade esse tutorial é algo bem simples que mostra como ajustar o charset de uma aplicação que atualmente opera em UTF-8.
É simples e rápido, veja as formas:
Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro do .htaccess:
AddDefaultCharset iso-8859-1
Um exemplo para uso do ISO 8859-1 dentro de um arquivo php.ini:
Outro erro muito comum é este aí.
Considero um erro de fácil correção, bastando somente que você abra o arquivo my.cnf (no caso de pasta root) e my.cnf dentro do /etc e informe ou substitua a seguinte linha:
max_allowed_packet = 1G
Caso já tenha algum valor, aumente-o.
Este erro ocorre por limitação no tamanho do pacote no processo de querys do mysql.
Ajuste-o e tudo estará resolvido.
Para resolver este problema atente para os pontos abaixo, e a medida que for descendo as linhas nesta dica você estará aplicando o que vou falando e testando, pois existem diversas formas de solucionar este erro:
1 – Verifique se o domínio que está tentando enviar o email está no /etc/localdomains – caso o MX dele seja externo, verifique se ele se encontra em /etc/remotedomains.
2 – Um erro comum é criar um domínio famoso e tenar enviar um email para ele, vamos supor que por uma brincadeira/teste você criou o domínio do Gmail (gmail.com) dentro de seu whm. Caso isso tenha ocorrido, no momento em que alguém tentar enviar um email para o Gmail a mensagem de erro R=virtual_aliases: No Such User Here irá aparecer.
Remova o domínio em questão e refaça os testes. (ou coloque o domínio que cadastrou de testes no /etc/remotedomains)
3 – Caso os passos acima não resolvam, force a requisição de autenticidade de emails no nas configurações do exim -> editor avançado informando:
require verify = recipient
4 – se mesmo assim não funcionar eu sugiro que siga os passos abaixo (último caso):
Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:
lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:
00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)
Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).
lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:
lshw | more
O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.
A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:
Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:
cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:
processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08
Legal!
arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices
Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).
Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo
Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!
dmesg | more
Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!
dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:
dmidecode | more
Um pouco da saída:
System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch
Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.
Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.
Ultra simples, normalmente isso foi um componente que você instalou e simplesmente está sem permissão de execução.
Para consertar basta ir na dll do aplicativo, em exemplo mostro um caso de aspjpeg:
1 – entre no diretório c:\program files\persists\aspjpeg\bin
2 – Dentro desta pasta dê permissão para everywere ler e executar a dll.
Pronto, fazendo isto tudo estará resolvido
Obs: Não deixe de usar o MONO caso use o Gnu/Linux Centos em aplicações dotnet, além de MUITO amadurecido, o mono está muito sofisticado como um todo.
Se você tem certeza que o firewall está liberando as portas de email (143, 25, 110) e que seu serviço está operando normalmente no whm cpanel a saída está aqui:
Galera, para quem gosta de manter-se atualizado, a Zend (pai do php) lançou juntamente com a equipe de desenvolvimento o php 5.2.11. Vale a pena o update devido a quantidade de bugs corrigidos.
Se você instalou o IONCUBE no CENTOS/RedHat/Fedora, NÃO entre em pânico se recebeu a mensagem acima ou algo bem semelhante (com compontente da zend). Há uma probabilidade monstruosa do problema estar ocorrendo por causa do SELINUX. Para sanar esse problema rode:
/usr/sbin/setenforce 0
OU
edite o arquivo /etc/selinux/config colocando no lugar de enforcing a informação disable.