Archive for the ‘redes’ Category

How to install yum on red hat 4 or Centos 4 – Como instalar yum no Redhat 4 ou Centos 4

Friday, April 17th, 2009

Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.

Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.

Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.

Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.

O que será preciso?

1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).

Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:

mkdir tmp
cd tmp

Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:

wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm

Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:

rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm

Vamos ajustar o repositório:

wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Após

rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm

Depois disto somente faça:

yum update

Pronto!

Abração a todos e bom trabalho.

What ip whmcs auth Qual ip do WHMCS para autenticação ou liberação em um firewall

Tuesday, April 14th, 2009

Se você precisa do ip do whmcs (comumente usado em caso de um firewall bloqueando tudo e você necessitando permitir a autenticação) e não sabe qual é o ip a ser liberado para que o whmcs acesse a central do sistema use o ip abaixo em sua whitelist:

74.54.136.210

how to configure network on red hat Configurando interfaces de rede manualmente no Centos Fedora ou Red Hat

Monday, April 13th, 2009

Boa noite,

Estou usando o CentOs 5.3 (na realidade era o 5.1 e o maravilhoso yum fez a upgrade tranquilamente) e necessitei configurar a interface de rede manualmente.
Supondo que sua interface seja a eth0 (a primeira) você deve acessar seu arquivo assim:

vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0

O vim não é obrigação, entretanto gosto dele.

Observe a sintaxe abaixo:

DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
DHCPCLASS=
HWADDR=00:30:48:56:A6:NE
IPADDR=192.168.1.101
NETMASK=255.255.255.0
ONBOOT=yes

Fazendo isto (tornando sua sintaxe semelhante) você estará:

colocando o ip da interface estaticamente como sendo 192.168.1.101 e dizendo que isto será feito no momento do boot do sistema.

Em seguida entre aqui:

vim /etc/sysconfig/network

NETWORKING=yes
HOSTNAME=libphp1
GATEWAY=192.168.1.1

Aqui definimos a rede como sendo o hostname libphp1 e o gateway 192.168.1.1

Após isto somente faça isto:

/etc/init.d/network restart

Depois podemos até setar um dns para acesso a web:

vim /etc/resolv.conf

Dentro dele eu coloquei assim:

nameserver 200.165.132.148
nameserver 200.165.132.155

Este é o modo simples de definir o dns da velox.

Abração e tenham uma semana excelente e abençoada por Deus.

Error: Missing Dependency: xen-hypervisor-abi = 3.1 is needed by package xen

Wednesday, February 18th, 2009

Se você recebeu a mensagem Error: Missing Dependency: xen-hypervisor-abi = 3.1 is needed by package xen ao tentar instalar o xen no Centos, Fedora ou Red hat, nada de pânico, a saída é entrar no /etc/yum.conf e comentar (colocar #) na linha:

#exclude=kernel*

Acabou a tristeza!
:P

Servidor de email não envia para o Hotmail (postfix, sendmail, qmail ou exim)

Monday, December 8th, 2008

Nem entre em pânico, você sabe que o mestre da cocada preta aqui está com a solução, e de fato é simples, acesse os links:

http://postmaster.live.com/FAQ.aspx

http://www.microsoft.com/mscorp/safe…d/default.mspx

Se após ajustes de SPF e MX perfeitamente configurados o serviço de email não enviar corretamente para hotmail, yahoo ou uol, veja isto aqui:

http://help.yahoo.com/help/us/mail/defer/defer-06.html

Nada de pânico, negócio é ver se há blacklist de spam, veja:

http://mxtoolbox.com/blacklists.aspx

mysql 5.0.51a bug no Cpanel update para versão 5.0.67 – current

Monday, November 3rd, 2008

Se você está percebendo MUITOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOS Crashes no Mysql, por favor, se você é mais um adepto do Cpanel/WHM – NÃO DEIXE de clicar em update config – marcar current, em seguida, vá ao console e digite:

/script/upcp –force

Isso vai atualizar seu cpanel e principalmente o Mysql para versão sem bugs.

Por que?

Esta versão 5.0.51 está apresentando crashes violentos na família redhat (fedora/centos/rhel) – perdendo até bases de dados em casos extremos.

Nota oficial:

http://bugs.mysql.com/bug.php?id=34459

Fonte: EU mesmo :P

Modificando manualmente o arquivo httpd.conf em apache-cpanel

Tuesday, October 21st, 2008

Qualquer edição manual no arquivo de configuração do apache, em servidores CPanel , necessita de dois comandos para preservar as modificacões:

/usr/local/cpanel/bin/apache_conf_distiller –update
e
/usr/local/cpanel/bin/build_apache_conf

Como ocultar informações de versão do apache em consultas?

Tuesday, October 21st, 2008

Acesse nano /usr/local/apache/conf/httpd.conf e insira:

ServerSignature Off (abaixo desta)
ServerTokens ProductOnly

DNS: recursive lookups

Tuesday, October 21st, 2008

Referência: http://www.forumcpanel.com.br/index.php?showtopic=723&hl=allow-recursion

Edite seu named.conf e em cima de options { coloque o seguinte:

acl “trusted” {
xxx.xxx.xxx.xxx;
yyy.yyy.yyy.yyy;
};

Onde xxx e yyy são os números de seus servidores de DNS, geralmente defenidos no arquivo /etc/nameserverips

Dentro de options { retire o comentário de query-source address * port 53; e abaixo, antes da }, coloque o seguinte:

allow-recursion { trusted; };
allow-notify { trusted; };
allow-transfer { trusted; };

É só salvar e reiniciar o named. Se você usa firewall, deixe aberta a porta 53 tanto para udp quanto para tcp.

Liberar ranges para navegar (através de NAT) e redirecionar range para o squid

Wednesday, September 24th, 2008

iptables -F

iptables -F -t nat

 

iptables -t nat -A POSTROUTING -p ALL -s 192.168.10.0/24 -j MASQUERADE

iptables -t nat -A PREROUTING -p tcp –dport 80 -m iprange –src-range 192.168.0.100-192.168.0.190 -j REDIRECT –to-port 3128

Essa última linha vai jogar o pessoal do 100 ~ 190 para dentro do squid…
Abraços…

Corrigindo Maldito encoding do Postgres para poder usar banco de dados latin1 ou outro e mudar o encoding do Sistema operacional Ubuntu ou Debian

Tuesday, September 23rd, 2008

Se você está como estive tempos atrás: irado, revolto, sem esclarecimento de como as coisas funcionam em um excelente (talvez o melhor) SGDB – Postgres e está sofrendo com os males:

1 – Encoding do Sistema Operacional Debian/Ubuntu Ferrados (sim, você brasileiro e a droga do locale te mostrando coisas de americanos, pode uma coisa destas?)

2 – Mudar o Encoding do Postgres.

Vamos ao ataque

Antemão você precisa saber que o seu sistema foi configurado por algum bestão, isto mesmo, o cara instalou o sistema americano sendo brasileiro.

Ter um porstgres que não aceita nem a pau um encoding diferente (padrão dessa tosquisse sempre é UTF8).

Locale do Sistema

Mãos-a-Obra

Todas as configurações e comandos foram executados como usuário root.

Existem vários arquivos que fazem a configuração do locale, precisamos configurar todos eles e depois executar alguns comandos, vamos lá.

Edite o arquivo /etc/environment e altere os campos LANG e LANGUAGE de forma que fiquem iguais ao abaixo, se não existir, acrescente:

LANG="pt_BR"
LANGUAGE="pt_BR:pt:en"

O arquivo /etc/default/locale também deve ser editado e seu conteúdo deve ser:

LANG="pt_BR"
LANGUAGE="pt_BR:pt:en"

Execute o seguinte comando:

# echo "pt_BR pt_BR.ISO-8859-1" >> /etc/locale.alias

Este arquivo grava os aliases para os locales, isso é para facilitar as configurações.

No diretório /var/lib/locales/supported.d alguns arquivos que configuram os locales que serão gerados, por padrão existem três arquivos “en”, “pt” e “local”. Para nosso caso, pode apagar o “en” e o “pt” deixando apenas o “local”.

Feito isso, edite o arquivo local e deixe seu conteúdo como abaixo:

pt_BR.ISO-8859-1 ISO-8859-1
en_US.ISO-8859-1 ISO-8859-1

Muito bem, configuramos os arquivos necessários para a geração dos locales, agora vamos reconfigurar.

Os comandos abaixo fazem o serviço:

# localedef pt_BR -i pt_BR -f ISO-8859-1
# localedef pt_BR.ISO-8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
# localedef pt_BR.ISO8859-1 -i pt_BR -f ISO-8859-1
# dpkg-reconfigure locales
# locale-gen --purge
# locale-gen

Acredito que apenas um desses três comandos fariam o serviço, mas como eu executei os três quando estava configurando o sistema não vou tirar algum deles, é melhor executar a mais e funcionar do que executar a menos e não funcionar.

Reinicie o sistema e execute o comando abaixo para termos certeza que está tudo conforme o desejado.

# locale
LANG=pt_BR
LANGUAGE=pt_BR:pt:en
LC_CTYPE="pt_BR"
LC_NUMERIC="pt_BR"
LC_TIME="pt_BR"
LC_COLLATE="pt_BR"
LC_MONETARY="pt_BR"
LC_MESSAGES="pt_BR"
LC_PAPER="pt_BR"
LC_NAME="pt_BR"
LC_ADDRESS="pt_BR"
LC_TELEPHONE="pt_BR"
LC_MEASUREMENT="pt_BR"
LC_IDENTIFICATION="pt_BR"
LC_ALL=

# locale -a
C
en_US.iso88591
POSIX
pt_BR.iso88591

Agora sim, está tudo como deveria estar. Nosso sistema já está usando ISO-8859-1.

(ISO-8859-1é LATIN1)

Corrigindo o Encoding do Postgres

Bem, esta é a hora do quebra-quebra, vamos lá:

1 – Crie uma nova instância (cluster) de gestão do Postgres:

sudo pg_createcluster -e LATIN1 -d /caminho/do/novoSGDB 8.3
cluster-8.3-2

Feito isto, a porta que o postgres vai operar neste novo SGDB será 5433

Criando SuperUser para administrar o Postgres

[root@srv:~] # su – postgres

[postgres@srv:~] $ createuser -P

Digite o nome da role a ser adicionada: pglinux
Digite a senha para a nova role:
Digite-a novamente:
A nova role poderá criar um super-usuário? (s/n) s
CREATE ROLE

Quer ver os users?

[postgres@srv:~] $ psql
postgres=# \du
Lista de roles
Nome da role | Super-usuário | Cria role | Cria BD | Conexões  | Membro de
————–+—————+———–+———+———–+———–
pglinux       | sim                    | sim            | sim         | ilimitado    |
postgres         | sim                    | sim            | sim         | ilimitado    |
(2 registros)

postgres=# \q

Informações complementares:

http://www.forumdebian.com.br/topico-1583-15.html&sid=64f758c828b395f96e7ae61b4d55897a

http://under-linux.org/7954-configurando-locale-iso-8859-1-no-kubunt-710-gutsy-gibbon.html

Vai navegar? Vai de Google Chrome!

Tuesday, September 2nd, 2008

A monstruosa Google nem perdeu tempo e já disponibilizou seu navegador Ultraleve e UltraFuncional. Vale a pena ressaltar que há pouco tempo ela estava apoiando o firefox (projeto mozilla) que por sua vez está na versão 3. Não iremos comentar, iremos disponibilizar (liberado há poucos minutos) o link para download, por isso “voe”:

http://www.google.com/chrome

A notícia foi retirada de -> www.tinews.info

Alta disponibilidade – How to HA – O que é e como funciona a Alta Disponibilidade

Sunday, August 31st, 2008

Definição

Para que se entenda a Alta Disponibilidade faz-se necessário, antes de mais nada, perceber que a Alta Disponibilidade não é apenas um produto ou uma aplicação que se instale, e sim uma característica de um sistema computacional. Existem mecanismos e técnicas, blocos básicos, que podem ser utilizados para aumentar a disponibilidade de um sistema. A simples utilização destes blocos, entretanto, não garante este aumento se não for acompanhado de um completo estudo e projeto de configuração.

A Disponibilidade de um sistema computacional, indicada por A(t), é a probabilidade de que este sistema esteja funcionando e pronto para uso em um dado instante de tempo t. Esta disponibilidade pode ser enquadrada em três classes, de acordo com a faixa de valores desta probabilidade. As três classes são: Disponibilidade Básica, Alta Disponibilidade e Disponibilidade Contínua.

Disponibilidade Básica

A Disponibilidade Básica é aquela encontrada em máquinas comuns, sem nenhum mecanismo especial, em software ou hardware, que vise de alguma forma mascarar as eventuais falhas destas máquinas. Costuma-se dizer que máquinas nesta classe apresentam uma disponibilidade de 99% a 99,9%. Isto equivale a dizer que em um ano de operação a máquina pode ficar indisponível por um período de 9 horas a quatro dias. Estes dados são empíricos e os tempos não levam em consideração a possibilidade de paradas planejadas (que serão abordadas mais adiante), porém são aceitas como o senso comum na literatura da área.

Alta Disponibilidade

Adicionando-se mecanismos especializados de detecção, recuperação e mascaramento de falhas, pode-se aumentar a disponibilidade do sistema, de forma que este venha a se enquadrar na classe de Alta Disponibilidade. Nesta classe as máquinas tipicamente apresentam disponibilidade na faixa de 99,99% a 99,999%, podendo ficar indisponíveis por um período de pouco mais de 5 minutos até uma hora em um ano de operação. Aqui se encaixam grande parte das aplicações comerciais de Alta Disponibilidade, como centrais telefônicas.

Disponibilidade Contínua

Com a adição de noves se obtém uma disponibilidade cada vez mais próxima de 100%, diminuindo o tempo de inoperância do sistema de forma que este venha a ser desprezível ou mesmo inexistente. Chega-se então na Disponibilidade Contínua, o que significa que todas as paradas planejadas e não planejadas são mascaradas, e o sistema está sempre disponível.

Objetivos

Como já pode ser percebido de sua definição, o principal objetivo da Alta Disponibilidade é buscar uma forma de manter os serviços prestados por um sistema a outros elementos, mesmo que o sistema em si venha a se modificar internamente por causa de uma falha. Aí está implícito o conceito de mascaramento de falhas, através de redundância ou replicação (termos que serão conceituados mais tarde). Um determinado serviço, que se quer altamente disponível, é colocado por trás de uma camada de abstração, que permita mudanças em seus mecanismos internos mantendo intacta a interação com elementos externos.

Este é o coração da Alta Disponibilidade, uma sub-área da Tolerância a Falhas, que visa manter a disponibilidade dos serviços prestados por um sistema computacional, através da redundância de hardware e reconfiguração de software. Vários computadores juntos agindo como um só, cada um monitorando os outros e assumindo seus serviços caso perceba que algum deles falhou.

Outra possibilidade importante da Alta Disponibilidade é fazer isto com computadores simples, como os que se pode comprar até num supermercado. A complexidade pode estar apenas no software. Mais fácil de desenvolver que o hardware, o software de Alta Disponibilidade é quem se preocupa em monitorar outras máquinas de uma rede, saber que serviços estão sendo prestados, quem os está prestando, e o que fazer quando uma falha é percebida.

Cálculo da Disponibilidade

Em um sistema real, se um componente falha, ele é reparado ou substituído por um novo componente. Se este novo componente falha, é substituído por outro e assim por diante. O componente reparado é tido como no mesmo estado que um componente novo. Durante sua vida útil, um componente pode ser considerado como estando em um destes estados: funcionando ou em reparo. O estado funcionando indica que o componente está operacional e o estado em reparo significa que ele falhou e ainda não foi substituído por um novo componente.

Em caso de defeitos, o sistema vai de funcionando para em reparo, e quando a substituição é feita ele volta para o estado funcionando. Sendo assim, pode-se dizer que o sistema apresenta ao longo de sua vida um tempo médio até apresentar falha (MTTF) e um tempo médio de reparo (MTTR). Seu tempo de vida é uma sucessão de MTTFs e MTTRs, à medida que vai falhando e sendo reparado. O tempo de vida útil do sistema é a soma dos MTTFs nos ciclos MTTF+MTTR já vividos.

De forma simplificada, diz-se que a disponibilidade de um sistema é a relação entre o tempo de vida útil deste sistema e seu tempo total de vida. Isto pode ser representado pela fórmula abaixo:

Disponibilidade = MTTF / (MTTF + MTTR)

Ao avaliar uma solução de Alta Disponibilidade, é importante levar em consideração se na medição do MTTF são observadas como falhas as possíveis paradas planejadas. Mais considerações sobre este assunto serão tecidas em seções posteriores.

Conceitos

Para se entender corretamente do que se está falando quando se discute uma solução de Alta Disponibilidade, deve-se conhecer os conceitos envolvidos. Não são muitos, porém estes termos são muitas vezes utilizados de forma errônea em literatura não especializada. Antes de mais nada, deve-se entender o que é falha, erro e defeito. Estas palavras, que parecem tão próximas, na verdade designam a ocorrência de algo anormal em três universos diferentes de um sistema computacional.

Falha

Uma falha acontece no universo físico, ou seja, no nível mais baixo do hardware. Uma flutuação da fonte de alimentação, por exemplo, é uma falha. Uma interferência eletromagnética também. Estes são dois eventos indesejados, que acontecem no universo físico e afetam o funcionamento de um computador ou de partes dele.

Erro

A ocorrência de uma falha pode acarretar um erro, que é a representação da falha no universo informacional. Um computador trabalha com bits, cada um podendo conter 0 ou 1. Uma falha pode fazer com que um (ou mais de um) bit troque de valor inesperadamente, o que certamente afetará o funcionamento normal do computador. Uma falha, portanto, pode gerar um erro em alguma informação.

Defeito

Já esta informação errônea, se não for percebida e tratada, poderá gerar o que se conhece por defeito. O sistema simplesmente trava, mostra uma mensagem de erro, ou ainda perde os dados do usuário sem maiores avisos. Isto é percebido no universo do usuário.

Recapitulando, uma falha no universo físico pode causar um erro no universo informacional, que por sua vez pode causar um defeito percebido no universo do usuário. A Tolerância a Falhas visa exatamente acabar com as falhas, ou tratá-las enquanto ainda são erros. Já a Alta Disponibilidade permite que máquinas travem ou errem, contanto que exista outra máquina para assumir seu lugar.

Para que uma máquina assuma o lugar de outra, é necessário que descubra de alguma forma que a outra falhou. Isso é feito através de testes periódicos, cujo período deve ser configurável, nos quais a máquina secundária testa não apenas se a outra está ativa, mas também fornecendo respostas adequadas a requisições de serviço. Um mecanismo de detecção equivocado pode causar instabilidade no sistema. Por serem periódicos, nota-se que existe um intervalo de tempo durante o qual o sistema pode estar indisponível sem que a outra máquina o perceba.

Failover

O processo no qual uma máquina assume os serviços de outra, quando esta última apresenta falha, é chamado failover. O failover pode ser automático ou manual, sendo o automático o que normalmente se espera de uma solução de Alta Disponibilidade. Ainda assim, algumas aplicações não críticas podem suportar um tempo maior até a recuperação do serviço, e portanto podem utilizar failover manual[1]. Além do tempo entre a falha e a sua detecção, existe também o tempo entre a detecção e o reestabelecimento do serviço. Grandes bancos de dados, por exemplo, podem exigir um considerável período de tempo até que atualizem os índices de suas tabelas e, durante este tempo, o serviço ainda estará indisponível.

Para se executar o failover de um serviço, é necessário que as duas máquinas envolvidas possuam recursos equivalentes. Um recurso pode ser uma placa de rede, um disco rígido, os dados neste disco, e todo e qualquer elemento necessário à prestação de um determinado serviço. É vital que uma solução de Alta Disponibilidade mantenha recursos redundantes com o mesmo estado, de forma que o serviço possa ser retomado sem perdas.

Dependendo da natureza do serviço, executar um failover significa interromper as transações em andamento, perdendo-as, sendo necessário reiniciá-las após o failover. Em outros casos, significa apenas um retardo até que o serviço esteja novamente disponível. Nota-se que o failover pode ou não ser um processo transparente, dependendo da aplicação envolvida.

Failback

Ao ser percebida a falha de um servidor, além do failover é obviamente necessário que se faça manutenção no servidor falho. Ao ser recuperado de uma falha, este servidor será recolocado em serviço, e então se tem a opção de realizar o processo inverso do failover, que se chama failback. O failback é portanto o processo de retorno de um determinado serviço de uma outra máquina para sua máquina de origem. Também pode ser automático, manual ou até mesmo indesejado. Em alguns casos, em função da possível nova interrupção na prestação de serviços, o failback pode não ser atraente.

Missão

Quando se calcula a disponibilidade de um sistema, é importante que se observe o conceito de missão. Missão de um sistema é o período de tempo no qual ele deve desempenhar suas funções sem interrupção. Por exemplo, uma farmácia, que funcione das 8h às 20h, não pode ter seu sistema fora do ar durante este período de tempo. Se este sistema vier a apresentar defeitos fora deste período, ainda que indesejados, estes defeitos não atrapalham em nada o andamento correto do sistema quando ele é necessário. Uma farmácia 24h obviamente tem uma missão contínua, de forma que qualquer tipo de parada deve ser mascarada.

A Alta Disponibilidade visa eliminar as paradas não planejadas. Porém, no caso da primeira farmácia, as paradas planejadas não devem acontecer dentro do período de missão. Paradas não planejadas decorrem de defeitos, já paradas planejadas são aquelas que se devem a atualizações, manutenção preventiva e atividades correlatas. Desta forma, toda parada dentro do período de missão pode ser considerada uma falha no cálculo da disponibilidade.

Uma aplicação de Alta Disponibilidade pode ser projetada inclusive para suportar paradas planejadas, o que pode ser importante, por exemplo, para permitir a atualização de programas por problemas de segurança, sem que o serviço deixe de ser prestado.

Monitoração de nodos

A monitoração de nodos é realizada pelo heartbeat. Ele é o responsável por testar periodicamente os nodos do cluster, coordenando as ações de failover e failback. As soluções que utilizam reativação automática de serviços serão baseadas neste pacote.

Replicação de disco

A replicação de disco é de responsabilidade do DRBD, um driver de bloco para o kernel que cria um dispositivo de bloco[2] virtual, consistindo tanto de um disco real local quanto de uma conexão de rede, que terá na outra ponta outro driver DRBD atuando como secundário. Tudo aquilo que é escrito no dispositivo virtual é escrito no disco local e também enviado para o outro driver, que fará a mesma operação em seu disco local. Com isto se obtém dois nodos com discos exatamente iguais, até o instante da falha. As aplicações que trabalham com dados dinâmicos ou atualizados com muita freqüência se beneficiam deste driver.

Atenção
Configurações com centenas de gigabytes e/ou muito volumes gerenciados pelo DRBD devem ser bem testadas antes de serem colocadas em produção, pois o DRBD ainda está em desenvolvimento e algumas situações extremas podem não ter sido testadas.

Sistema de arquivos

Dados replicados ou não, é importante que o sistema de arquivos esteja consistente. Nem todos os sistemas de arquivos garantem isso, portanto para esta solução se escolheu trabalhar com o Ext3 Filesystem. Este sistema de arquivos trabalha com journal, o que significa que todas as alterações de dados são antes registradas no disco para que, caso o sistema venha a falhar durante este processo, a transação possa ser recuperada quando o sistema voltar. Isto confere agilidade ao processo de recuperação de falhas, bem como aumenta muito a confiabilidade das informações armazenadas.

Monitoração de serviços

A monitoração de serviços é feita através do Mon, um super- escalonador de testes que pode verificar centenas de máquinas e serviços de forma rápida e ágil, enviando alertas para endereços de correio eletrônico, pagers ou telefones celulares, garantindo que os administradores dos serviços estejam sempre bem informados sobre seu estado de operação. Suporta dependências entre testes, portanto não perde tempo verificando se um servidor de HTTP está respondendo em uma máquina que sabe estar inoperante. Um alerta pode até mesmo tentar recuperar a situação automaticamente ou reiniciar uma máquina, caso a falha ocorra em um horário de difícil manutenção.

Procure saber mais sobre HEARTBEATS e DRDBS.

O que é FailOver, Failback e SwitchOver

Sunday, August 31st, 2008

O Que significa Failover, Failback e Switchover nos tutoriais em inglês?

Quem instala sistemas com grande quantidade de usuários é indispensável implementar mecanismo que garanta alta disponibilidade dos serviços. O pacote Heartbeat é um dos mais populares para implementar tais mecanismos no mundo Linux. Quem instala sistemas Asterisk, OpenSER, servidor web, banco de dados, entre outros sistemas se depara na documentação do Heartbeat com os termos de failover, failback e switchover. Para que não está familiarizado com essa termologia, como uma colher de chá e também como forma de documentar na língua pátria, segue uma definição extraída da Wikipedia, http://en.wikipedia.org/wiki/Failover e http://en.wikipedia.org/wiki/Switchover:

Failover

O failover é a capacidade de determinado sistema/serviço migrar automaticamente para um outro servidor, sistema ou rede redundante ou que está em standby quando da ocorrência de falha ou término anormal do servidor, do sistema ou da rede que estava ativo até aquele instante. O Failover acontece sem intervenção humana e geralmente sem aviso prévio, diferente de switchover.

Os projetistas de sistemas normalmente fornecem capacidade de failover em servidores, sistemas ou redes que exigem continua disponibilidade e um alto grau de confiabilidade.

A automação é feita usando um cabo “Heartbeat” que é conectado aos dois servidores. Tão longo exista um “Pulso ou mensagem heartbeat” do servidor principal para o servidor secundário, o servidor secundário não iniciará seus sistemas. Pode haver também um terceiro servidor “Spare parts” que possui rodando componentes de reserva para comutação “no fogo” para evitar a interrupção durante o lapso de tempo da comutação.

O segundo servidor imediatamente assumirá o trabalho do primeiro tão logo ele detecte alguma alteração na mensagem “heartbeat” da primeira máquina. Alguns sistemas possuem a habilidade de mandar uma mensagem via page ou enviar uma mensagem para um técnico pré-designado ou centro de monitoração.

Em alguns sistemas, o failover é intencionalmente não automático por completo, que exige a intervenção humana. Isso é chamado “automatizado com aprovação manual“, porque a atividade fica automática uma vez que seja dada a aprovação.

Reciprocamente, o Failback é o processo de restauração de um sistema/componente/serviço que se encontra em um estado de failover (ou seja, aquela máquina onde estava rodando o serviço que apresentou problrmas) de volta a seu estado original que estava antes da falha.

Switchover

O switchover é a capacidade de um sistema de comutar manualmente para um computador servidor, sistema ou rede redundante ou em standby quando da ocorrência de falha ou rmino anormal do servidor, sistema, ou rede ativo anteriormente. Switchover acontece com a intervenção humana, diferentemente do Failover.

Um switchover normalmente seria iniciado a fim de executar manutenção do sistema, como instalação de patches, atualização para uma nova release ou atualização do seu sistema. Em outros casos, o sistema inteiro é suficientemente complexo em que fazer o failover automático não é possível.

Claro, e os louros vão para -> http://www.noticiaria.com.br/item/id/127389/title/Que_e_Failover__Failback_e_Switchover

Como identificar Colisão de IP no linux Como localizar um ip em uso no Linux

Friday, August 1st, 2008

Bem, vou dar uma dica que vi de uma galera que estava apanhando um pouco para achar um ip em uso, aí vai:

arping -D IP

Isso vai ajudar você a localizar, ou então:

http://ipwatchd.sourceforge.net/

htaccess não funciona no ubuntu meu arquivo htaccess não está sendo lido pelo apache

Sunday, July 27th, 2008

Calma gente, nada de pânico, nada de gritos e nem sequer stress, o cara que faz isto por você está aqui!

Realidade

Ter o apache instalado no ubuntu por meio de apt-get ou aptitude, ter um arquivo htaccess dentro do diretório público e o mesmo não estar sendo lido.

Saída

Como sempre, lá vai a coisa “mastigadinha”:

1 – Acesse o diretório das configurações do apache referente aos virtual hosts, ou seja -> /etc/apache2/sites-available/

2 – Assim que chegar lá, acesse o arquivo referente ao seu site, no caso do meu foi o amigo Default, ele tinha um conteúdo semelhante a:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks
AllowOverride None
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride None
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

ScriptAlias /cgi-bin/ /usr/lib/cgi-bin/
<Directory “/usr/lib/cgi-bin”>
AllowOverride None
Options +ExecCGI -MultiViews +SymLinksIfOwnerMatch
Order allow,deny
Allow from all
</Directory>

ErrorLog /var/log/apache2/error.log

# Possible values include: debug, info, notice, warn, error, crit,
# alert, emerg.
LogLevel warn

CustomLog /var/log/apache2/access.log combined
ServerSignature On

Alias /doc/ “/usr/share/doc/”
<Directory “/usr/share/doc/”>
Options Indexes MultiViews FollowSymLinks
AllowOverride None
Order deny,allow
Deny from all
Allow from 127.0.0.0/255.0.0.0 ::1/128
</Directory>

</VirtualHost>

############################

Para corrigir a coisa altere somente os trechos como abaixo:

NameVirtualHost *
<VirtualHost *>
ServerAdmin webmaster@localhost

DocumentRoot /var/www/
<Directory />
Options FollowSymLinks Indexes
AllowOverride AuthConfig
</Directory>
<Directory /var/www/>
Options Indexes FollowSymLinks MultiViews
AllowOverride AuthConfig
Order allow,deny
allow from all
</Directory>

####################################################

Pronto, feito isto a coisa vai funcionar Beleza!

Acesse -> http://www.tinews.info e fique extremamente informado na área de TI.

Configurando Samba Como configurar o Samba – parte1

Sunday, July 27th, 2008

Primeiramente devemos baixar o pacote samba.
$ sudo apt-get install samba

Depois de concluído o download/ instalação do pacote via APT, o sistema irá criar o arquivo smb.conf dentro da pasta “/etc/samba/”. Este é responsável pela configuração do Samba.

Antes de mais nada, vamos fazer um back-up do arquivo:
$ sudo cp /etc/samba/smb.conf /etc/samba/smb.conf.bkp

Particularmente gosto do VI para editar os arquivos .conf, mas use um editor de sua preferência.
Para quem quiser usar o VI, execute o comando para editá-lo:
$ sudo vi /etc/samba/smb.conf

Comentarei somente os paramentros do arquivo smb.conf que precisaram ser alterados.

Em [global]

#nome do grupo de trabalho
workgroup = casa

#Como a máquina Linux irá aparecer na rede Windows

netbios name = servidor (está linha pode ser adicionada a baixo do workgroup)

####### Authentication #######
#Modo de acesso aos arquivos do Linux
security = "share" ou "user" (caso exista, remova o ; que está no início desta linha)
#share = para NÃO exigir autenticação
#user = para exigir autenticação
ex: security = user

Agora adicione estas linhas no final do arquivo:
#nome do compartilhamento
[arquivos]

# descrição do compartilhamento
comment = meus arquivos

# caminho da pasta, no Linux, que será compartilhada
path = /media/hdb5 #(Informe o caminho da pasta que você que quer compartilhar, pode ser /home/voce)

#se todos os compartilhamentos poderão ser acessados por todos os usuários
public = yes

# se o compartilhamento será visivel ou oculto na rede (yes para visível)
browseable = yes

# se permitirá escrita
writable = yes

# somente leitura
read only = no

# define a mascara em que os arquivos serão criados
create mask = 0700 #(terão a permissão rwx somente para o root)

# define a mascara em que os diretórios serão criados
directory mask = 0700

Salve o arquivo de configuração, e execute este comando para reiniciar o samba
$ sudo /etc/inti.d/samba restart

Caso tenha colocado security = user, no momento que for acessar por uma máquina Windows será exibido uma tela de login e senha. Para cadastrar esta senha no linux execute os seguintes comandos.
Primeiramente adiciona na lista de usuarios do Linux

este comando adiciona adicionará usuários ao sistema Linux
$ sudo adduser teste

este comando adiciona o usuário na lista de usuários do Samba
$ sudo smbpasswd -a teste

Com esta configuração do Samba no Ubuntu, não tem erro…!!!

Isso é o basicãoooooo…

artigo base -> http://www.oficinadanet.com.br/artigo/450/configurando_o_samba_no_ubuntu

vzquota : (warning) Incorrect quota shutdown for id VEID, recalculating disk usage

Tuesday, March 11th, 2008

Se você recebeu esta mensagem ou algo semelhante a:

vzquota : (warning) Incorrect quota shutdown for id VEID, recalculating disk usage
vzquota : (error) quota check : lstat `ssl_scache.dir': Input/output error

Use os comandos abaixo:

#vzquota <VEID> off
and then again start quota for that VPS
#vzquota <VEID> on

OBS: VEID -> ID da VM

Isso vai sanar o problema!

Invadiram o Milw0rm

Sunday, November 18th, 2007

 

Bem, uma das coisas mais comuns é a invasão de Sites, e por incrível que pareça, HOJE em dia é mais difícil crackear “as coisas”, mas, para hackers só Deus pode os impedir.

Acreditem se quiser, mas desta vez um “pilantrinha” entrou no servidor (Revenda Compartilhada), acessou um CMS desatualizado neste vhost, acessou os arquivos do MilW0rm e detonou um arquivo shadow aonde o portal de cracking se encontra.

O que me espanta é:”aonde estes caras vão parar?”
Nada os impede (como citei, só Deus para parar).

Bem, para tudo há uma saída, sabemos que o Underworld de TI está aí para amedrontar grandes corporações.

AINDA BEM QUE FOI SÓ O MILW0RM…

Sem comentários.

Problema com Fantástico no Red Hat 5, CentOs 5 ou Fedora Core 7

Saturday, November 17th, 2007

Problema:

CentOs 5, Fedora Core 7 e Red Hat Enterprise 5 -> Versões red hat e derivadas, que por sua vez, apresentam o WGET (utilitário de download de arquivos) incompatível com a ferramenta de autoinstall do Fantastico De Luxe 2.10.4 r10 (LATEST and STABLE releases), sendo uma das saídas atualizar o Wget ou fazer DownGrade de Versão, e lembrando que não baixe uma versão muito antiga pois pode tornar-se ineficiente para futuras operações de Administração do Servidor.

You have a buggy version of wget (wget-1.10.2-7.el5). Before proceeding with installation/upgrade, please see the following page for instructions on how to fix: http://www.netenberg.com/forum/index.php?topic=5430.0

Solução:

Antes de mais nada baixe o Wget com os passos abaixo.

Eu, no ajuste feito Hoje em Um servidor Dedicado Opteron 1200 series apliquei a seguinte versão do Wget -> ftp://ftp.gnu.org/gnu/wget/wget-1.10.1.tar.gz

REMOVA O WGET “BUGGADO”, com o comando abaixo:

yum remove wget (quando ele pedir confirmação confirme com “Y”)

Esta versão (que citei acima), apesar de ser ”obsoleta” é bastante estável.

Para instalar use os seguintes comandos (Após baixar):

tar -zxvf wget-1.10.2.tar.gz

cd wget (ou use o comando a direita para entrar na pasta -> cd pastaqueOtargzGEROU)

em seguida use os comandos:

./configure –prefix=/usr/local/

depois:

make && make all && make install

Por último, localize o wget com o comando abaixo:

find / -name wget

Acesse a pasta aonde ele se encontra.

Ao Acessar copie o arquivo para o diretório /usr/bin com o comando abaixo:

cp wget /usr/bin/

Feito isto, basta tentar Reinstalar o Fantastico De Luxe 2.10.4 r10

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