Archive for the ‘fedora’ Category
Friday, September 4th, 2009
Bom galera, o nerd aqui vai postar algo um pouco interessante para quem usa Red Hat/Centos/Fedora (e based) e usa o yum para fazer manipulação de pacotes e etc. Se você tem a necessidade de DownGrade de qualquer coisa que instalou no server, principalmente se usou yum, nada de problema, siga os passos abaixo e seja feliz (faça os passos abaixo como root):
yum install yum-allowdowngrade
Após, precisamos habilitar o yum para fazer downgrades, neste caso:
vim /etc/yum.conf
vim /etc/yum.conf
# show all available packages, not just latest
showdupesfromrepos=1
Após, vamos ver um exemplo:
yum list speex speex-devel
Installed Packages
speex.i386 1.0.5-4.el5_1.1 installed
speex-devel.i386 1.0.5-4.el5_1.1 installed
Available Packages
speex.i386 1.0.5-4 base
speex-devel.i386 1.0.5-4 base
Vamos remover as coisas antigas:
yum remove speex speex-devel
Agora instalamos a coisa:
yum --allow-downgrade install speex-1.0.5-4 speex-devel-1.0.5-4
E para garantir que a coisa não será atualizada após update do yum:
vim /etc/yum.conf
# do not show all available packages, just latest
showdupesfromrepos=0
# exclude packages from updated
exclude=speex speex-devel
Tags: down, downgrade, fix, install, reinstall, update, yum
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Friday, September 4th, 2009
Nada de pânico!
Se no home de seu cliente estão aparecendo muitos arquivos core.xxxx você pode resolver de forma simples!
Provavelmente o que você fez foi compilar o apache com muitos módulos, isto não é bom, então o que pode ter causado tal problema:
1 – você ativou todos os recursos do php,
2 – você ativou todos os recursos mpm (não inicialmente ativados).
Recompile seu apache sem mpm e com php 5.2.10 e será resolvido!
Abraços!
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/07/24/minhas-contas-whmcpanel-estao-gerando-arquivos-core-xxx/
Tags: core, cpanel, disco, disks, files, lotando, overflow, whm
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Friday, September 4th, 2009
Nada de pânico, se você já foi em tweak settings e tentou ativar o danado do webmail e mesmo assim ele não funfou, nada de pânico, entre no console, caso use apf rode iptables -F, caso rodo csf rode csf -f.
Tente acessar
Isso normalmente é firewall barrando a porta de webmail 2095
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/07/31/webmail-nao-acessa-nem-por-reza-brava-problema-com-acesso-a-webmail-no-whm-cpanel/
Tags: 2095, access, cpanel, dropping, Error, firewall, horde, proxy, roundcube, squirrel, squirrelmail, whm
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Friday, September 4th, 2009
Nada de pânico, entre no console como root e digite o seguinte comando:
/usr/local/cpanel/bin/tailwatchd –enable=Cpanel::TailWatch::Antirelayd
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/01/meu-servidor-nao-requer-autenticacao-whm-cpanel-como-forcar-autenticacao-de-email-how-to-force-mail-authentication/
Tags: cpanel, email, Error, exim, open, relay, vulnerability, whm
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Friday, September 4th, 2009
Ao rodar o comando:
./configure.rb –with-apr-includes=/usr/include/apr-1
A saída está abaixo:
checking for a BSD compatible install… /usr/bin/install -c
checking whether we are using gcc… yes
checking Ruby version… 1.8.5
checking for static Apache module support… no
checking for dynamic Apache module support… yes
creating Makefile
creating libruby.module
creating doc/Makefile
Se você, ao tentar rodar o make recebe isto aqui:
apachelib.c: In function .ap_chdir_file.:
apachelib.c: 149: take care: the returnvalue of .chdir ., declared with .warn_unused_result. attribut, is ignored
apachelib.c: 154: take care: the returnvalue of .chdir ., declared with .warn_unused_result. attribut, is ignored
apachelib.c: In function .rb_init_apache. :
apachelib.c: 374: error: .OPT_INCNOEXEC. undeclared (first use in this function)
apachelib.c: 374: error: (Each undeclared identifire is reported only once
apachelib.c: 374: error: for each function it appears in.)
make: *** [apachelib.o] error 1
FICA tranquilo, a saída está aqui:
abra o arquivo apachelib.h e dentro dele, abaixo das linhas:
#ifndef APACHELIB_H
#define APACHELIB_H
informe
#define OPT_INCNOEXEC 32 /* added *
se rodar eu quero uma caixa de BIZ!
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/05/problema-ao-compilar-o-mod_ruby-no-centos-5-3/
Tags: correct, fix, install, Ruby
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Friday, September 4th, 2009
dmesg | grep -i err
Irá verificar erros recentes, problemas de RAM, aplicativos gerando qualquer log de erro significativo pro sistema operacional
tail -f -n XXXXX /var/log/messages
Similar ao anterior. XXX é o numero de linhas para trás. Sempre que o servidor travar, procure as ultimas entradas neste arquivo antes do travamento.
hdparm -Tt /dev/sda (sda, sdb, md0… seja qual for seu disco)
Te dá um relatório de leitura e escrita pro seu disco.
Os valores mínimos aceitáveis são:
Timing cached reads superior a 700
Timing buffered disk reads superior a 25
Se estiver inferior, é grande chance de problema no disco.
Faz um “top” e acompanha o parametro “wa” ou “iowait”.
Este parametro é o quanto seu sistema operacional espera por leitura/escrita do disco. Se durante 5 minutos esse parametro se mantiver muito alto (a cima de uns 60-70%), pode indicar sobrecarga do servidor e/ou problema no disco.
Servidor travou. Será que é Firewall?
Não é dificil acontecer. As vezes o firewall pode estar em um nível de segurança muito alto (acontece muito com o CSF), e o servidor barra todo o tráfego sainte. Tente desativar o Firewall por alguns dias. Não é nada bom ficar sem firewall, mas ir por eliminação nunca faz mal. O APF é uma boa alternativa de firewall pra Linux.
Se usar o CSF, nunca esqueça de sempre fazer update nele.
Alugue um KVM remoto
Outra dica nossa, seria pedir a instalação de um KVM remoto. Desta forma você consegue verificar de forma segura a temperatura do processador, gabinete e outros parametros. Quando o servidor travar, você terá acesso total a máquina e poderá investigar uma possível mensagem de erro no sistema (se houver).
É basicamente isso.. Existem muitas variáveis. Principalmente quando muitos clientes rodam aplicações que desconhecemos.
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/14/fazendo-analise-de-disco-e-analise-basica-de-um-servidor/
Tags: análise, apf, check, cpanel, csf, disk, es, firewall, hard, hd, io, kvm, load, logs, ram, whm
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Friday, September 4th, 2009
Se o processo repquota -auv está matando sua máquina Centos/Redhat com WHM/CPANEL, nada de desespero, o esquema é observar se o item abaixo está marcado:
Se ao suspender contas em seu WHM, você enfrentar problemas com LOAD, desabilite em “Tweak Settings” a função abaixo:
“Use Safe Quota Setting (quotas will be disabled, adjusted, and then re-enabled). This option should be enabled if you are having problems with lost disk quotas or other quota system corruption. Under software raid and other circumstances enabling this option will degrade server performance.”
Caso não, marque-o!
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/14/processo-repquota-auv-consumindo-tudo-da-maquina-whmcpanel/
Tags: cpanel, highest, load, process, quota, red hat, safe, settings, tweak, whm
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Friday, September 4th, 2009
Se você não consegue fazer nada no mysql e o bandido ainda assim só lhe diz:
Starting MySQL.Manager of pid-file quit without updating fi[FAILED]
Nada de pânico, para resolver isto use os comandos abaixo:
cd /var/lib/mysql/mysql
myisamchk -r *.MYI
Após, service mysql start.
Fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/27/starting-mysql-manager-of-pid-file-quit-without-updating-fifailed/
Tags: correção, file, fix, isam, lib, MYI, myisamchk, mysql, pid, sgdb, var
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Friday, September 4th, 2009
Se você tenta acessar sua conta de email (e até consegue) via webmail (em seu cpanel), mas na hora de enviar uma mensagem o erro que aparece é o erro 111, NADA DE PÂNICO, mister little lhe dá a resposta bem mastigadinha!
1 – acesse o servidor, logando-se como root execute o comando abaixo:
/scripts/mailperm –force
Este problema ocorre (normalmente) ou porque a conta de email Não exise mais ou porque a mesma perdeu privilégios no gestor do exim.
Abraços!
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/09/01/erro-111-na-tentativa-de-envio-de-webmail-pelo-cpanel/
Tags: 111, email, Error, exim, fix, force, linux, mailperm, server
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Sunday, May 3rd, 2009
Para localizar o problema com o IonCube no plesk basta rodar o comando abaixo:
grep -iR ioncube /etc/php*
/etc/php.d/ioncube.ini:zend_extension=/usr/lib/php/ioncube/ioncube_loader_lin_5.2.so
/etc/php.d/ioncube-loader.ini:zend_extension=/usr/lib/php/modules//php_ioncube_loader_lin_5.1.so
Pegue o segundo valor e comente ele, ou seja, vim /etc/php.d/ioncube-loader.ini e na linha coloca ; antes de tudo, isto deixará desabilitado.
Após use
php -v e verá que o seu plesk está ok.
Tags: admin, cli, console, control, ioncube, panel, php, plesk, v
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Tuesday, April 21st, 2009
Para instalar o CSF firewall basta executar os seguintes comandos:
wget http://www.configserver.com/free/csf.tgz
tar zxf csf.tgz
cd csf
sh install.sh
Após isto, caso tenha o apf e o bfd operando remova-os assim:
sh disable_apf_bfd.sh
OBS: O CSF já detecta que portas estão sendo utilizadas e as libera de maneira simples, ou seja, sem que haja intervenção por sua parte.
Uma coisa que você deve ficar alerta, principalmente por que o BIND usa a porta 953 udp/tcp.
Libere isto também e ainda, caso sua interface de dns do seu IDC seja eth0, por exemplo, informe ela na interface excluída de verificações.
Isso vai deixar os lookups operando corretamente
Abração a todos.
Tags: apf, bfd, CentOs, configserver, csf, firewall, red hat, security, sh, tar
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Monday, April 20th, 2009
Para remover o apf rode:
chkconfig –del apf
rm /etc/init.d/apf
rm -rf /etc/apf
Abraços.
Tags: --add, --del, apf, chkconfig, firewall, remove, uninstall
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Friday, April 17th, 2009
Um exemplo prático para resolver problemas com iframes lascados por spammers e crackers pode ser analisada da seguinte maneira:
find /home/*/public_html -name “*.php” -exec sed -i ‘s/<iframe src=\\”http:\/\/google-ana1yticz.com.*<\/\iframe>//g’ {} \; -print
Tags: 4, 4.7, 5, 5.2, 5.3, accounts, centos5, console, find, iframe, infectado, linux, print, problema, redhat, remover, root, spamm, spammer
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Thursday, April 16th, 2009
Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:
• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.
Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).
As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.
Muito cuidado com sua escolha!
Abraços a todos e bom trabalho/estudo.
Tags: .deb, /etc, aptitudempaths, bash, CentOs, comandos, commands, conectiva, config, confs, console, containers, debian, downgrade, dpkg, enterprise, fedora, ferramentas, ifcfg, ifconfig, libs, linux, mandrake, Mandriva, networking, patching, red hat, rpm, shell, slack, slackware, suse, terminal, ubuntu, up2date, upgrade, utilitários, web, yast, yast2, yum
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Tuesday, April 14th, 2009
Se você precisa do ip do whmcs (comumente usado em caso de um firewall bloqueando tudo e você necessitando permitir a autenticação) e não sabe qual é o ip a ser liberado para que o whmcs acesse a central do sistema use o ip abaixo em sua whitelist:
74.54.136.210
Tags: admin, administração, allow, apf, billing, bloqueio, controller, csf, deny, dica, financeiro, firewall, Hosting, internet, ip, linux, protocol, whitelist, whmcs, Windows
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Monday, April 13th, 2009
Boa noite,
Estou usando o CentOs 5.3 (na realidade era o 5.1 e o maravilhoso yum fez a upgrade tranquilamente) e necessitei configurar a interface de rede manualmente.
Supondo que sua interface seja a eth0 (a primeira) você deve acessar seu arquivo assim:
vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0
O vim não é obrigação, entretanto gosto dele.
Observe a sintaxe abaixo:
DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
DHCPCLASS=
HWADDR=00:30:48:56:A6:NE
IPADDR=192.168.1.101
NETMASK=255.255.255.0
ONBOOT=yes
Fazendo isto (tornando sua sintaxe semelhante) você estará:
colocando o ip da interface estaticamente como sendo 192.168.1.101 e dizendo que isto será feito no momento do boot do sistema.
Em seguida entre aqui:
vim /etc/sysconfig/network
NETWORKING=yes
HOSTNAME=libphp1
GATEWAY=192.168.1.1
Aqui definimos a rede como sendo o hostname libphp1 e o gateway 192.168.1.1
Após isto somente faça isto:
/etc/init.d/network restart
Depois podemos até setar um dns para acesso a web:
vim /etc/resolv.conf
Dentro dele eu coloquei assim:
nameserver 200.165.132.148
nameserver 200.165.132.155
Este é o modo simples de definir o dns da velox.
Abração e tenham uma semana excelente e abençoada por Deus.
Tags: 1, 3, 5, CentOs, configurar, dns, eth, ethernet, fedora, gateway, How To, ifcfg, interfaces, nameserver, network, networking, open, opensource, operacional, red hat, redes, resolv, scripts, servidor, sistema, source, update, upgrade, velox, yum
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Friday, March 27th, 2009

É muito comum ver pessoas criticando o software livre ou mesmo elogiando sem entender seu impacto no mundo comercial.
Vamos falar um pouco da realidade do Software Livre em um foco totalmente comercial para que as pessoas entendam a real necessidade desta metodologia/visão de negócio e também possam aplicar em suas vidas esta estratégia. (mais à frente explicarei o porquê de estratégia)
Em primeiro passo devemos fixar em nossas mentes que Software Livre NÃO é software gratuito, isto mesmo, o fato de você ter usado uma ferramenta de código-fonte aberto e se beneficiado da gratuidade deste utilitário não quer dizer que as pessoas não tirem proveitos financeiros sobre tal metodologia/visão.
Abaixo vou citar alguns casos aonde se extrai muito dinheiro do software livre.
Dentro deste seguimento prestemos atenção em um dos mais populares fenômenos do Software Livre, o Gnu/Linux e seus sabores.
Temos no mercado corporativo do pingüim 3 distribuições em especial que se destacam pela sua aceitação de mercado, estabilidade e suporte de alta qualidade:
* Red Hat
* Suse Enterprise
* Mandriva
As três distribuições acima citadas COBRAM pelo suporte e acesso a repositórios comerciais.
Em algum instante você pode estar se perguntando:
Isto é maquiavélico, por que eles cobram por Gnu/Linux se ele é gratuito?
Mentira! Gnu/Linux é um sistema de código-fonte aberto, mas isto não quer dizer que todos têm sua disponibilidade ou licença gratuitos.
Explique-me como manter um suporte via fone, helpdesk e ter servidores ligados 24 horas, com alta disponibilidade de rede e software?
Quem pagará as contas de luz, água e internet?
Quem pagará os desenvolvedores?
Vejamos outro caso de sucesso – Ubuntu. Sistema amigável, Gnu/Linux, grátis para uso, porém, o suporte cobra para impor seu know how e ajustar sua plataforma, mas pergunto, isto é maquiavélico?
Não, muito pelo contrário, é uma forma de manter o negócio das pessoas bem estruturado e reter lucratividade para empresa. (isto resulta em contratações de desenvolvedores mais experientes e equipamentos mais sofisticados para que sejam testados os softwares com mais stress)
Saindo do globo do pingüim, voltemos à situação do software livre como alternativa as empresas, como sua empresa ou sua casa, até mesmo seu escritório poderiam beneficiar-se de uma metodologia tão forte, melhor dizendo, uma tendência tão evidente e aplicável a qualquer mercado?
Simples, vamos analisar um caso bastante comum nas empresas e entender o porquê do Software Livre ser tão necessário para uma implementação.
Há meses presto consultoria em uma empresa mineira, tendo a mesma uma utilização software proprietário (isto não quer dizer Microsoft, mas qualquer código fechado é de propriedade do desenvolvedor) em alta escala. Até aí as coisas transcorriam de vento em polpa, entretanto, como nem tudo tende a ser um mar de rosas sem espinhos, houve a necessidade de implementação de uma simples funcionalidade no software que a empresa usa para gestão de seus negócios, o que aconteceu?
Houve um investimento de R$ 1000 (mil reais) para implementação de um campo.
Havendo 2 programadores na empresa (um programando em VB e outro em PHP), por que tal campo não foi implementado sem custos?
A resposta é clara, AONDE estava o código-fonte? Ele estava aberto? Quem diabos o fechou?
Pois é amigo, nesta hora as coisas começam a fazer sentido, e para piorar, o software utiliza cliente como sendo pontos de acesso, fazendo consultas infinitas no banco de dados, com resultados pesadíssimos, o que gera gargalo na rede, mesmo sabendo que um front-end no servidor resolveria tudo, visto que somente ele processaria toda a demanda, e o melhor, somente ele precisaria de alta capacidade de armazenamento e processamento, assim como evitar que cada terminal cliente não estivesse obrigado a utilizar-se de um Sistema Operacional Windows, visto que o mesmo tem custos e as bibliotecas da ferramenta comercial só operam nele.
Em cálculos mais claros, vamos analisar custo de licença e vantagens comerciais:
Se cada licença Windows XP Profissional custa R$ 250 (duzentos e cinqüenta reais), preço este sob compra em maior escala, e se a instituição possui 14 computadores nós temos 14 x R$ 250 = R$ 3500 (três mil e quinhentos reais). Cada hardware deve suportar Windows XP e os requisitos mínimos do software que não utiliza conceitos de mercado de TI do século XXI, ou seja, se cada máquina custa R$ 590 (sem monitor, é claro) nós temos R$ 8260 (oito mil duzentos e sessenta reais), então concluímos que o total gasto pela empresa para rodar a aplicação e estar provida dos recursos que a mesma disponibilizava foi de R$ 11760 (onze mil setecentos e sessenta reais) + custo de desenvolvimento e implementação da plataforma proprietária.
Vamos levar este foco agora para o Software Livre e ver o quanto as coisas começam a ficar claras:
Como o software utiliza-se de browser (nem tudo, por que os desenvolvedores podem usar linguagens como C, C++ ou Java) podendo ter sido feito até mesmo em Java (Java desktop) nós cortaríamos gastos com o sistema operacional, visto que não depende de sistema operacional para trabalhar, ou seja, abateremos (pelo menos) R$ 3500 (três mil e quinhentos reais) e o processamento (em caso de browser) é centralizado no servidor, o que faria com que máquinas de baixo processamento fossem utilizadas (sabe aqueles k6-II- 500 mhz parados aí na sua empresa?).
No caso acima, compilando e devolvendo o fonte principal ao cliente, é claro.(em caso caso de linguagens que necessitam de compiladores)
De posse de simples afirmações citadas não tenha medo de focar-se em Gnu/Linux e em Software Livre, por que com SL nós temos a possibilidade de analisar o fonte e mudar as coisas ao nosso estilo, seguindo as necessidades triviais de nossa empresa sem qualquer falta de qualidade, escalabilidade ou dificuldade na manutenção.
Quanto a utilizar-se de Gnu/Linux em sua empresa, faça isto por amar sue negócio, use Gnu/Linux para economizar em seu negócio.
Se às pessoas vierem justificando a não utilização por falta de recursos como impressão, rede e etc, fique certo de que a plataforma Gnu/Linux tem suporte as mais variadas impressoras que o mercado disponibiliza, tem suporte pesado a redes (servidores de dns, logon, ldap – que te dão a mesma autonomia de unidades organizacionais do Windows Server, assim como suporte dhcp, compartilhamento de arquivos e bancos de dados).
Em outras palavras, utilizar-se de Windows para facilidades já não é um argumento válido. Programar soluções proprietárias é outra afirmação equivocada, quer saber por quê?
1 – Software de código-fonte aberto permite uma interação mútua no suporte, ocorrendo de maneira mais simples,
2 – Software aberto permite que qualquer pessoa, inclusive o dono da empresa saibam o que realmente o código faz no back-end, (em background)
3 – Software aberto permite manutenção mais abrangente e update de software com mais qualidade,
4 – Software aberto permite que o código seja visto por qualquer desenvolvedor, o que dá mais amplitude na aplicação de técnicas mais maduras e sofisticadas.
Então, ainda vai ficar no mundo “Redmond”?
Lá em cima afirmei como estratégia o software livre, pois bem, pergunte ao Obama o que ele acha disto, visto que tornou tal metodologia como sendo padrão no desenvolvimento de aplicações para o governo (escolas, hospitais e etc).
Abraços a todos.
Tags: Open Source, software livre
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Friday, March 13th, 2009
Nada de pânico, se você quer desabilitar a listagem de diretórios em seu servidor siga os passos abaixo:
Service Configuration -> Apache Configuration -> Global Configuration -> LOCALIZE Directory ‘/’ Options e desmarque -> Indexes.
Para testar basta criar um diretório em um site e colocar nele um arquivo chamado eu.txt (por exemplo), abra o domínio simulando uma listagem, por exemplo:
www.libphp.net/lib/
Se estivesse dentro de lib (o txt) ele apresentaria erro na leitura (forbidden)
Deus abençoe você!
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Friday, March 13th, 2009
Se você deseja remover as informações do servidor no cpanel das suas contas é Simples, siga os passos abaixo:
Reseller Center > Select Reseller > Edit > Desmarque as opções:
# View Server Information
# View Server Status
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Wednesday, March 11th, 2009
Primeiro entre no arquivo:
vim /var/cpanel/cpanel.config
procure pela linha mysql-version=5.0 e em seguida coloque 4.1 no lugar de 5.0
saia salvando o arquivo, em seguida rode:
/scripts/mysqlup –force
Após isto, confirme a versão com:
rpm -qa | grep -i mysql-
Obs: Se funcionar eu quero uma caixa de Bis hein?
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