Archive for the ‘How To’ Category

exim4 rejected RCPT relay not permitted

Thursday, March 11th, 2010

Para sanar isto tenha certeza de alguns pontos:

1 – que a zona de dns tem um mx configurado LOCALMENTE,
2 – este tutorial foi executado no debian 5,
3 – este tutorial usou exim-heavy.

No arquivo /etc/exim4/update-exim4.conf.conf tenha certeza de que a linha linha abaixo terá a configuração que mostrarei:

dc_relay_nets=’127.0.0.1;IP_REAL_de_Pessoa_externa_tentando_enviar;IP_REAL’

Separe os ips por vírgula caso necessite de ips os quais são EXTERNOS, ou seja, pessoas conectando apra enviar emails.

EXIM CPANEL error 550 R=virtual_aliases: No Such User Here

Thursday, March 11th, 2010

Para resolver este problema atente para os pontos abaixo, e a medida que for descendo as linhas nesta dica você estará aplicando o que vou falando e testando, pois existem diversas formas de solucionar este erro:

1 – Verifique se o domínio que está tentando enviar o email está no /etc/localdomains – caso o MX dele seja externo, verifique se ele se encontra em /etc/remotedomains.

2 – Um erro comum é criar um domínio famoso e tenar enviar um email para ele, vamos supor que por uma brincadeira/teste você criou o domínio do Gmail (gmail.com) dentro de seu whm. Caso isso tenha ocorrido, no momento em que alguém tentar enviar um email para o Gmail a mensagem de erro R=virtual_aliases: No Such User Here irá aparecer.
Remova o domínio em questão e refaça os testes. (ou coloque o domínio que cadastrou de testes no /etc/remotedomains)

3 – Caso os passos acima não resolvam, force a requisição de autenticidade de emails no nas configurações do exim -> editor avançado informando:

require verify = recipient

4 – se mesmo assim não funcionar eu sugiro que siga os passos abaixo (último caso):

http://www.mydigitallife.info/2007/07/24/exim-sender-verify-callout-or-callback-could-not-complete-or-verification-failed-error/

Abraços e espero ter ajudado.

Como fazer com que o cpanel seja acessível por outra url exceto /cpanel? ex: /meupainel

Wednesday, March 10th, 2010

Em /usr/local/apache/conf/httpd.conf procure a linha abaixo:
ScriptAliasMatch ^/?controlpanel/?$ /usr/local/cpanel/cgi-sys/redirect.cgi

Abaixo dela, cole:
ScriptAliasMatch ^/?painell/?$ /usr/local/cpanel/cgi-sys/redirect.cgi

Salve e feche o arquivo e execute o comando abaixo:
/usr/local/cpanel/bin/apache_conf_distiller –update;/usr/local/cpanel/bin/build_apache_conf

Após, reinicie o httpd:
service httpd restart

Fonte:

http://www.forumcpanel.com.br/index.php?showtopic=8912&pid=40102&st=0&#entry40102

Como corrigir automaticamente permissões inseguras em scripts e pastas de um domínio no linux/whm?

Sunday, February 28th, 2010

Rode os comandos como root:

find /home/*/public_html -type d -exec chmod 755 {} \;
find /home/*/public_html -type f -exec chmod 644 {} \;

Isto fará com que os arquivos possam receber permissões 644 e os diretórios 755.

Abraços.

Após restaurar um servidor WHM todos os meus pacotes (planos) sumiram, como recuperar os pacotes antigos?

Saturday, February 27th, 2010

Em inglês seria how to recovery packages, em pt_br, como recuperar pacotes de um servidor formatado?
A idéia é salvar desde pessoas que procuram como americanos ou brasileiros.
Isto é uma dúvida comum para as pessoas que migram seus servidores (ou recuperam após um grave problema) e não sabem como recuperar os pacotes do servidor.
Bem, nada de preocupação!

Assim que o servidor for formatado, acesse o disco antigo e copie a pasta /antigo_disco_montado/var/cpanel/packages /var/cpanel/packages

Pronto, para conferir você pode listar todas as contas e verá que os respectivos pacotes estarão ok ;)

Abraços.

You must specify a FilePath to the XML file you want to load!

Wednesday, February 24th, 2010

Se você está recebendo mensagens de erro neste estilo aqui ó:

You must specify a FilePath to the XML file you want to load!

This message error:

[Exception: You must specify a FilePath to the XML file you want to load!]
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor.AllParameters() +136
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor.LoadConfigFile() +16
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor..ctor(String FilePath) +133
nDeveloper.BO.Base.Config.ConfigFile.GetValue(String Key) +40
nDeveloper.BO.Base.Domain.DataBaseConfig.GetServerType() +42
nDeveloper.BO.Base.Domain.DataBaseConfig.GetConnectionString() +61
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess.BaseDb..ctor() +38
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess._NoticiaDA..ctor() +24
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess.NoticiaDA..ctor() +24
Vsoft.iPortal.BO.BusinessLogic.Noticia.ListaNoticias(Nullable`1 SecaoID, Int32 Quantidade, Nullable`1 CaracterizacaoID) +48
Start_Default.CarregaDestaques() +173
Start_Default.Page_Load(Object sender, EventArgs e) +30
System.Web.Util.CalliHelper.EventArgFunctionCaller(IntPtr fp, Object o, Object t, EventArgs e) +15
System.Web.Util.CalliEventHandlerDelegateProxy.Callback(Object sender, EventArgs e) +33
System.Web.UI.Control.OnLoad(EventArgs e) +99
System.Web.UI.Control.LoadRecursive() +47
System.Web.UI.Page.ProcessRequestMain(Boolean includeStagesBeforeAsyn

Nada de dor de cabeça, há uma probabilidade enorme do seu sistema não estar deixando o IIS e o ASPNET acessarem a pasta que contém o arquivo XML.

E digo mais, é comum também de tabela receber este erro aqui:

Detalhes da Exceção: System.UnauthorizedAccessException: Acesso ao caminho “C:\Inetpub\wwwroot\caminho\dados\arquivo_problema.xml” foi negado.

Nas propriedades da pasta dados, altere as permissões da conte \ASPNET ou IUSR_MACHINENAME. A mensagem de erro fornece uma breve descrição sobre os dois casos :

“O ASP.NET não está autorizado a acessar o recurso solicitado. Recomenda-se conceder à identidade de solicitação do ASP.NET direitos de acesso ao recurso. O ASP.NET tem uma identidade de processo-base (geralmente {MACHINE}\ASPNET no IIS 5 ou Serviço de Rede no IIS 6) que é usada se o aplicativo não estiver sendo representado. Se o aplicativo estiver sendo representado através de , a identidade será o usuário anônimo (geralmente IUSR_MACHINENAME) ou o usuário de solicitação autenticado. “

como listar a memória do cumputador ou placa-mãe no linux how to list memory or motherboard pc or server on console

Wednesday, February 24th, 2010

Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:

lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:

00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)

Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).

lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:

lshw | more

O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.

A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:

*-memory:0
description: System Memory
physical id: 40
slot: System board or motherboard
size: 4GiB
*-bank:0
description: DIMM 667 MHz (1.5 ns)
product: None
vendor: None
physical id: 0
serial: None
slot: DIMM_B1
size: 2GiB
width: 64 bits
clock: 667MHz (1.5ns)

Legal né?

Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:

cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:

processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08

Legal!

arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices

Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).

Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo

Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!

dmesg | more

Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!

dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:

dmidecode | more

Um pouco da saída:

System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch

Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.

Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.

path ou caminho das estatísticas de domínios no plesk

Sunday, February 21st, 2010

Muitas vezes precisamos de estatísticas (LOGS DO DOMÍNIO) para analizar algum erro em um servidor e nos deparamos comum certo dilema:

O plesk não é como “as coisas naturais do iis são”… lol
É isto mesmo, os logs que mostram erros críticos em um site não ficam localizados em:
C:\Windows\System32\LogFiles\W3SVCXXXXX (aonde XXXXX são números).

Caso queira achar uma informação proveitosa de um domínio a saída está aqui:

C:\INETPUB\VHOSTS\SITEASERANALIZADO.COM.BR\STATISTICS\LOGS\W3SVCXXXXX (XXXXX = números)

Se achar a resolução do problema, pls, dê um whois no meu domínio, ache minha casa e me mande uma caixa de BIS, please!

how to install ImageMagick on cPanel como instalar ImageMagick no cpanel

Sunday, February 21st, 2010

Boa tarde ALL,

Super simples, logue-se como root e rode os seguintes comandos:

/scripts/checkimagemagick

Caso Não seja exibido “OK” rode o comando abaixo:

/scripts/installimagemagick

Pronto!

How to install a clean Fantastico Deluxe como instalar o fantástico do zero

Friday, February 19th, 2010

Rode os comandos abaixo como root:

cd /usr/local/cpanel/whostmgr/docroot/cgi
wget -N http://files.betaservant.com/files/free/fantastico_whm_admin.tgz
tar -xzpf fantastico_whm_admin.tgz
rm -rf fantastico_whm_admin.tgz

Depois é só correr para o abraço e observar em seu whm no último menu ,o fantastico estará lá, bastando somente clicar em install e mandar ficha!

Como instalar subversion no ubuntu Karmic (9.10) – how to install subversion ubuntu 9.x com ssl

Sunday, February 14th, 2010

Boa noite ALL,

Abaixo mostro como instalar o subversion no ubuntu karmic (9.10):

Como em toda instalação ou configuração no Ubuntu, recomendo atualizar os repositórios do APT e instalar quaisquer atualizações disponíveis.

# apt-get update
# apt-get upgrade
Instalação do Subversion

Os pacotes necessários são: subversion, libapache2-svn, apache2 e ssl-cert, onde:

* subversion – é o pacote contendo além dos arquivos binários, também as ferramentas de administração svnadmin e distribuição svnserve;
* libapache2-svn – contém os módulos mod_dav_svn e mod_authz_svn que permitem o acesso aos repositórios através do protocolo http e https via WebDAV;
* apache2 – é servidor web. Veja mais em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Servidor_Apache;
* ssl-cert – pacote que permite a instalação de outros pacotes que precisam criar certificados SSL. Leia também sobre OpenSSL.

Para instalação desse pacotes utilize o comando abaixo:

# apt-get install subversion libapache2-svn apache2 ssl-cert
Habilitando o Suporte ao SSL

Após a instalação, vamos habilitar o suporte a SSL no Apache 2. Para isso, é necessário criar um certificado digital. Utilizando o comando make-ssl-cert é possível fazer esta criação, porém é necessário utilizar um modelo de configuração. Por padrão o Ubuntu Intrepid Ibex (Ubuntu 8.10) já traz este modelo em /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf. Sugiro dar uma olhada neste modelo, eu particularmente fiz algumas alterações que visam exibir informações do responsável pela emissão do certificado. Veja o modelo:

#
# SSLeay example configuration file.
#

RANDFILE = /dev/urandom

[ req ]
default_bits = 1024
default_keyfile = privkey.pem
distinguished_name = req_distinguished_name
prompt = no
policy = policy_anything

[ req_distinguished_name ]
commonName = @HostName@
emailAddress = Seu Email
organizationalUnitName = Departamento
organizationName = Empresa
localityName = Campinas
stateOrProvinceName = Sao Paulo
countryName = BR

Não há problemas caso você não faça nenhuma modificação.

Crie o diretório onde o certificado será criado:

# mkdir /etc/apache2/ssl

Agora, utilizando o make-ssl-cert e o modelo no arquivo ssleay.cnf vamos criar o certificado armazenando-o no arquivo apache.pem:

# make-ssl-cert /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf /etc/apache2/ssl/apache.pem

Surgirá uma tela, como a figura abaixo, onde será solicitado o nome do servidor. Eu, particularmente, preencho com o IP, pois meu DNS não está configurado e pretendo acessar o Subversion em outras máquinas.
Criação do certificado SSL. Definindo o nome do servidor.

Criação do certificado SSL. Definindo o nome do servidor.

Vamos definir a permissão ao arquivo.

# chmod 660 /etc/apache2/ssl/apache.pem
Configurando Apache 2 e habilitando o SSL

Verifique se o Apache 2 para que seja habilitada o suporte a porta 443. Para isso visualize o arquivo ports.conf no diretório do Apache 2:

# vi /etc/apache2/ports.conf

Seu arquivo deverá estar como mostro abaixo:

NameVirtualHost *:80
Listen 80


# SSL name based virtual hosts are not yet supported, therefore no
# NameVirtualHost statement here
Listen 443

Para habilitar o módulo de suporte ao SSL no Apache 2 é necessário utilizar o script a2enmod. O a2enmod criará um link simbólico no diretório /etc/apache2/mod-enabled. Para desabilitar um módulo utilize o script a2dismod. A linha de comando é:

# a2enmod ssl

O último passo da configuração do Apache 2, para o perfeito funcionamento do SSL, consiste em criar o arquivo svn em /etc/apache2/sites-available, este arquivo deve conter as configurações para a porta 443, ou seja, a porta ao qual definimos como responsável pelo SSL.

Para isso vamos copiar o arquivo default que está em /etc/apache2/sites-available para o arquivo svn.

# cp /etc/apache2/sites-available/default /etc/apache2/sites-available/svn

Agora edite o arquivo utilizando o vim:

# vi /etc/apache2/sites-available/svn

Altere a linha para e logo abaixo adicione as linhas:

SSLEngine on
ServerSignature On
SSLCertificateFile /etc/apache2/ssl/apache.pem

Vamos entender cada uma das três linhas acima:

* SSLEngine on – Ativa se definida como “on” a utilização do protocolo SSL/TLS;
* SeverSignature On – Ativa ou desativa a exbição da assinatura do servidor, ou seja, a linha que exibe as configurações do Apache. Por exemplo: Apache/2.2.9 (Ubuntu) DAV/2 SVN/1.5.1 PHP/5.2.6-2ubuntu4.1 with Suhosin-Patch mod_ssl/2.2.9 OpenSSL/0.9.8g Server at 192.168.0.30 Port 44. Na influencia no funcionamento do servidor;
* SSLCertificateFile – Define o caminho para certificado.

Após a criação do arquivo svn, então é necessário habilitá-lo no Apache 2. Para isso utilize o script a2ensite. Este script habilita arquivos que contenham o bloco no Apache2. Para desabilitar um arquivo de configuração utilize o script a2dissite. A linha de comando é esta:

# a2ensite svn

Reinicialize o Apache 2 com o comando:

# /etc/init.d/apache2 force-reload

Caso ocorra algum erro, então consulte o arquivo de log do Apache 2. Este arquivo está localizado em /var/log/apache2/error.log.

Dica de solução:

# openssl req -config /usr/share/ssl-cert/ssleay.cnf -new -x509 -days 1460 -nodes -out /etc/apache2/ssl/apache.pem -keyout /etc/apache2/ssl/apache.pem

Teste seu servidor, digitando no navegador o endereço IP precedido por https, por exemplo: https://

Você poderá ver uma página como a da figura abaixo. Fique tranquilo! Essa mensagem não reflete um problema em seu servidor. Na verdade a mensagem é exibida, pois você configurou um certificado próprio (auto-assinado) e não foi emitido por uma autoridade certificadora, como é o caso de sites que utilizam certificado homologado pela VeriSign. Apenas clique no link “você pode adicionar uma exceção” e depois no botão “Adicionar exceção…”. Aparecerá seu endereço IP. “Clique em verificar certificado” e logo em seguida, clique no botão “Confirmar exceção de segurança”. Pronto.
Firefox: Falha na conexão segura

Firefox: Falha na conexão segura
Configurando o Subversion

Vamos criar um repositório de teste para que possamos garantir a correta instalação (e na sequência vamos finalizar a instalação). Para criarmos um repositório é necessário criar um diretório e a partir dele, alterarmos o “proprietário” do diretório e definir as permissões. Após estes passos, então poderemos adicioná-lo ao Subversion com o comando svnadmin. Com o svnadmin é possível manipular usuários, projetos, repositórios e acessos.

# mkdir /var/svn/teste
# chown -R www-data:www-data /var/svn/teste
# chmod -R g+ws /var/svn/teste
# svnadmin create /var/svn/teste

Agora vamos habilitar a autenticação no Apache 2. O htpasswd é o responsável pela criação e atualização de arquivos que armazenam o nome de usuário (login) e a senha para autenticação via HTTP.

# htpasswd -c -m /etc/apache2/dav_svn.passwd admin

A opção -c cria ou reescreve e “trunca” o arquivo de senha. Já a opção -m é responsável por definir que o método MD5 será utilizado para criptografia da senha.

Repare que no final da linha, após o caminho, existe o nome de usuário utilizado, ou seja, admin. Após executado comando acima, será solicitada uma senha. Evite esquecer a senha.

Caso precise adicionar mais usuários, basta utilizar o mesmo comando acima, porém sem a opção -c. Exemplo:

# htpasswd -m /etc/apache2/dav_svn.passwd programador

Após a definição da senha, então devemos editar o arquivo dav_svn.conf para habilitar o WebDAV e o SVN no Apache 2.

# vi /etc/apache2/mods-available/dav_svn.conf

Agora altere o arquivo dav_svn.conf para a estrutura como mostrada abaixo:


DAV svn
SVNParentPath /var/svn
AuthType Basic
AuthName “Repositorio da Logica Digital”
AuthUserFile /etc/apache2/dav_svn.passwd
Require valid-user
SSLRequireSSL

Entendendo as linhas de configuração:

* – como o repositório deve aparecer no navegador, no caso irá aparecer https://ip-do-servidor/svn;
* DAV svn – habilita o repositório;
* SVNParentPath – utilizado para múltiplos repositórios;
* AuthType Basic – define o método de autenticação de usuário. É possível inclusive utilizar LDAP para habilitar Single sign-on. Prometo que farei um post sobre essa configuração;
* AuthName – serve apenas como descritivo;
* AuthUserFile – caminho do arquivo criado pelo comando htpasswd;
* Require valid-user – configuração para que apenas usuários autenticados tenham acesso ao repositório. É possível tornar o servidor acessível à usuários anônimos, porém eu não acho uma boa prática;
* SSLRequireSSL – obriga que a comunicação com o servidor de controle de versão seja feita sobre o protocolo SSL.

Após configurado o arquivo de integração entre o Subversion e o Apache 2, então é necessário reinicializar o Apache 2:

# /etc/init.d/apache2 force-reload

Acesse, através do seu navegador, o endereço https://ip-do-servidor/svn/teste. Assim você estará testando seu novo servidor de controle de versão com Subversion. Caso ele esteja funcionando corretamente, após a autenticação, será exibida uma página como abaixo:
Servidor Subversion autenticado via Apache 2

Servidor Subversion autenticado via Apache 2

Pronto. O servidor de controle de versão com Subversion, Apache 2 com SSL no Ubuntu Intrepid Ibex está funcionado. O próximo post virá com dicas de utilização.

FONTE 100%: http://andreferraro.wordpress.com/2009/04/05/linux-instalando-o-subversion-com-apache-2-e-ssl-no-ubuntu-intrepid-ibex-ubuntu-810/

Error 5.7.1 no Merak Mail Server – erro ao tentar enviar uma mensagem (try send message)

Thursday, January 28th, 2010

Bem, o erro 5.7.1 pode significar uma chuva de coisas, mas com uma simples ajuda, ou melhor, com uma simples dica este erro pode parar.

Isto normalmente ocorre por causa do RELAY que está em off (por padrão) após instalado.

O Ajax destes mailserver (o webmail em ajax) é muito bonito (mesmo). (parece que os caras são fanáticos por ext-js)

Ok, acesse o Merak (no gestor administrativo dele) e procure pelo Menu SECURITY, neste menu, procure pelo item Allow RELAY.

Isto deve resolver, caso não resolva procure por DENY SMTP EHLO, se estiver marcado, desmarque.

Caso não resolva, em última instância desabilite o suporte por SSL/TLS.

Bugs estão por toda parte e isto faz parte do panelão.

Abraços.

Localização do PHP.INI em um servidor IIS com painel de controle parallels plesk windows

Thursday, January 28th, 2010

Opa galera, mantendo o rítimo de posts em alta, vamos lá.

Hoje me surgiu uma dúvida simples:

Aonde fica localizado o danado do php.ini em um windows server com painel de controle plesk?

Simples :P

C:\Program Files\Parallels\Plesk\Additional\PleskPHP5\php.ini

Códigos de erros comuns do Outlook Express e Microsoft Outlook

Tuesday, December 15th, 2009

ERRO 0X800CCC19 (OE) OU 0X8004210A (OUTLOOK 2002)
Erro: A opção Scan incoming Email and Scan outgoing Email está activada no programa Norton AntiVirus.
Solução: Desativar o antivirus e a consultar o suporte técnico do fabricante do seu Anti Virus.

ERRO 0X800CCC0E, ERRO DE SOQUETE 10061
Erro:
A opção Scan incoming Email and Scan outgoing Email está ativada no programa AntiVirus.
Solução: Desativar o antivirus e a consultar o suporte técnico do fabricante do seu Anti Virus.

ERRO 0X800CCC0D OU 0X800CCC0F
Erro:
O Norton AntiVirus poderá ter executado o LiveUpdate da Norton e instalado a atualização Script Blocking.
Solução: Desativar o antivirus e a consultar o suporte técnico do fabricante do seu Anti Virus.

ERRO: POP3 E SMTP ERRO DE SOQUETE 11001 Nº DO ERRO 0X800CCC0D
Erro:
Configuração do servidor pop3 ou smtp esta incorreta, a porta do servidor esta bloqueada, esta ligado a um servidor, ou esta sem comunicação com a internet.
Solução: Verificar se o cliente esta se comunicando com a internet, se possui firewall ou se esta ligado em rede.

ERRO: SMTP ERRO DE SOQUETE 11004 Nº DO ERRO 0X800CCC0D
Erro:
Configuração do servidor smtp esta incorreta.

ERRO: POP3 E SMTP ERRO DE SOQUETE 11060 Nº DO ERRO 0X800CCC0E
Erro:
Configuração da porta do servidor esta incorreta ou bloqueada.

ERRO: POP3 E SMTP N.º DO ERRO 0X800CCC0E 10065
Erro:
Sem comunicação com a internet.

ERRO: POP3 E SMTP MSG: ERRO DE TCP/IP N.º DO ERRO 0X800CCC15
Erro:
Sem comunicação com a internet.

ERRO: SMTP ERRO: 0X800CCC78 OU 0X800CCC79
Erro:
A MENSAGEM NÃO PODE SER ENVIADA PORQUE UM DOS DESTINATÁRIOS FOI REJEITADO PELO SERVIDOR.
Solução: Autenticar no POP3 provedor, verificar se o SMTP configurado é do provedor, verificar se não tem mais de 200 destinatários.
Se tudo estiver OK, fazer um teste no webmail ou no OE e verificar se envia para o destinatário recusado.

ERRO: POP3 N.º DO ERRO 0X800C0131 ERRO DESCONHECIDO ( NÃO É POSSÍVEL RECEBER E-MAILS )
Erro:
Espaço insuficiente no disco rígido ou a pasta itens enviados esta danificada.
Solução: Excluir o arquivo “Caixa de entrada.dbx”

ERRO: SMTP N.º DO ERRO 0X800C0131 ERRO DESCONHECIDO ( NÃO É POSSÍVEL ENVIAR E-MAILS )
Erro:
Espaço insuficiente no disco rígido ou a pasta itens enviados esta danificada.
Solução: Excluir o arquivo “Itens Enviados.dbx”

ERRO: SMTP N.º DO ERRO 0X800CCC67 ERRO DESCONHECIDO ( NÃO É POSSÍVEL ENVIAR E-MAILS )
Erro:
Seu computador ou sua rede está conectado à Internet usando um roteador Linksys BEFSR41, BEFSR81 ou BEFW11S4.
O e-mail que você está tentando enviar contém um anexo ou foi escrito usando o Microsoft Word.
Solução: Excluir o email de saída e criar outro.

N.º DO ERRO 0X800CCC90 OU 0X800CCC91
Erro:
Erro ao fazer logon com o servidor de email. “A senha foi recusada”.

0X800CCC90 OU 0X800CCC18
Erro:
Não foi possível conectar-se ao servidor usando a autenticação de senha de segurança.
Solução: Desmarcar efetuar logon usando autenticação de senha de segurança.

ERRO DE SOQUETE: 10053 N.º DO ERRO: 0X800CCC0F
Erro:
Possível instabilidade na caixa postal ou no servidor.

N.º DO ERRO: 0X8004210B (MICROSOFT OUTLOOK)
Erro:
Ao enviar e receber” detectou um erro (0×8004210B) : “A operação excedeu o tempo de espera de uma resposta do servidor de envio de correio (SMTP)
Solução: Configuração do servidor pop3 ou smtp esta incorreta, a porta do servidor esta bloqueada, esta ligado a um servidor, ou esta sem comunicação com a internet.


N.º DO ERRO: 0X80040116 (MICROSOFT OUTLOOK)
Erro:
Erro desconhecido ( Não é Possível Receber E-mails )
Solução: Localizar o arquivo Outlook.pst e renomear para OLD.pst

N.º DO ERRO 0X80042108 (MICROSOFT OUTLOOK)
Erro:                            O Outlook não consegue conectar-se ao seu servidor de e-mail POP3 de mensagens recebidas.
Possíveis causas: Sem comunicação com a internet.
Existem arquivos corrompidos em seu disco rígido. Você está executando o Norton Personal Firewall 2002.
Você está executando software Norton Internet Security.
Você instalou uma atualização do Microsoft Office XP.

CLIENT HOST REJECTED: TEMPORARY UNAVAILABLE
Erro: O endereço eletrônico recusado foi “user@provedor.com.br”. Assunto “Re: Assunto”, Conta: “Nome”, Servidor: smtp.provedor.com.br”, Protocolo: SMTP, Resposta do servidor: “554 <IPSERVIDOR>:
Client host rejected: Temporary Unavailable”, Porta: 25, Segura (SSL): Não, Erro do servidor: 554, Nº do erro: 0×800CCC79
Causa: A mensagem não pôde ser enviada porque um de seus destinatários foi recusado pelo servidor.

FONTE: http://www.agenciadix.com.br/ajuda/site/index.php?faq=218&sid=codigos-de-erros-comuns-do-outlook-expresse-e-microsoft-outlook.html

Como listar todos os subdomínios de um determinado domínio

Monday, December 14th, 2009

No windows clique em Iniciar->executar-> CMD
Assim que o ms-dos abrir informe isto:

Nslookup
server IP_aonde_o_site_está
set type=any
ls -d domínio.com.br

:D

Como registrar DLL no windows 2008 server (make sure…)

Saturday, December 12th, 2009

Os sistemas 64 bits estão tomando conta do mercado, e com eles algumas dificuldades novas. No windows server 2008 Standart 64 bits, ao tentar registrar uma DLL com o comando regsvr32 “nome da dll” na opção executar obtive a seguinte mensagem:

Talvez o módulo “Nome da DLL” não seja compatível com a versão do Windows que você está executando. Verifique se ele é compatível com uma versão x86 (32 bits) ou x64 (64 bits) do arquivo regsvr32.exe.

Isso acontece pois quando você chama o comando sem especificar o local, ele usa o regsvr32 de 64 bits. Para usar o de 32 bits existe alguns paços a serem seguidos.

Depois de uma pesquisa na net encontrei uma solução estapafúrdia para o problema que consiste em você abrir o prompt de comando, acessar a pasta c:\windows\syswow64 e ai realizar o registro das dlls. Simples mas ao mesmo tempo difícil caso não se tenha essa informação. Acho que ao invés de retornar essa mensagem o windows deveria dizer algo assim:

Ó seu mala, Essas dlls antigas devem ser registradas acessando a pasta c:\windows\syswow64 pelo prompt de comando e digitando logo após o comando regsvr32 “nome da sua dll”.

Bom, como o mundo não é perfeito, fica aqui minha dica com as devidas referências ao FAQ da microsoft que foi onde encontrei essa informação.

Cordialmente;

Claudir Pereira dos Santos

T.I.

Matelândia, 29/06/2009.

Referências

http://support.microsoft.com/kb/282747/en-us

100% retirado de: http://claupers.spaces.live.com/blog/cns!80F64739372147EE!521.entry

Como saber a senha do administrador do Plesk em um windows server 2003 ou 2008 (webedition, enterprise, standard, datacenter)

Saturday, December 12th, 2009

Para saber a senha do administrador do Plesk em um windows server 2003 ou 2008 (webedition, enterprise, standard, datacenter) basta rodar o seguinte comando:

C:\”"PASTA DE PROGRAMAS”"\SWsoft\Plesk\admin\bin\plesksrvclient.exe” -get (no 2003)
“C:\”"PASTA DE PROGRAMAS”\Parallels\Plesk\admin\bin\plesksrvclient.exe” -get (no 2008).
Abraços.

Email erro Código numérico: 5.2.3

Friday, December 11th, 2009

ERRO 5.2.3

Isso ocorre quando o destinatário está com  caixa de emails lotada ou com problemas internos (e simples de resolver).

Como aumentar quantidade de falhas no lfd (csf) para erros de login e senha no whm cpanel

Thursday, December 3rd, 2009

Para quem usa CSF e deseja aumentar a quantidade de tentativas de acesso no firewall antes que ele dê um lock no ip, basta acessar o arquivo de configuração do CSF e modificar a quantidade de tentativas em:

LF_SSHD = para tentativas ssh,

LF_FTPD = para tentativas ftp,

LF_SMTPAUTH = para tentativas smtp,

LF_POP3D = para tentativas pop,

LF_IMAPD = para tentativas imap,

LF_HTACCESS = para tentativas de acesso por htaccess.
Informe valores numéricos após o  =

Abraços.

Como habilitar conexões remotas com o mssql server 2005 (express ou standard/enterprise)

Wednesday, December 2nd, 2009

Como configurar Conexão Remota no SQL Server 2005

Muitos casos de problemas com conexão ao servidor de Banco de Dados ocorrem por uma limitação que o SQL Server 2005 possui por padrão. Esta configuração de segurança que vem padronizada no SQL pode ser alterada facilmente. Neste artigo, será apresentada uma maneira de como solucionar este problema rapidamente. Para simular o ambiente, duas máquinas serão utilizadas. Uma será o Servidor de Banco de Dados, e a outra será a máquina cliente. No diagrama abaixo, existe uma arquitetura de exemplo para ilustrar a solução.

O nome do Servidor de Banco de Dados é NGRSERVER e a máquina cliente se chama NOTEBOOK. A instância do SQL Server 2005 que está no servidor é chamada de SQL2005.

Vamos ao que interessa. Ao tentar acessar o Servidor de Banco de Dados com sua configuração padrão, uma mensagem de erro é apresentada. Esta Depois de acessar a tela das propriedades da instância do SQL Server, escolha, no menu da esquerda, a opção Connection. A parte direita da tela será referente à Connection, procure a opção Allow remote connection to this server. Deixe esta opção marcada. Clique em OK.mensagem diz que ocorreu um erro enquanto estabilizava uma conexão com o servidor, esta falha pode ser pelo fato da configuração padrão do SQL Server não permitir conexões remotas.

“An error has occurred while establishing a connection to the server. When connecting to SQL Server 2005, this failure may be caused by the fact that under the default settings SQL Server does not allow remote connections”

A solução deste problema é resolvida em alguns passos.

Código:
1. Permitir conexões remotas à instância do SQL Server que será acessada de outro computador;
2. Habilitar o protocolo  TCP/IP para conexão e tráfego de informações;
3. Iniciar o serviço do SQL Server Browser;
4. Configurar o  Firewall para permitir que informações relacionadas ao SQL Server seja permitido de passar por ele.

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Estes passos garantem a conexão remota do SQL Server. Abaixo cada passo é explicado detalhadamente.

Passo 1: Para permitir que computadores acessem instâncias do SQL Server em outra máquina, a primeira coisa a ser feita é uma configuração na instância que receberá as conexões remotas, no nosso caso, o SQL2005 no servidor NGRSERVER.

Para fazer isso, conecte-se localmente na instância do servidor, clique com o botão direito na instância conectada e aponte o mouse para Properties.

Depois de acessar a tela das propriedades da instância do SQL Server, escolha, no menu da esquerda, a opção Connection. A parte direita da tela será referente à Connection, procure a opção Allow remote connection to this server. Deixe esta opção marcada. Clique em OK.

A conclusão deste procedimento passa a garantir que a instância do SQL Server poderá receber conexões remotas, mas este não é o único passo a ser cumprido. Mais alguns passos devem ser seguidos para a conclusão da tarefa.

Passo 2: Para permitir que o protocolo TCP/IP trafegue informações do SQL e que conexões possam ser estabelecidas através deste protocolo, vamos liberá-lo no SQL Server, utilizando uma ferramenta disponível na instalação das ferramentas de administração. A ferramenta é o SQL Server 2005 Surface Area Configuration. Esta ferramenta por padrão, encontra-se na pasta Configuration Tools do SQL Server 2005. Nesta ferramenta, utilizaremos os recursos de Surface Area Configuration for Services and Connections.

Acesse Surface Area Configuration for Services and Connections, no menu da esquerda expanda o item da instância, neste caso, SQL2005. Depois expanda Database Engine e selecione Remote Connections. Na tela da direita, selecione a opção Local and remote connections e em seguida Using TCP/IP only. Clique em OK.

Esta configuração permite agora, que a instância selecionada receba conexões locais e remotas, as conexões remotas serão somente por TCP/IP. A opção Using both TCP/IP and named pipes também poderia ser sido utilizada, sem problemas.

Continuando com a configuração do TCP/IP, vamos utilizar agora outra ferramenta, SQL Server Configuration Manager. Nesta ferramenta utilizaremos o recurso SQL Server 2005 Network Configuration, que se encontra no menu da esquerda. Ao expandir este item, encontramos o Protocols for SQL2005. Ao clicar nele, algumas opções se abrirão do lado direito da tela. Nas opções disponibilizadas, devemos deixar o protocolo TCP/IP com status de Enabled. Para fazer isso, clique com o botão direito do mouse em TCP/IP e vá em Enabled. Após isso, ele aparecerá configurado.

Depois de configurar o status para Enabled, mais duas verificações devem ser feitas nas propriedades do protocolo TCP/IP. Para acessar estas configurações, clique com o botão direito do mouse em TCP/IP e em seguida em Propriedades. Uma tela com duas abas superiores se abrirá. A primeira aba Protocol, deve ficar com a propriedade Enabled configurada para Yes.

Na segunda aba, IP Addresses, devemos garantir que as propriedades Active e Enabled estejam configuradas para Yes.

Após garantirmos estas configurações, clicamos em OK para salvar nossas alterações.

As alterações que foram feitas nestas duas ferramentas são úteis para garantir que a instância do SQL Server selecionada possa receber conexões remotas e que o protocolo remoto de conexão é o TCP/IP.

Passo 3: Para iniciar o serviço do SQL Server Browser, utilizaremos novamente a ferramenta SQL Server Configuration Manger. Para acessar a área que controla os serviços do SQL Server, no menu da esquerda, será utilizado o item SQL Server 2005 Services. Na parte direita da tela, os serviços relacionados ao SQL Server são apresentados. O serviço SQL Server Browser encontra-se com seu State configurado para Stopped. Para iniciar o serviço, clique com o botão direito do mouse no serviço e em seguida clique em Start. Este processo levará alguns instantes, e o State antigo passará a ser Running.

fim da 2ªparte

Após a inicialização do serviço do SQL Server Browser, e as configurações de liberação para acesso remoto e de TCP/IP, o serviço da instância do SQL Server deve ser reiniciado para que as alterações tenham efeito. Para fazer isso, na mesma tela onde foi iniciado o serviço do SQL Server Browser, selecione o serviço do SQL Server (SQL2005), clique com o botão direito do mouse e aponte p ara Restart. Aguarde alguns instantes a parada e a inicialização do serviço. Lembre-se que SQL2005 é a instância do SQL Server do servidor que utilizamos como exemplo.

Passo 4: Para que as conexões remotas funcionem no SQL Server 2005, o Firewall da rede deve ter exceções para as instâncias do SQL Server 2005 e o serviço do SQL Server Browser. Para exemplificar, colocaremos as exceções no Firewall do próprio Windows. Caso você utilize outro Firewall, você deve ler sua documentação para realizar o procedimento de liberação dos programas utilizados.

O Firewall do Windows está presente nas instalações do Windows XP com Service Pack 2 ou superior. Para acessar o Firewall do Windows, vá em Iniciar > Painel de Controle > Firewall do Windows ou digite firewall.cpl em Iniciar > Executar e clique em OK. A liberação no Firewall deve ser feita para cada instância que terá suas conexões remotas permitidas. Realizar estas exceções em cada instância do SQL Server é necessária pelo fato de ser permitido instalar diversas instâncias do SQL Server em um mesmo servidor. Cada instalação do SQL Server é chamada de instância, e cada instância pode ter quantos Bancos de Dados forem necessários, podendo ser repetidos ou não em uma instância ou outra. Para colocar uma instância do SQL Server nas exceções do Firewall, devemos abrir a aba Exceções do Firewall do Windows, clicar em Adicionar Programa, procurar o arquivo SqlServr.exe que por padrão, encontra-se na pasta C:\Arquivos de Programas\Microsoft SQL Server\MSSQL.1\MSSQL\Binn.

A pasta MSSQL.1 é a pasta referente à instância 1 do SQL Server. Se for colocar uma exceção para uma segunda instância do SQL, o arquivo SqlServr.exe deve ser localizado na pasta MSSQL.2.

Para colocar uma exceção ao serviço do SQL Server Browser, devemos seguir os mesmos passos que percorremos para colocar exceção à instância do SQL Server, a única diferença será procurar o arquivo SqlBrowser.exe que por padrão está na pasta C:\Arquivos de Programas\Microsoft SQL Server\90\Shared.

Estes passos apresentados auxiliam a conexão remota com o Servidor de Banco de Dados através de máquinas clientes. Podemos ver que seguindo os passos corretamente, o acesso de aplicações e de ferramentas administrativas deixou de ser exclusivamente da máquina do Servidor de Banco de Dados, e passou a ter acessos liberados para outras máquinas da LAN (Local Area Network). Lembrando que, para acessar uma instância do Banco de Dados, você terá que colocar um usuário e senha válidos para realizar a conexão.

Dica retirada de:

http://www.chmod.com.br/vb/showthread.php?t=6890