Archive for the ‘Nerdice!’ Category

E quando o replace do Mysql me Abandonar o Perl vai me Salvar ;)

Tuesday, January 31st, 2012

Para se salvar com uma alternativa ao comando replace (oriundo do mysql) use:

perl -pi -w -e ‘s/COISA_QUE_QUERO_SUBSTITUIR/COISA_QUE_QUERO_ADD/g;’ arquivo_que_quero_mudar

Pronto!

Service Unavailable HTTP Error 503 – Coisas que só o IIS pode “proporcionar” a você

Monday, July 12th, 2010

Das coisas que mais me irritam a mais especial é a falta de logs precisos por parte do sistema operacional. Em se tratando de Microsoft aí é que a coisa pega e pega FEIO!

Um dos erros que me fizeram gastar aproximadamente 8 horas de troubleshooting foi o erro Service Unavailable HTTP Error 503. Das coisas que mais se alegam são:

- Chaves pré-definidas junto aos serviços do IIS:
http://blogs.iis.net/webtopics/archive/2010/02/17/a-not-so-common-root-cause-for-503-service-unavailable.aspx
e
http://blogs.msdn.com/b/drnick/archive/2006/10/16/configuring-http-for-windows-vista.aspx

- Contas sem autoridade junto ao IIS:
http://social.msdn.microsoft.com/Forums/en/mdmsetup/thread/4689da4a-0452-45b6-bbb4-21ccb76d8ff9

- IIS operando com recursos de 32 bits em plataformas 64 bits:
http://forums.asp.net/p/1502755/3560390.aspx

- IIS com “loucuras” que só Deus para não duvidar:
http://www.microsoft.com/technet/prodtechnol/WindowsServer2003/Library/IIS/55f71614-ef1b-4015-b9c8-a42c1e700c25.mspx?mfr=true

- Falaram que pode ser algum sysadmin modificando algo, por isso o downtime:
http://www.checkupdown.com/status/E503_pt.html
http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc736325%28WS.10%29.aspx

Caso você tenha “passado” pelos pontos acima e nenhum deles “sanou” seu problema, e além disso, você tem CERTEZA de que sua appweb está 100% depurada, debug 100% ok, tudo filé, e ainda tem CERTEZA que nenhum admin andou fazendo besteira em seu servidor, a saída pode ser alcançada da seguinte forma:

1 – Observe se existe alguma tabela corrompida em suas consultas SQL na appweb (caso consiga – detalhe, foi meu caso com BDs do tipo Mysql).
2 – Permissões em arquivos remotos ou tempo de resposta a tais chamadas.

Perceba que não é erro em nada de configuração, servidor e etc (evite loucuras como as minhas de tuning, pensando que era um erro de alto processamento, i/o e etc).

Normalmente os logs ineficientes (ex: 503 “n/a” nome do POOL_com_paranente_problema) do IIS falam que o pool de aplicativos “XXX” (nome que você deu ao pool) para rodar aplicativos DOTNET expirou/expulso/estuprou/estrangulou e etc a requisição (quer seja por POST ou GET). (na pasta logfiles dentro de windows – aonde o iis guarda seus logs)
O mais top dos erros:

1. “Connection_Dropped DefaultAppPool”
2. “Connection_Abandoned_By_AppPool DefaultAppPool”

Mesmo que você venha utilizar-se do software de debug que a MS tem, sinto muito em lhe avisar, mas será em vão utilizar-se tal ferramenta!
Siga os meus conselhos nas linhas em negrito, aquilo ali pode salvar seu dia. Use um frontend para executar suas querys e ver se não estão ali as saídas.

Ferramenta: http://support.microsoft.com/kb/919792/

Twitter indisponível hoje :(

Wednesday, June 23rd, 2010

Twitter fora do ar :( as 13:15.

Amante CPANEL (lol)

Sunday, May 23rd, 2010

Bem, para viciado em Gnu/Linux existe solução, mas e quando você vai à uma empresa prestar consultoria e se depara com uma besteirinha dessas aqui:

Um amigo meu, dooguinha ficou louquinho de tanto que insisti com ele para ele bater foto disso… lol, mas parece ou não parece?

Cpanel -> R$ 69 reais,
Celeron 1.7 -> R$ 110 reais,
Ser viciado em Cpanel Não tem preço!

Mais que uma distribuição: Ubuntu é uma paixão!

Tuesday, May 18th, 2010

Por estes dias estive trocando idéias com um amigo meu (dooguinha) que também adora Gnu/Linux, sobre qual distribuição usar, visto que estava com Windows XP em meu desktop pessoal e precisava de algo mais enriquecedor em termos de conhecimento (mexer com registro de Windows para remover falhas não é muito proveitoso, rsrsrs).

Resolvi voltar a utilizar-me do Ubuntu.

Antes quero expor alguns problemas que enfrentei antes desta escolha:

1 – Na tentativa de usar o OPENSUSE eu não poderia deixar de comentar da podridão que é em termos de velocidade de update nos repositórios do Opensuse, sem contar o drama que é para achar uma configuração avançada – resumo -> mv opensuse_my_desk /dev/null (apesar da excelente instalação em um hd ide de 320gb, e detecção de maneira louvável com ênfase em hardware),

2 – Na tentativa de usar o Fedora, o que mais me chamou atenção foi o boot todo voltado para arquitetura sata, ou seja, seu boot fica todo duro no /sbin/loader… Quem diria… o foguete ainda nem saiu do forno e já me deixou sem um minuto sequer desejoso em utiliza-lo. Sabe qual foi o fim? mv fedora_my_desk /dev/null,

3 – Na tentativa de usar o CentOS como desktop eu volto no ponto 2 e vivo o mesmo drama… mv centos_my_desk /dev/null.

Confesso que deixei o Ubuntu como sendo a última alternativa. Isto ocorreu devido um teste um pouco frustrado de utilizar-me da 10.04 em meu modesto desktop. Achei lento no uso, porém rápido no boot, e de maneira precipitada não lembrei que os repositórios estavam lotados graças a quantidade de fãs que esta distribuição faz a cada lançamento.

Decidi então subir manualmente o desktop, afim de obter algum “exclarecimento” no quesito velocidade de S.O., optei pela 9.10 subindo para Lucid. Abaixo segue um screen mostrando o primeiro ponto forte do Ubuntu aos meus olhos:


Após update, cheguei na Lucid e modifiquei os botões de janelas para a direita, afinal de contas de livre o mac só tem a escolha de compra do usuário!

Quer apontar os botões para o lado direito? Use:

gconftool-2 --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

E para que isto se aplique a todos os users faça:

sudo gconftool-2 --direct --config-source xml:readwrite:/etc/gconf/gconf.xml.defaults --type string --set "/apps/metacity/general/button_layout" "menu:minimize,maximize,close"

Ambos comandos pedem autorização para rodar, aplique a senha do root e pronto!

Por fim vai um print do meu desktop :D (ainda nem terminei minhas customizações, mas gostei das tonalidades).

O dia de testes na penúltima utilização do Ubuntu foi quando criei o tutorial do LAMP2 no Lucid Lynx.

Ah, o problema somente será o espaço para o Slackware 13.1. Estou um pouco triste por que se continuar curtindo meu Ubuntu terminarei abandonando meu slackzinho :( .

Abraços e boa noite ALL!

Acompanhe o ENSOL pelo Streaming gigahost :D

Friday, May 7th, 2010

ENSOL IV

Pessoal, para quem está longe como eu vale a pena acompanhar o ENSOL.
A Qualidade do streaming tá bacana (conexão aqui de 1mb compartilhada).
Para profissionais com afinidade no globo de software livre vale a pena acompanhar.

Vide: http://ensol.gigahost.com.br/

Lamp2: Ubuntu 10.04 APACHE 2 Mysql 5 PHP 5 phpmyadmin (lucid lynx)

Tuesday, May 4th, 2010

Boa noite ALL, é com muita alegria que informo:

Meu PC está com o Lucid Lynx (Ubuntu 10.4).
Este How to que preparei hoje vai ensinar como montar um ambiente de desenvolvimento web para aplicações php que utilizam-se do container apache e do banco de dados mysql.
Um ambiente LAMP2 (apache 2 mysql 5 php 5 e phpmyadmin) é fundamental para quem desenvolve e deseja testar sua app antes de envia-la para web, sem mais, vamos aos passos:

1 – Clique em Aplicativos->Acessórios->Terminal
2 – rode o comando: sudo apt-get install apache2
Este comando serve para instalar o apache 2.
A saída deste comando deverá ser semelhante a esta:

Lendo listas de pacotes… Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado… Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
apache2-mpm-worker apache2-utils apache2.2-bin apache2.2-common libapr1 libaprutil1 libaprutil1-dbd-sqlite3 libaprutil1-ldap
Pacotes sugeridos:
apache2-doc apache2-suexec apache2-suexec-custom
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
apache2 apache2-mpm-worker apache2-utils apache2.2-bin apache2.2-common libapr1 libaprutil1 libaprutil1-dbd-sqlite3 libaprutil1-ldap
0 pacotes atualizados, 9 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 3328kB de arquivos.
Depois desta operação, 10,1MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
0% [Aguardando por cabeçalhos]
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libapr1 1.3.8-1build1 [116kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1 1.3.9+dfsg-3build1 [85,4kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1-dbd-sqlite3 1.3.9+dfsg-3build1 [27,1kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libaprutil1-ldap 1.3.9+dfsg-3build1 [25,1kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2.2-bin 2.2.14-5ubuntu8 [2622kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-utils 2.2.14-5ubuntu8 [159kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2.2-common 2.2.14-5ubuntu8 [290kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-mpm-worker 2.2.14-5ubuntu8 [2364B]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2 2.2.14-5ubuntu8 [1482B]
Baixados 3328kB em 40s (81,4kB/s)
Selecionando pacote previamente não selecionado libapr1.
(Lendo banco de dados … 148327 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando libapr1 (de …/libapr1_1.3.8-1build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1.
Desempacotando libaprutil1 (de …/libaprutil1_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1-dbd-sqlite3.
Desempacotando libaprutil1-dbd-sqlite3 (de …/libaprutil1-dbd-sqlite3_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado libaprutil1-ldap.
Desempacotando libaprutil1-ldap (de …/libaprutil1-ldap_1.3.9+dfsg-3build1_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.2-bin.
Desempacotando apache2.2-bin (de …/apache2.2-bin_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-utils.
Desempacotando apache2-utils (de …/apache2-utils_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.2-common.
Desempacotando apache2.2-common (de …/apache2.2-common_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-mpm-worker.
Desempacotando apache2-mpm-worker (de …/apache2-mpm-worker_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2.
Desempacotando apache2 (de …/apache2_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) …
Processando gatilhos para man-db …
Processando gatilhos para ufw …
Processando gatilhos para ureadahead …
ureadahead will be reprofiled on next reboot
Configurando libapr1 (1.3.8-1build1) …

Configurando libaprutil1 (1.3.9+dfsg-3build1) ...

Configurando libaprutil1-dbd-sqlite3 (1.3.9+dfsg-3build1) ...
Configurando libaprutil1-ldap (1.3.9+dfsg-3build1) ...
Configurando apache2.2-bin (2.2.14-5ubuntu8) ...
Configurando apache2-utils (2.2.14-5ubuntu8) ...
Configurando apache2.2-common (2.2.14-5ubuntu8) ...
Enabling site default.
Enabling module alias.
Enabling module autoindex.
Enabling module dir.
Enabling module env.
Enabling module mime.
Enabling module negotiation.
Enabling module setenvif.
Enabling module status.
Enabling module auth_basic.
Enabling module deflate.
Enabling module authz_default.
Enabling module authz_user.
Enabling module authz_groupfile.
Enabling module authn_file.
Enabling module authz_host.
Enabling module reqtimeout.

Configurando apache2-mpm-worker (2.2.14-5ubuntu8) ...
* Starting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando apache2 (2.2.14-5ubuntu8) ...

Processando gatilhos para libc-bin ...
ldconfig deferred processing now taking place

Ressalto que usei o gestor de pacotes e habilitei o suporte a pacotes instáveis e também o repositório partner (mais abaixo posto como fazer).

Ainda no console use o comando abaixo:

sudo apt-get install php5 libapache2-mod-php5
Isto servirá para instalar o php5 e ainda integra-lo como DSO no apache (como módulo).
A saída deste comando será semelhante a esta:

Lendo listas de pacotes... Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado... Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
apache2-mpm-prefork php5-common
Pacotes sugeridos:
php-pear php5-suhosin
Os pacotes a seguir serão REMOVIDOS:
apache2-mpm-worker
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
apache2-mpm-prefork libapache2-mod-php5 php5 php5-common
0 pacotes atualizados, 4 pacotes novos instalados, 1 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 3376kB de arquivos.
Depois desta operação, 8790kB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main apache2-mpm-prefork 2.2.14-5ubuntu8 [2422B]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-common 5.3.2-1ubuntu4.1 [541kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main libapache2-mod-php5 5.3.2-1ubuntu4.1 [2831kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5 5.3.2-1ubuntu4.1 [1114B]
Baixados 3376kB em 8s (389kB/s)
dpkg: apache2-mpm-worker: problemas de dependência, mas removendo assim mesmo conforme pedido:
apache2 depende de apache2-mpm-worker (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-prefork (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-event (= 2.2.14-5ubuntu8) | apache2-mpm-itk (= 2.2.14-5ubuntu8); porém:
Pacote apache2-mpm-worker está para ser removido.
Pacote apache2-mpm-prefork não está instalado.
Pacote apache2-mpm-event não está instalado.
Pacote apache2-mpm-itk não está instalado.
(Lendo banco de dados ... 148902 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Removendo apache2-mpm-worker ...
* Stopping web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
... waiting [ OK ]
Selecionando pacote previamente não selecionado apache2-mpm-prefork.
(Lendo banco de dados ... 148895 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando apache2-mpm-prefork (de .../apache2-mpm-prefork_2.2.14-5ubuntu8_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-common.
Desempacotando php5-common (de .../php5-common_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libapache2-mod-php5.
Desempacotando libapache2-mod-php5 (de .../libapache2-mod-php5_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado php5.
Desempacotando php5 (de .../php5_5.3.2-1ubuntu4.1_all.deb) ...
Configurando apache2-mpm-prefork (2.2.14-5ubuntu8) ...
* Starting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando php5-common (5.3.2-1ubuntu4.1) ...
Configurando libapache2-mod-php5 (5.3.2-1ubuntu4.1) ...

Creating config file /etc/php5/apache2/php.ini with new version
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Configurando php5 (5.3.2-1ubuntu4.1) ...

Já que estamos na metade do caminho o ideal seria dar um restart no apache para garantir que ele leu seu conf.
Use o comando:

sudo /etc/init.d/apache2 restart

A saída deverá ser parecida com:

* Restarting web server apache2 apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
... waiting apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Para garantir que o apache está interpretando códigos php (fazendo uso do interpretador como módulo) podemos editar um arquivo e testa-lo. use o comando abaixo:

sudo vi /var/www/index.php

Dentro deste arquivo informe:

echo 'nerdblog é 10';
?>

escreva : e depois escreva wq! e pressione enter, ficando algo como :wq! , você salvará o arquivo e sairá do vi.
Feito isto acesse o arquivo para ver se a mensagem nerdblog é 10 aparece, caso sim, sucesso total! Do contrário releia este manual!
Este teste pode ser feito em http://localhost/index.php

Para instalar o mysql como servidor de banco de dados devemos usar o seguinte comando:
sudo apt-get install mysql-server
A saída deste comando deverá assemelhar-se com:

Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-common 5.1.41-3ubuntu12 [97,1kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libnet-daemon-perl 0.43-1 [46,9kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libplrpc-perl 0.2020-2 [36,0kB]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libdbi-perl 1.609-1build1 [798kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libmysqlclient16 5.1.41-3ubuntu12 [1931kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libdbd-mysql-perl 4.012-1ubuntu1 [135kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-client-core-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [176kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-client-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [8136kB]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server-core-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [4711kB]
Obter:10 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server-5.1 5.1.41-3ubuntu12 [7007kB]
Obter:11 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libhtml-template-perl 2.9-1 [65,8kB]
Obter:12 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main mysql-server 5.1.41-3ubuntu12 [93,0kB]
Baixados 23,2MB em 1min 58s (196kB/s)
Pré-configurando pacotes ...
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-common.
(Lendo banco de dados ... 150463 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando mysql-common (de .../mysql-common_5.1.41-3ubuntu12_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libnet-daemon-perl.
Desempacotando libnet-daemon-perl (de .../libnet-daemon-perl_0.43-1_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libplrpc-perl.
Desempacotando libplrpc-perl (de .../libplrpc-perl_0.2020-2_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libdbi-perl.
Desempacotando libdbi-perl (de .../libdbi-perl_1.609-1build1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libmysqlclient16.
Desempacotando libmysqlclient16 (de .../libmysqlclient16_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libdbd-mysql-perl.
Desempacotando libdbd-mysql-perl (de .../libdbd-mysql-perl_4.012-1ubuntu1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-client-core-5.1.
Desempacotando mysql-client-core-5.1 (de .../mysql-client-core-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-client-5.1.
Desempacotando mysql-client-5.1 (de .../mysql-client-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server-core-5.1.
Desempacotando mysql-server-core-5.1 (de .../mysql-server-core-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) ...
Processando gatilhos para man-db ...
Configurando mysql-common (5.1.41-3ubuntu12) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server-5.1.
(Lendo banco de dados ... 150828 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando mysql-server-5.1 (de .../mysql-server-5.1_5.1.41-3ubuntu12_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libhtml-template-perl.
Desempacotando libhtml-template-perl (de .../libhtml-template-perl_2.9-1_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado mysql-server.
Desempacotando mysql-server (de .../mysql-server_5.1.41-3ubuntu12_all.deb) ...
Processando gatilhos para ureadahead ...
Processando gatilhos para man-db ...
Configurando libnet-daemon-perl (0.43-1) ...
Configurando libplrpc-perl (0.2020-2) ...
Configurando libdbi-perl (1.609-1build1) ...
Configurando libmysqlclient16 (5.1.41-3ubuntu12) ...

Configurando libdbd-mysql-perl (4.012-1ubuntu1) ...
Configurando mysql-client-core-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) ...
Configurando mysql-client-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) ...
Configurando mysql-server-core-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) ...
Configurando mysql-server-5.1 (5.1.41-3ubuntu12) ...
mysql start/running, process 4808

Configurando libhtml-template-perl (2.9-1) ...
Configurando mysql-server (5.1.41-3ubuntu12) ...
Processando gatilhos para libc-bin ...
ldconfig deferred processing now taking place

--
No meio desse esquema todo serão exibidas janelas que solicitarão a senha de administrador do mysql, semelhantes as imagens abaixo:

Outra tela:

Estas telas pedem para que você dê uma senha para o usuário root do mysql, escolha uma senha ao seu gosto e depois repita a mesma.

Agora iremos integrar o php + apache + mysql + phpmyadmin, para isto precisaremos usar o comando:

sudo apt-get install libapache2-mod-auth-mysql php5-mysql phpmyadmin

A saída deste comando deverá ser algo mais ou menos parecido com isto aqui:

Lendo listas de pacotes... Pronto
Construindo árvore de dependências
Lendo informação de estado... Pronto
Os pacotes extra a seguir serão instalados:
dbconfig-common javascript-common libjs-mootools libmcrypt4 libt1-5 php5-gd php5-mcrypt wwwconfig-common
Pacotes sugeridos:
libmcrypt-dev mcrypt postgresql-client apache apache-ssl
Os NOVOS pacotes a seguir serão instalados:
dbconfig-common javascript-common libapache2-mod-auth-mysql libjs-mootools libmcrypt4 libt1-5 php5-gd php5-mcrypt php5-mysql phpmyadmin wwwconfig-common
0 pacotes atualizados, 11 pacotes novos instalados, 0 a serem removidos e 0 não atualizados.
É preciso baixar 5404kB de arquivos.
Depois desta operação, 21,9MB adicionais de espaço em disco serão usados.
Você quer continuar [S/n]? S
Obter:1 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main dbconfig-common 1.8.44ubuntu1 [474kB]
Obter:2 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe wwwconfig-common 0.2.1 [22,8kB]
Obter:3 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe javascript-common 7 [3854B]
Obter:4 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libapache2-mod-auth-mysql 4.3.9-12ubuntu1 [25,6kB]
Obter:5 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe libjs-mootools 1.2.4.0~debian1-1 [248kB]
Obter:6 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe libmcrypt4 2.5.8-3.1 [76,1kB]
Obter:7 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/main libt1-5 5.1.2-3build1 [155kB]
Obter:8 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-gd 5.3.2-1ubuntu4.1 [34,8kB]
Obter:9 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe php5-mcrypt 5.3.2-0ubuntu1 [15,2kB]
Obter:10 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid-proposed/main php5-mysql 5.3.2-1ubuntu4.1 [64,2kB]
Obter:11 http://br.archive.ubuntu.com/ubuntu/ lucid/universe phpmyadmin 4:3.3.2-1 [4285kB]
Baixados 5404kB em 45s (118kB/s)
Pré-configurando pacotes ...
Selecionando pacote previamente não selecionado dbconfig-common.
(Lendo banco de dados ... 150920 arquivos e diretórios atualmente instalados).
Desempacotando dbconfig-common (de .../dbconfig-common_1.8.44ubuntu1_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado wwwconfig-common.
Desempacotando wwwconfig-common (de .../wwwconfig-common_0.2.1_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado javascript-common.
Desempacotando javascript-common (de .../javascript-common_7_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libapache2-mod-auth-mysql.
Desempacotando libapache2-mod-auth-mysql (de .../libapache2-mod-auth-mysql_4.3.9-12ubuntu1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libjs-mootools.
Desempacotando libjs-mootools (de .../libjs-mootools_1.2.4.0~debian1-1_all.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libmcrypt4.
Desempacotando libmcrypt4 (de .../libmcrypt4_2.5.8-3.1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado libt1-5.
Desempacotando libt1-5 (de .../libt1-5_5.1.2-3build1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-gd.
Desempacotando php5-gd (de .../php5-gd_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-mcrypt.
Desempacotando php5-mcrypt (de .../php5-mcrypt_5.3.2-0ubuntu1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado php5-mysql.
Desempacotando php5-mysql (de .../php5-mysql_5.3.2-1ubuntu4.1_i386.deb) ...
Selecionando pacote previamente não selecionado phpmyadmin.
Desempacotando phpmyadmin (de .../phpmyadmin_4%3a3.3.2-1_all.deb) ...
Processando gatilhos para man-db ...
Processando gatilhos para libapache2-mod-php5 ...
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]
Processando gatilhos para doc-base ...
Processing 26 changed 1 added doc-base file(s)...
Registering documents with scrollkeeper...
Configurando dbconfig-common (1.8.44ubuntu1) ...

Creating config file /etc/dbconfig-common/config with new version

Configurando wwwconfig-common (0.2.1) ...
Configurando javascript-common (7) ...

Configurando libapache2-mod-auth-mysql (4.3.9-12ubuntu1) ...
Configurando libjs-mootools (1.2.4.0~debian1-1) ...
Configurando libmcrypt4 (2.5.8-3.1) ...

Configurando libt1-5 (5.1.2-3build1) ...

Configurando php5-gd (5.3.2-1ubuntu4.1) ...
Configurando php5-mcrypt (5.3.2-0ubuntu1) ...
Configurando php5-mysql (5.3.2-1ubuntu4.1) ...
Configurando phpmyadmin (4:3.3.2-1) ...
dbconfig-common: writing config to /etc/dbconfig-common/phpmyadmin.conf

Creating config file /etc/dbconfig-common/phpmyadmin.conf with new version

Creating config file /etc/phpmyadmin/config-db.php with new version
granting access to database phpmyadmin for phpmyadmin@localhost: success.
verifying access for phpmyadmin@localhost: success.
creating database phpmyadmin: success.
verifying database phpmyadmin exists: success.
populating database via sql... done.
dbconfig-common: flushing administrative password
* Reloading web server config apache2 apache2: Could not reliably determine the server's fully qualified domain name, using 127.0.1.1 for ServerName
[ OK ]

Processando gatilhos para libc-bin ...
ldconfig deferred processing now taking place

Neste meio tempo uma tela para escolher entre apache e lighttpd aparecerá, escolha apache. Veja:

Na primeira tela escolha OK e dê um tab para confirmar que aceita a opção.

A próxima tela pedirá uma senha de admin para o phpmyadmin, para isto defina algo seu. Veja a tela:

Costumo, após terminar uma instalação de integração como esta utilizar-me de lago, insira as seguintes linhas naquela página index.php usando sudo vim /var/www/index.php
Informe dentro dela o seguinte:

mysql_connect('localhost', 'root', 'suaSENHA') or die(mysql_error());
?>

Acesse http://localhost/index.php

Se nada ocorrer tudo está 100%.

Quando terminar use o comando:
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Isto vai fazer o apache reler todos os confs.

Para concluir precisamos levar o phpmyadmin para a pasta web afim de que possamos editar nossos bds. Para isto precisamos copiar o phpmyadmin para dentro do /var/www usando o comando:

cp -rp /usr/share/phpmyadmin /var/www

Sendo assim, para acessar somente precisamos de um http://localhost/phpmyadmin

A parte interessante no quesito repositório vem de um how to bem interessante, veja:
http://www.howtoforge.com/the-perfect-desktop-ubuntu-10.04-lucid-lynx

remover os ^M de arquivos usando VI

Tuesday, April 20th, 2010

No editor de textos vi(1), para remover os ^M de arquivos MS-DOS (Windows), use:

:g/^V^M/s//

Fonte:
www.fug.com.br ;)

Para tristeza do meu coração: Apache será vendida

Thursday, April 1st, 2010


Senhores, para minha total tristeza a Apache será vendida.
O que será dos amantes deste projeto?

vide:

http://blogs.apache.org/foundation/date/20100401

Fatal error: Allowed memory size PHP

Saturday, March 13th, 2010

Esse erro é mais comum que feijão com arroz, mas para sanar este cara localize o php.ini do seu servidor e aumente o parâmetro

memory_limit = -1
(-1 indica uso infinito de memória)

Recomendo colocar algo simples como:

memory_limit = 32M

Reinicie o apache e tudo estará sanado -> service httpd restart (em caso de debian e afins /etc/init.d/apache2 restart)

Abraços.

Corrida contra o tempo já começa entre os grandes para implementação do IPV6

Tuesday, February 9th, 2010

Google, Microsoft, Twitter, Facebook, eBay, Yahoo e Wikipedia sofrem cada vez mais pressão para se adequar ao novo protocolo da internet.

Cresce a pressão para que os sites mais populares da internet integrem suas redes ao IPv6, o tão aguardado upgrade do principal protocolo da internet, que atualmente está na versão 4.

E essa pressão foi elevada em mais um grau esta semana, com a notícia de que o Google ativou o suporte ao IPv6 para o site de vídeos YouTube. O Google já oferece acesso IPv6 a seu site de buscas e a muitos outros serviços da web.

Confira toda a matéria em:
http://br-linux.org/2010/o-que-7-gigantes-da-web-estao-fazendo-para-adotar-o-ipv6/

Cupons de Desconto de Fevereiro

Monday, February 1st, 2010

Boa noite ALL,

Sempre que possível estou postando alguns cupons de desconto aqui no blog, e desta vez estou deixando cupons para o mês de fevereiro.

Vale a pena conferir em:

http://www.nerdblog.info/codigos-de-descontos-promocodes-2010-fevereiro-submarino-lojas-americanas-e-etc/

Gestor de smart trabalha de maneira eficiente no Ubnutu Karmic e revela problemas antes que ocorram

Saturday, January 23rd, 2010

Uma das coisas que mais gosto no Ubuntu é a sua facilidade de uso e principalmente a forma eficaz que ele gerencia o sistema em si. Estive com um notebook “aposentado” por 4 meses devido a falta do drive de cd-rom (na realidade já não lê nada… rsrsrs). Esperei um bom tempo afim de que uma manutenção fosse realizada (substituição, na realidade era isso) e não consegui achar o bendito drive com preço acessível.

Pensei comigo o que iria fazer, quer fosse um servidor PXE para instalar alguma coisa, quer fosse pegar um drive emprestado (gaveta externa de cd-rom ou cd-rom externo), e nada disso me veio a cabeça.

Pensei em algo mais simples e cheguei a conclusão que instalar o Ubuntu via USB seria a coisa mais simples e amigável do mundo (foi, sem contar a altíssima velocidade, em ver um Celeron 1.5 com 1gb de ram instalado em 12 minutos é de surpreender qualquer peixão).

Após instalar meu bombástico S.O. acabei percebendo que a “aposentadoria” não fez muito bem para o Tux, o smart relatou problemas (coisa que NUNCA iria imaginar, principalmente homem que só vai ao médico quando já está morrendo com dores).

Ao terminar meu upgrade de versão para o Karmic Koala eu startei o S.O. com euforia e ao me deparar com o desktop recebi a notícia de que o disco não estava indo muito bem, por fim, compreendi que apesar da notícia ruim, meu Ubuntu foi mais que um amigo em me avisar o que poderia ocorrer “na calada da noite”!

Segue screenshot:

Este é um sistema amigo, rsrsrs, avisa tudo (mesmo que possa causar uma dorzinha no coração).

Abraços galera!

Upgrade muito rápida no Ubuntu indo em busca do Karmic :D

Saturday, January 23rd, 2010

Bom, muitas pessoas já sabem que sou um adimirador do Ubuntu, principalmente pela sua facilidade de uso (estou postando por ele). Uma coisa muito interessante foi a velocidade que consegui com minha internet no momento de acessar os repositórios da Cannonical (não foi usando apt-get via console, mas a gestão de pacotes foi muito semelhante). Perceba na foto abaixo que meus 4 mega de link funcionaram com muito louvor:

up ubuntu

up ubuntu

Na menos que 458kbps! (chegando a 478kbps).

Obs: Estava na 8.04 e fui subindo, agora estou na Karmic e meu próximo post vai falar um pouco sobre a simplicidade do desktop e praticidade do “negócio”.

Abraços galera!

PROMOCODE DE DESCONTO DE NOVEMBRO E DEZEMBRO PARA LOJAS VIRTUAIS

Tuesday, November 17th, 2009

Galera, para conferir basta clicar aqui

O link acima mostra cupons de desconto para lojas virtuais como:
Submarino, Saraiva, Americanas e etc.

Boas compras!

Problemas com drive intel 82801 GB ICH7- como instalar corretamente

Tuesday, April 21st, 2009

Pessoal, sei que existem técnicos maravilhosos em nosso meio, por isso decidi somente complementar algo aqui. (isso é para windows XP 32 bits)

Percebi que a pcchips dá suporte a uma placa intel com socket 775, em outras palavras, que exigia a instalação de um drive chamado Intel 82801GB ICH7 HIGH DEFINITION AUDIO.

Bem, sem mais demoras eu vou deixar o link disponível para baixar o drive e logo em seguida explico como sanar:

http://www.libphp.net/Intel_82801GB_ICH7.rar

Pegue este arquivo, abra-o com o Winrar (ou ferramenta de compactação que suporte .RAR).

Assim que isto for feito não instale de imediato, procure percorrer os diretórios e localize um KB (aquele que faz o High Definition Audio Rodar e requerer drive para o som, entretanto este é o melhor) chamado KB35221, este carinha será responsável por abrir os caminhos.

Assim que terminar a instalação do mesmo abra o setup e instale.

Caso funcione EU quero uma CAIXA de BIS, ok? (pode ser chocolate branco também)… rsrsrs

Abraços a todos e fiquem com Deus.

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

Thursday, April 16th, 2009

Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

Software livre: Necessidade ou Xiitismo?

Friday, March 27th, 2009

É muito comum ver pessoas criticando o software livre ou mesmo elogiando sem entender seu impacto no mundo comercial.

Vamos falar um pouco da realidade do Software Livre em um foco totalmente comercial para que as pessoas entendam a real necessidade desta metodologia/visão de negócio e também possam aplicar em suas vidas esta estratégia. (mais à frente explicarei o porquê de estratégia)

Em primeiro passo devemos fixar em nossas mentes que Software Livre NÃO é software gratuito, isto mesmo, o fato de você ter usado uma ferramenta de código-fonte aberto e se beneficiado da gratuidade deste utilitário não quer dizer que as pessoas não tirem proveitos financeiros sobre tal metodologia/visão.

Abaixo vou citar alguns casos aonde se extrai muito dinheiro do software livre.

Dentro deste seguimento prestemos atenção em um dos mais populares fenômenos do Software Livre, o Gnu/Linux e seus sabores.

Temos no mercado corporativo do pingüim 3 distribuições em especial que se destacam pela sua aceitação de mercado, estabilidade e suporte de alta qualidade:

* Red Hat
* Suse Enterprise
* Mandriva

As três distribuições acima citadas COBRAM pelo suporte e acesso a repositórios comerciais.

Em algum instante você pode estar se perguntando:
Isto é maquiavélico, por que eles cobram por Gnu/Linux se ele é gratuito?

Mentira! Gnu/Linux é um sistema de código-fonte aberto, mas isto não quer dizer que todos têm sua disponibilidade ou licença gratuitos.

Explique-me como manter um suporte via fone, helpdesk e ter servidores ligados 24 horas, com alta disponibilidade de rede e software?
Quem pagará as contas de luz, água e internet?

Quem pagará os desenvolvedores?

Vejamos outro caso de sucesso – Ubuntu. Sistema amigável, Gnu/Linux, grátis para uso, porém, o suporte cobra para impor seu know how e ajustar sua plataforma, mas pergunto, isto é maquiavélico?

Não, muito pelo contrário, é uma forma de manter o negócio das pessoas bem estruturado e reter lucratividade para empresa. (isto resulta em contratações de desenvolvedores mais experientes e equipamentos mais sofisticados para que sejam testados os softwares com mais stress)

Saindo do globo do pingüim, voltemos à situação do software livre como alternativa as empresas, como sua empresa ou sua casa, até mesmo seu escritório poderiam beneficiar-se de uma metodologia tão forte, melhor dizendo, uma tendência tão evidente e aplicável a qualquer mercado?

Simples, vamos analisar um caso bastante comum nas empresas e entender o porquê do Software Livre ser tão necessário para uma implementação.

Há meses presto consultoria em uma empresa mineira, tendo a mesma uma utilização software proprietário (isto não quer dizer Microsoft, mas qualquer código fechado é de propriedade do desenvolvedor) em alta escala. Até aí as coisas transcorriam de vento em polpa, entretanto, como nem tudo tende a ser um mar de rosas sem espinhos, houve a necessidade de implementação de uma simples funcionalidade no software que a empresa usa para gestão de seus negócios, o que aconteceu?
Houve um investimento de R$ 1000 (mil reais) para implementação de um campo.
Havendo 2 programadores na empresa (um programando em VB e outro em PHP), por que tal campo não foi implementado sem custos?
A resposta é clara, AONDE estava o código-fonte? Ele estava aberto? Quem diabos o fechou?

Pois é amigo, nesta hora as coisas começam a fazer sentido, e para piorar, o software utiliza cliente como sendo pontos de acesso, fazendo consultas infinitas no banco de dados, com resultados pesadíssimos, o que gera gargalo na rede, mesmo sabendo que um front-end no servidor resolveria tudo, visto que somente ele processaria toda a demanda, e o melhor, somente ele precisaria de alta capacidade de armazenamento e processamento, assim como evitar que cada terminal cliente não estivesse obrigado a utilizar-se de um Sistema Operacional Windows, visto que o mesmo tem custos e as bibliotecas da ferramenta comercial só operam nele.

Em cálculos mais claros, vamos analisar custo de licença e vantagens comerciais:

Se cada licença Windows XP Profissional custa R$ 250 (duzentos e cinqüenta reais), preço este sob compra em maior escala, e se a instituição possui 14 computadores nós temos 14 x R$ 250 = R$ 3500 (três mil e quinhentos reais). Cada hardware deve suportar Windows XP e os requisitos mínimos do software que não utiliza conceitos de mercado de TI do século XXI, ou seja, se cada máquina custa R$ 590 (sem monitor, é claro) nós temos R$ 8260 (oito mil duzentos e sessenta reais), então concluímos que o total gasto pela empresa para rodar a aplicação e estar provida dos recursos que a mesma disponibilizava foi de R$ 11760 (onze mil setecentos e sessenta reais) + custo de desenvolvimento e implementação da plataforma proprietária.

Vamos levar este foco agora para o Software Livre e ver o quanto as coisas começam a ficar claras:

Como o software utiliza-se de browser (nem tudo, por que os desenvolvedores podem usar linguagens como C, C++ ou Java) podendo ter sido feito até mesmo em Java (Java desktop) nós cortaríamos gastos com o sistema operacional, visto que não depende de sistema operacional para trabalhar, ou seja, abateremos (pelo menos) R$ 3500 (três mil e quinhentos reais) e o processamento (em caso de browser) é centralizado no servidor, o que faria com que máquinas de baixo processamento fossem utilizadas (sabe aqueles k6-II- 500 mhz parados aí na sua empresa?).

No caso acima, compilando e devolvendo o fonte principal ao cliente, é claro.(em caso caso de linguagens que necessitam de compiladores)

De posse de simples afirmações citadas não tenha medo de focar-se em Gnu/Linux e em Software Livre, por que com SL nós temos a possibilidade de analisar o fonte e mudar as coisas ao nosso estilo, seguindo as necessidades triviais de nossa empresa sem qualquer falta de qualidade, escalabilidade ou dificuldade na manutenção.

Quanto a utilizar-se de Gnu/Linux em sua empresa, faça isto por amar sue negócio, use Gnu/Linux para economizar em seu negócio.

Se às pessoas vierem justificando a não utilização por falta de recursos como impressão, rede e etc, fique certo de que a plataforma Gnu/Linux tem suporte as mais variadas impressoras que o mercado disponibiliza, tem suporte pesado a redes (servidores de dns, logon, ldap – que te dão a mesma autonomia de unidades organizacionais do Windows Server, assim como suporte dhcp, compartilhamento de arquivos e bancos de dados).

Em outras palavras, utilizar-se de Windows para facilidades já não é um argumento válido. Programar soluções proprietárias é outra afirmação equivocada, quer saber por quê?

1 – Software de código-fonte aberto permite uma interação mútua no suporte, ocorrendo de maneira mais simples,

2 – Software aberto permite que qualquer pessoa, inclusive o dono da empresa saibam o que realmente o código faz no back-end, (em background)

3 – Software aberto permite manutenção mais abrangente e update de software com mais qualidade,

4 – Software aberto permite que o código seja visto por qualquer desenvolvedor, o que dá mais amplitude na aplicação de técnicas mais maduras e sofisticadas.

Então, ainda vai ficar no mundo “Redmond”?

Lá em cima afirmei como estratégia o software livre, pois bem, pergunte ao Obama o que ele acha disto, visto que tornou tal metodologia como sendo padrão no desenvolvimento de aplicações para o governo (escolas, hospitais e etc).

Abraços a todos.

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

Friday, February 27th, 2009

Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)

Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:

• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.

Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).

As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.

Muito cuidado com sua escolha!

Abraços a todos e bom trabalho/estudo.

Como fazer Upgrade do Debian Etch para o Debian Lenny – How to upgrade Debian Etch to Debian Lenny

Sunday, February 22nd, 2009

A perfeição com que o Debian e o Ubuntu operam no momento de upgrades de suas versões é impressionante (coisa que sistemas como o poderoso Rhel não recomendam), causando o mínimo de falhas possíveis/imaginárias no sistema que recebeu a atualização.

Neste artigo iremos mostrar como fazer upgrade do Debian Etch para o Debian Lenny. Vamos seguir os passos abaixo:

1 – Atualizar as listas do APT

Primeira coisa que iremos fazer é o backup das listas de repositórios, depois iremos modificar de etch para lenny os valores descritos da versão na lista de Repositórios, veja a versão antes da modificação:

deb http://ftp.us.debian.org/debian/ etch main contrib non-free
deb-src http://ftp.us.debian.org/debian/ etch main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ etch/updates main contrib non-free

Agora veja a versão depois modificação:

deb http://ftp.us.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb-src http://ftp.us.debian.org/debian/ lenny main contrib non-free
deb http://security.debian.org/ lenny/updates main contrib non-free

2 – Fazendo update dos pacotes

aptitude update
depois
aptitude install apt dpkg aptitude

Se for desktop use isto como adicional
dpkg -l libfam0c102 | grep ^ii
aptitude install libfam0
por fim
aptitude full-upgrade
isto pode também ser usado via apt-get com o comando:
apt-get dist-upgrade

Depois disto reinicie seu servidor/desktop e prepare-se para rodar o Debian em sua versão mais amigável, estável e flexível possível.

Abraços a todos.

fonte original: http://www.debianadmin.com/howto-upgrade-from-debian-etch-40-to-lenny-50.html