Archive for the ‘Windows (NT~2008 server)’ Category

error: 550 Access denied Invalid HELO name COMO RESOLVER?

Monday, March 15th, 2010

Se estiver usando o Outlook siga os passos abaixo:

->ferramentas->Configurações de conta
Selecione a conta e clique em alterar
->”Mais Configurações…”
->”Servidor de saída”
Selecione ->”Meu servidor de saída(SMTP) requer autenticação”
Marque ->”Usar mesmas config. do servidor de entrada de emails”
->”ok”, depois ->”avançar” e ->”concluir”

Abraços.

Windows 7: Embalado como prostituta e comercializado como rainha!

Thursday, March 4th, 2010

Bom dia a todos,

hoje acordei como dizem na minha terra, “virado”, e pensei em colocar na web um pouco da minha idéia em cima do Windows 7.
Muitos sabem que sou amante do Gnu/Linux assim como um admirador do Windows Server 2003 (não é o 2008).
O foco aqui não é ser xiita ou mesmo um defensor de sistemas/ferramentas X ou Y, o caso aqui é mostrar como brasileiro paga por “enlatado” e não tem sequer idéia do que está levando para casa.

Toda prostituta (ou quase toda) faz “serviço completo”, isto mesmo, mulheres da noite costumam fazer sexo anal, sexo oral, sexo normal e ainda outras fantasias do “comprador de prazeres momentaneos”. (não estou defendendo este mercado)

Vamos fazer uma comparação rápida sobre o Windows Vista:

1 – Aero não é um tema/função do Windows 7 (Todos sabem e já foi noticiado por empresas/jornais de grande porte como o Windows Vista tornou-se um tiro no pé para o consumidor).
2 – O custo deste sistema operacional em relação ao seu antepassado e quase finado Windows XP é absurdamente maior.
3 – A quantidade de Bugs que esse sistema apresenta, os crashes de fechar suites e programas no geral é incontável.

Assim que o Windows Vista saiu a “modinha” da época (eu era analista de suporte e acompanhava as tendências de “skins”) era deixar o desktop bonitinho, atraente.

Quem acompanhou palestras dos “partners” por volta de 2007 no nordeste viu que eles (Microsoft) gritavam ao mundo: “O Linux faz isto?”, “O Linux faz aquilo?”.

Era literalmente isto, e os “amigos dos partners” abriam um sorriso na platéia, o foco ali era rebaixar ao máximo o Linux.

O tempo (o santo remédio)

Bastou que o tempo passasse e pimba, vimos os “amigos dos partners” desabafando nos fóruns por que o aplicativo X não operava com estabilidade, impressoras foram dando erro, anti-vírus em sua defesa proativa tinha crashes e assim a coisa se resumiu em: “Somos dementes, compramos e agora arcamos com nossa imbecilidade!”.
Na época das palestras “partnes”, eu implementava serviços “híbridos” em redes, ou seja, em alguns lugares para segurar o tipo de demanda eram instalados Linux e em outros lugares eram instalados Windows Server 2003.
A rede que interligamos (na mesma época de analista) era enorme (cidades rodando sobre interligação via embratel por adsl corporativo), active directory + unidades organizacionais operando nota mil.
A rede era composta de poucos linux (os poucos eram objetos integrados no active directory) e a maior parte Windows XP professional.

O tempo passou e a necessidade de atualizar o parque computacional se tornou um drama, primeiro por que ter a plataforma Vista em um PC era necessário ter um hardware MUITO bom, segundo que a licença do Windows Vista Business (era o que atenderia) era caríssima.
Os “amigos dos partners e mvps” estavam tristes e cabisbaixos por que fazer o upgrade da rede era gradativo e custava uma “bagatelinha” de 3 x quase R$ 100.000,00. (isto por que eles ganhariam o direito de partner, ou seja, os softwares viriam com uma bolsinha colorida na nova versão e uma etiqueta de PARTER, que “luxo”!).

A fantasia com a prostuta acabou ali, saiba que quando um empresário vai colocar a corda no pescoço ele sabe que isto deve ocorrer para o crescimento da empresa, mas passar 90 dias por que ser um “partner MVP” é maravilho, ah meu amigo, isso ele abandona na hora!

Minha sugestão na época foi implementar o Ubuntu como plataforma Desktop/Workstation, isto iria reduzir muito os custos, visto que parte dos softwares poderia rodar sob Wine assim como a parte de impressão e compartilhamento de arquivos estaria suprida (que show!).

Obs: NUNCA contrate uma empresa para desenvolver um software que rode somente na plataforma X, isto pode gerar muitos custos a sua empresa. (falo isto com base no que vivi, por isso acho bacana Free Software/Open Source)

“Graças” a empresa que na época era parceira e que tinha portado o suite da empresa para Windows (É em Delphi), o código não tinha chance de rodar no Linux graças as muitas bibliotecas usadas pelo Windows (que o aplicativo necessitava).

Com o passar dos meses percebi que “ser um partner” era um estupro financeiro e que os “amigos dos partners” eram estupradores de empresas devido o fato de “usarem o melhor de um mvp”, ou seja, toda fonte de bibliotecas DOS/NT sob domínio de programadores e com clicks milagrosos e pronto, “uma tela de sistema estava pronta” e simplesmente davam um “lock” no seu aplicativo, ou seja, não tinha como migrar para outra plataforma! UHUUU!

A saída para esta empresa era portar seus sistemas para Windows Vista (e se lascar com os custos de Hardware e “partner”), ficar do jeito que está ou enfrentar uma maratona para migrar quase tudo para Linux. O que decidiram?
Ficar com Windows XP, não gastar nada e deixar “o time que está ganhando, ganhando!”.
O ruim dessa teoria é que “um dia o partner ou paga para subir de versão do sistema ou será esquecido pelo Windows Update”.

O tempo passou e foi o “remédio” para os “sonhadores de um dia serem amigos dos partners e partners e mvps dos mvps”.

A chegada da correção do Windows Vista

Quando a Microsoft percebeu que perdeu muito espaço para outros sistemas operacionais (ela tem nojo do termo Ubuntu, pode perguntar aos “partners”) ela decidiu que precisava fazer algo mais leve, tentar dar estabilidade e usabilidade ao Windows Vista (é isto mesmo, dar uma “cara melhor” ao Vista).
Isto aconteceu!
Com o lançamento do Windows 7 podemos ver um rápido CTRL + C e CTRL + V do Vista -> 7, e em consequência disto os “Live Crashes” ainda andam por aí.
Alguém aqui consegue usar o Messenger Live no Windows 7 sem tela azul?
Mas o que é isso? Mais de R$ 500,00 para ver seu PC dando tela azul?
Perdeu seu documento e ainda assim vai se contentar com isto?
Hora, 2 gerações atrás um carinha chamado XP não apresentava 90% dessa instabilidade e mesmo assim vai ficar aí acomodado?

A “prostituta” apareceu como rainha em meio aos “partners” que por sua vez (novamente) sairam às ruas e auditórios a falar: “O Linux faz isto?”.
Os crashes voltaram mais rápidos que nunca, mais versáteis que nunca, mais atraentes que nunca (isto, era tela azul bem rápido, agora é beeeem gradativa), na tentativa de desligar o pc você encontra tela de fechamento de aplicativos de maneira abrupta e etc.

Pelo menos é bem mais rápido e bonito que o Windows Vista!

Aos partners e amigos dos partners, assim como mvps, “Uma rainha”, aos usuários/desenvolvedores/secretárias/sysadmins, “Uma prostituta que não cumpre pelo que foi pago”!

Todos sabem que às bibliotecas do Windows Vista foram aproveitadas no Windows 7, assim como muito da parte do kernel (há quem diga que não).

O Windows server 2008 não deveria se chamar Windows Vista with services included?
Falar que o Windows server 2008 é bom por que é focado em virtualização é uma loucura, isto por que nenhuma plataforma chega aos pés do CitrixServer ou VMware em suas versões enterprise. (só falta eu tirar minha conclusão em cima da Parallels)

Quem usa sabe que é terrível se localizar neste sistema, e o pior, fazer a coisa andar ali é quase um milagre.

Ainda estou esperando um lançamento decente deles, e creio que será algo bem mais amigável/estável/funcional/barato que o Windows 7, disso eu tenho certeza.

You must specify a FilePath to the XML file you want to load!

Wednesday, February 24th, 2010

Se você está recebendo mensagens de erro neste estilo aqui ó:

You must specify a FilePath to the XML file you want to load!

This message error:

[Exception: You must specify a FilePath to the XML file you want to load!]
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor.AllParameters() +136
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor.LoadConfigFile() +16
nDeveloper.Util.Config.ConfigEditor..ctor(String FilePath) +133
nDeveloper.BO.Base.Config.ConfigFile.GetValue(String Key) +40
nDeveloper.BO.Base.Domain.DataBaseConfig.GetServerType() +42
nDeveloper.BO.Base.Domain.DataBaseConfig.GetConnectionString() +61
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess.BaseDb..ctor() +38
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess._NoticiaDA..ctor() +24
Vsoft.iPortal.BO.DataAccess.NoticiaDA..ctor() +24
Vsoft.iPortal.BO.BusinessLogic.Noticia.ListaNoticias(Nullable`1 SecaoID, Int32 Quantidade, Nullable`1 CaracterizacaoID) +48
Start_Default.CarregaDestaques() +173
Start_Default.Page_Load(Object sender, EventArgs e) +30
System.Web.Util.CalliHelper.EventArgFunctionCaller(IntPtr fp, Object o, Object t, EventArgs e) +15
System.Web.Util.CalliEventHandlerDelegateProxy.Callback(Object sender, EventArgs e) +33
System.Web.UI.Control.OnLoad(EventArgs e) +99
System.Web.UI.Control.LoadRecursive() +47
System.Web.UI.Page.ProcessRequestMain(Boolean includeStagesBeforeAsyn

Nada de dor de cabeça, há uma probabilidade enorme do seu sistema não estar deixando o IIS e o ASPNET acessarem a pasta que contém o arquivo XML.

E digo mais, é comum também de tabela receber este erro aqui:

Detalhes da Exceção: System.UnauthorizedAccessException: Acesso ao caminho “C:\Inetpub\wwwroot\caminho\dados\arquivo_problema.xml” foi negado.

Nas propriedades da pasta dados, altere as permissões da conte \ASPNET ou IUSR_MACHINENAME. A mensagem de erro fornece uma breve descrição sobre os dois casos :

“O ASP.NET não está autorizado a acessar o recurso solicitado. Recomenda-se conceder à identidade de solicitação do ASP.NET direitos de acesso ao recurso. O ASP.NET tem uma identidade de processo-base (geralmente {MACHINE}\ASPNET no IIS 5 ou Serviço de Rede no IIS 6) que é usada se o aplicativo não estiver sendo representado. Se o aplicativo estiver sendo representado através de , a identidade será o usuário anônimo (geralmente IUSR_MACHINENAME) ou o usuário de solicitação autenticado. “

path ou caminho das estatísticas de domínios no plesk

Sunday, February 21st, 2010

Muitas vezes precisamos de estatísticas (LOGS DO DOMÍNIO) para analizar algum erro em um servidor e nos deparamos comum certo dilema:

O plesk não é como “as coisas naturais do iis são”… lol
É isto mesmo, os logs que mostram erros críticos em um site não ficam localizados em:
C:\Windows\System32\LogFiles\W3SVCXXXXX (aonde XXXXX são números).

Caso queira achar uma informação proveitosa de um domínio a saída está aqui:

C:\INETPUB\VHOSTS\SITEASERANALIZADO.COM.BR\STATISTICS\LOGS\W3SVCXXXXX (XXXXX = números)

Se achar a resolução do problema, pls, dê um whois no meu domínio, ache minha casa e me mande uma caixa de BIS, please!

Como instalar sistemas operacionais remotamente pelo Windows 2003 Server

Friday, January 15th, 2010

AP754 – RIS – Serviços de Instalação Remota

Autor: Hélio Galvão
Publicação: 18/Agosto/2006

Overview

Em grandes redes corporativas, instalar sistemas operacionais nas estações pode ser um processo lento e trabalhoso. Pensando na questão da automação, da padronização e também da centralização de informações, a Microsoft desenvolveu o RIS, encontrado em algumas versões do Windows Server.

O RIS (lê-se “rís”) é uma ótima ferramenta administrativa, que de uma forma resumida, armazena a imagem* de um determinado sistema operacional e permite que clientes conectados através da rede instalem este sistema sem a necessidade de CD’s e/ou disquetes**.

Irei abordar neste artigo a instalação do Windows XP Professional com base em um Servidor Windows 2003 Standard Edition, no modo de idioma nativo (português) e em modo “multi-language”, para os casos em que o idioma do servidor for diferente do cliente (e vice-versa).

Ex.: Windows Server 2003 em inglês e Windows XP Pro em português.

*Na verdade, quando falamos imagem, pensamos em um arquivo como o gerado pelo Norton Ghost©, porém neste caso, a “imagem” nada mais é que o CD de instalação do sistema operacional alocado em um diretório definido pelo usuário.

**O disquete será necessário em um caso específico que abordaremos adiante.




Solução

:: Itens necessários para utilização do RIS ::

-Servidor Windows com Active Directory® e zona integrada* ao AD;
(o servidor pode ser controlador de domínio ou membro dele)
-Servidor DHCP ativo e autorizado;
-Espaço em disco no servidor para armazenarmos os arquivos do Windows XP;
-CD de instalação do Windows XP Professional;
-CD de instalação do Windows 2003 Std. Edition;
-CD de instalação do Windows 2000 Professional (opcional);
-Cliente com placa de rede (NIC) que suporte o recurso PXE ou placa de rede com suporte** ao disquete de inicialização do RIS;

*Muitos tutoriais e artigos não informam, mas a zona DNS deve ser preferencialmente integrada ao AD. No Windows Server 2003, ao elegermos um DC, a zona criada fica integrada ao AD, por padrão.

*Confira a lista de adaptadores de rede compatíveis com o disquete de inicialização do RIS mais adiante neste tutorial.

PXE = Pre-Boot Execution Environment

Acesse o link: http://en.wikipedia.org/wiki/Preboot_Execution_Environment e obtenha maiores informações sobre PXE.

:: Sistemas operacionais suportados para se efetuar a instalação remota ::

-Windows XP Professional;
-Windows Server 2003, Standard, Enterprise x32 e x64, e Web Editon;
-Windows 2000 Professional, Server e Advanced Server.

Info: Os dados acima foram retirados do site da Microsoft.

Nota: Recomendo para testes o VMWARE, pois sua interface de rede suporta o PXE.

:: Iniciando o Trabalho ::

Acesse a ferramenta “Adicionar ou Remover Programas” no Painel de Controle do Windows 2003. Clique em “Adicionar ou Remover Componentes do Windows”. Ao abrir a lista, procure pelo item “Serviços de Instalação Remota” e instale-o. O CD do Windows Server será solicitado para finalização desta tarefa.

1

Ponto-Chave: Verifique se o servidor DHCP está OK, bem como DNS, pois são cruciais para que o cliente encontre os serviços na rede.

Recomendo reiniciar o servidor após instalar o RIS. Em alguns testes, o serviço não pôde ser contatado, e não descobri por que. De fato o sistema nem pede para ser reiniciado, então por uma questão óbvia não o fiz, mas (…)

Após reiniciar o servidor, abra as Ferramentas Administrativas e clique sobre o item “Programa de Instalação dos Serviços de instalação remota”.

2

Por se tratar de um primeiro acesso, será aberto um assistente, o clássico “next next finish”, mas algumas opções têm sua importância. Reserve um minuto e veja abaixo a lista que o assistente solicita para o RIS.

3

Especifique o local físico para armazenar as imagens (arquivos de instalação) dos sistemas operacionais que estarão disponíveis para os clientes. Uma boa prática é colocar em um HD separado, ou então, em uma outra partição. Tenha em mente que o que será mais usado é: transferência de dados (rede/disco).

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Na tela abaixo, marque a primeira opção, caso contrário os clientes não encontrarão o serviço na rede.

5

Nesta parte, insira o CD do Windows XP Professional. O assistente copiará os arquivos para o diretório das imagens, especificado anteriormente.

6

Abaixo será solicitado que o usuário entre com o nome do diretório onde os arquivos de instalação ficarão armazenados. Por padrão, o sistema retornou o nome “WINDOWS”, mas achei um tanto genérico e renomeei para “WINXP”. Não utilize nomes grandes, dê preferência a algo simples e intuitivo, como WIN2KPRO, WIN2K3S, WIN2K3W.

7

Na descrição da imagem, deixei a mensagem padrão.

8O
Após conferir os dados…

9

…o assistente começa a cópia dos arquivos localizados no CD-ROM.

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Após a cópia, teremos finalizado praticamente a parte mais longa da tarefa de preparação de nosso serviço de instalação remota. Na próxima parte, utilizaremos nosso tempo para realizar uma “autópsia”, com o intuito de simplificar e descobrir algumas coisas do RIS.

:: Diretórios Utilizados pelo RIS ::

Caso não lembre, definimos o diretório D:\RemoteInstall para abrigar os serviços disponíveis através do RIS. Este diretório é compartilhado por padrão, com o nome de REMINST. Nota: Não é necessário alterar NADA em suas permissões.

Na figura abaixo, destacarei apenas um arquivo, o rbfg.exe. Este pequeno executável é o Gerador de Disquete de Instalação Remota para interfaces de rede que não possuem o ROM de boot remoto (PXE). Lembre de consultar a lista de compatibilidade, pois nem todas as interfaces suportam este recurso. Se a interface a ser utilizada não é compatível, não perca tempo gerando o disquete. O arquivo riprep.exe será debatido em outro artigo, mas para os curiosos, este utilitário é um gerador de imagem de sistema operacional, mas já com aplicativos instalados. Não falaremos sobre ele, pois será necessário um breve bate-papo sobre HAL, MassStorage Devices, ChipSets (…)

Info: Para consultar a lista de interfaces compatíveis, execute o rbfg.exe e clique sobre o botão “Lista de Adaptadores”.

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No diretório abaixo, localizamos dois arquivos com a extensão .osc. Mais adiante falaremos sobre estes arquivos, que nada mais são que as telas de instalação que serão visualizadas pelos clientes RIS.

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Abaixo, podemos ver o diretório onde estão armazenados os arquivos de startup do cliente, que serão executados no ambiente “pre-boot”. Quando o cliente inicia a máquina e pressiona F12 para que o boot seja efetuado pela rede*, a interface busca um IP via DHCP e inicia todo o processo, solicitando novamente que se pressione F12 ao encontrar um serviço disponível.

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Dica: Caso queira automatizar um pouco esta inicialização, renomeie o arquivo startrom.com para startrom.old e o arquivo startrom.n12 para startrom.com. Desta maneira, não será necessário pressionar F12 após ter um IP atribuído e o serviço encontrado.

Info: *Em algumas situações será necessário definir na BIOS que a interface de rede participe do processo de BOOT, caso contrário não conseguiremos conexão cliente-servidor. Ex.: Um determinado PC já possui um sistema operacional instalado e não apresenta a opção de BOOT pela rede através do F12. Na BIOS foi definido que a interface de rede não participa da seqüência de boot, ou até participa, mas em uma posição posterior ao HD/CD/Floppy. O que ocorrerá é que o HD por já possuir um S.O, “não dará chance” ao usuário iniciar o processo pela rede.

No diretório marcado abaixo, podemos ver mais arquivos .osc, que são as telas de instalação do RIS, vistas pelo cliente, para o idioma “Portuguese”.

Nota: Estas telas estão em inglês, e adiante veremos como customizá-las.

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Na figura a seguir, vemos um diretório de extrema importância, que é o “templates”. Este diretório armazena o arquivo ristndrd.sif, que é um arquivo de respostas para instalações automatizadas do Windows.

15

Info: Após gerar a imagem, o RIS cria um arquivo de respostas padrão, localizado em RemoteInstall\Setup\Portuguese\Images\WINXP\i386\templates, porém podemos criar um NOVO arquivo de respostas, substituindo o atual OU utilizando-o como mais uma opção na instalação automatizada. Veremos adiante como fazer isso, inclusive oferecendo ao usuário opções de instalação (automática, customizada – onde se pode definir o nome da maquina, ou a terceira opção, que é continuar uma instalação mal-sucedida e também a opção de manutenção – que não será abordada neste artigo).

:: Conhecendo, Editando e Preparando as Telas de Instalação do RIS ::

Procure pelo diretório D:\RemoteInstall\OSChooser e verifique os arquivos com extensão .osc. Abra algum deles com o bloco de notas, e verá que é bem parecido com HTML.

Sim, podemos padronizar estas telas, obedecendo claro, sua sintaxe. Estes arquivos, como dito anteriormente, são as telas que o cliente utilizará durante todo o processo oferecido pelo RIS.

No momento em que o cliente encontra o serviço disponível na rede e o executa, a primeira tela a ser mostrada é D:\RemoteInstall\OSChooser\welcome.osc. A partir deste item, o usuário segue para outras telas, de acordo com o que for definido como padrão ou de acordo com suas escolhas. Basicamente é isto que ocorre.

Ponto-Chave: Volte a consultar este tópico no momento em que formos instalar o sistema no cliente.

Após ligeira explicação, trataremos em primeiro plano a instalação no modo de nosso idioma nativo (português, sendo único idioma disponível).

Ao passar pela primeira tela (welcome.osc), seguiremos para D:\OSChooser\Portuguese\login.osc, onde precisaremos autenticar o usuário que fará a instalação. Veremos isso durante o processo cliente.

As próximas telas referem-se às opções de instalação e serão descritas no próximo tópico: “Automação com Arquivos de Respostas e Opções de Instalação”.

No modo multi-language (2 ou mais idiomais disponíveis), precisamos renomear o arquivo D:\RemoteInstall\OSChooser\welcome.osc para algo diferente, como welcome.old, copiar o arquivo multilang.osc como welcome.osc, e depois editá-lo, de acordo com as opções de idiomas que desejamos oferecer. Observe atentamente a sintaxe, os exemplos presentes no arquivo modelo são bem claros.

A diferença agora é que ao acessar o serviço, o cliente verá uma tela de boas vindas (welcome.osc) com as opções de idioma definidas pelo administrador (é, você mesmo!). O restante segue o padrão explicado acima, mas lembre que o diretório referente ao idioma selecionado deve existir em \RemoteInstall\OSChooser\[Idioma] contendo os arquivos .osc.

Ex.: Para o Francês: \RemoteInstall\OSChooser\French

Além disso, dentro do diretório criado para as imagens, deve haver algum Sistema Operacional disponível para o idioma que você definiu, caso contrário não fará muito sentido!
:: Automação com Arquivos de Respostas e Opções de Instalação ::

Como mencionado anteriormente, o RIS gera um arquivo de respostas padrão, chamado ristndrd.sif.

Podemos utilizar o setupmgr.exe para gerar um novo arquivo de respostas para o RIS. Caso não esteja familiarizado com esta ferramenta, não se preocupe. É bem simples e nada que 15 minutos de estudo não resolva. Esta ferramenta é encontrada no CD do Windows XP, em \SUPPORT\TOOLS. Procure por Deploy.CAB e extraia seu conteúdo para um diretório qualquer em sua máquina, de preferência com o nome “Deploy” mesmo! Ao gerar o arquivo de resposta pelo setupmgr.exe (utilizando a opção do RIS, claro!), podemos associá-lo a uma imagem já presente no diretório de distribuição, inserindo o arquivo como mais uma opção, ou então substituindo o arquivo padrão que foi gerado (ristndrd.sif). Temos duas opções, e a mais fácil é colocar o arquivo diretamente na pasta a seguir:

D:\RemoteInstall\Setup\Portuguese\Images\WINXP\i386\templates

Nota: Mesmo que o usuário defina um nome de computador no arquivo de respostas, este não será utilizado, e veremos adiante como isso será feito. Caso queira averiguar, gere o arquivo definindo um nome de computador. Abra o arquivo de respostas com o bloco de notas e veja que o nome de computador é uma variável!

A outra opção para associar um arquivo de respostas é mais trabalhosa, mas caso a queira utilizar, acesse “Usuários e Computadores do Active Directory” e procure pelo computador onde o RIS está instalado. Acesse suas propriedades e clique na aba referente à Instalação Remota.
Clique em “Opções Avançadas” e depois na aba “imagens”. Clique no botão “adicionar” e siga o assistente. Tudo que ele fará é copiar o arquivo de um local X para o local Y, no caso, o diretório:

D:\RemoteInstall\Setup\Portuguese\Images\WINXP\i386\templates

As figuras a seguir demonstram o passo-a-passo do procedimento descrito acima, além de mostrar o que discutimos sobre o nome do computador & variáveis.

16
Acesse as “Configurações Avançadas”…

17

…verifique a questão do “formato de nome do computador”…

18

…e as imagens/arquivos de resposta na aba “imagens”.

19

Antes de falarmos sobre as opções de instalação, vale lembrar que só estarão disponíveis caso o administrador as defina nas diretivas de grupo do domínio em questão. Edite esta diretiva, procurando na seção “Configuração do Usuário > Configurações do Windows > Serviços de Instalação Remota”. Não tem como errar! Faça as alterações necessárias, vamos adiante e lembre-se: não abordaremos a opção “Ferramentas”!

Ponto-Chave: Volte a consultar este tópico no momento em que formos instalar o sistema no cliente.

Instalação Automática: Nesta opção, a instalação utilizará as configurações de nome e localização da conta de computador de acordo com o que for definido na tela de configuração do RIS (Usuários e Computadores do Active Directory > Propriedades do Computador que abriga o RIS > Aba de Instalação Remota). Logo na primeira tela podemos encontrar as convenções de nome que podem ser utilizadas. Alguns exemplos: nome do usuário, número seqüencial, ou alguma seqüência de caracteres customizados.

Nota: Caso as diretivas não estejam definidas, esta será a única opção do usuário, e entrará automaticamente.

Instalação Customizada: Nesta opção, a instalação utilizará as configurações de nome e localização da conta de computador definidos pelo usuário. É uma ótima opção, pois é uma boa prática das empresas criarem um padrão de nomes para os computadores de acordo com o setor, etc. Assim o usuário ficará livre para utilizar um nome mais apropriado, de acordo com sua necessidade.

O próximo passo é a escolha do Sistema Operacional a ser instalado, porém, como criamos apenas uma imagem, não veremos outras opções. Caso queira, adicione posteriormente uma nova imagem, do Windows 2000 Pro, por exemplo. Leia no final deste documento o tópico extra sobre este assunto.

Caso queira adicionar outra imagem agora, veja na figura abaixo o assistente:

20

Voltando à nossa instalação, perceba que na tela em que escolhemos o sistema operacional, escolheremos na verdade qual arquivo de respostas será utilizado.

Ex.: Se possuo dois arquivos de respostas distintos, para instalação do Windows XP Pro, a instalação disponibilizará DUAS opções para este sistema operacional, mas a imagem que criamos é única, portanto o Windows XP será instalado a partir desta imagem, porém de acordo com o arquivo de respostas escolhido. Pode parecer confuso, mas a idéia é simples. O que ocorre, é que o processo é transparente para o usuário do serviço.

Dica: Edite o arquivo de respostas com o bloco de notas e altere sua descrição (no final do arquivo) para que fique algo documentado, resumidamente. Ex.: “Windows XP Pro SP2 com teclado ABNT2” ou “Windows XP Pro SP1 padrão”.

Após definir qual sistema será instalado, chegamos praticamente ao propósito final e teórico do RIS! No próximo tópico, faremos a instalação completa e automatizada de uma estação Windows XP Professional utilizando nosso servidor RIS!

:: Instalação do Cliente ::

Espero que já tenha preparado seu ambiente de testes! A seguir, podemos ver o boot através da interface de rede, já buscando um endereço via DHCP.

22

A próxima tela, é a famosa “welcome.osc”…

23

…e abaixo, “login.osc”:

24
Perceba que o serviço solicita a entrada de credenciais e informa o nome do domínio ao qual estou conectado, além do nome do servidor RIS, no caso, “MARGE” (isso mesmo, Marge Simpson…)

Na tela a seguir, podemos ver as opções de instalação, definidas via diretiva.

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Se for escolhida a opção “Automática”, a instalação solicitará apenas que o usuário escolha a imagem a ser utilizada (arquivo de repostas/imagem, como discutido anteriormente). Caso haja apenas um arquivo de respostas/imagem, só haverá uma única opção. No exemplo abaixo, deixei o arquivo gerado pelo RIS e criei um personalizado, que já inclui a modesta chave do Windows, além de outras opções.

Lembre que nesse caso, o NOME da máquina será gerado de acordo com o padrão definido nas opções no Servidor RIS!

26

Se for escolhida a opção personalizada (custom setup), o usuário terá a liberdade para definir alguns parâmetros como Nome e localização da conta do Computador no domínio. Se colocarmos apenas o nome do computador, a conta será criada na Unidade Organizacional default, que é “Computers”.

27

A opção “Restart a Previous…” serve para continuar uma instalação que não obteve sucesso anteriormente. Se os arquivos básicos de instalação já tiverem sido copiados, estes não serão transferidos novamente.

A última opção refere-se às ferramentas de diagnóstico e resolução de problemas, mas como informado anteriormente, não as abordarei neste artigo.

Na imagem a seguir, recebemos um aviso antes da instalação do novo sistema:

28

Como optei pelo modo automático e também pela imagem associada ao meu arquivo de respostas, a instalação utilizará o arquivo de respostas criado por mim para efetuar a instalação. Perceba que o nome da máquina foi atribuído pela opção definida no servidor RIS e não pelo usuário, o que não ocorre no modo “custom”.

29

Após pressionarmos [ENTER], chegamos à próxima tela, a famosa “text-based installation” do Windows XP. A partir daí, se tudo estiver correto, a instalação será 100% automatizada, sem que você aperte uma tecla sequer.

30

Se você chegou até aqui, parabéns! O Servidor RIS foi implantado com sucesso!
A seguir, faço algumas recomendações básicas e disponibilizei também um tópico extra, para a instalação de novas imagens.

:: Práticas Recomendadas ::

1-Não utilize este recurso sobre redes lentas, ou WANs (que também costumam ser lentas se comparadas às LANs).

2-O RIS utiliza basicamente recursos de transferência de dados, portanto dê preferência a um disco dedicado no servidor.

:: Tópico Extra – Adicionando novas imagens em idioma nativo/não-nativo ::::

Acesse as Ferramentas Administrativas e clique sobre o item “Programa de Instalação dos Serviços de instalação remota.

21

Neste momento, duas opções serão disponibilizadas para o usuário, e escolheremos a primeira (“adicionar uma nova imagem…”). O assistente solicitará que você insira a mídia (ou outro local) contendo os arquivos de instalação do sistema operacional. Insira a mídia e prossiga. As demais opções são básicas e meramente informativas, com exceção de uma, onde o usuário terá que escolher entre três opções definidas por radio-buttons.

Lembre-se: caso queira alterar a descrição, NÃO utilize caracteres especiais (acentos etc.), pois as telas de instalação do RIS (os arquivos .osc) não suportam esta codificação.

Nota: Fique atento apenas na última tela que antecede a cópia do CD, onde o assistente pode ou não questionar o usuário sobre o que fazer com as telas de instalação do RIS.

Ponto-Chave: Caso o Windows pergunte algo sobre “telas de instalação”, marque a opção “utilizar as telas atuais”, caso contrário as telas que foram personalizadas serão substituídas.

Conclusão

Com este artigo/tutorial, mostramos como instalar o Serviço de Instalação Remota (RIS) no Windows Server 2003 .

Fonte: http://www.andersonpatricio.org/Tutoriais/AP754_b.html

Códigos de erros comuns do Outlook Express e Microsoft Outlook

Tuesday, December 15th, 2009

ERRO 0X800CCC19 (OE) OU 0X8004210A (OUTLOOK 2002)
Erro: A opção Scan incoming Email and Scan outgoing Email está activada no programa Norton AntiVirus.
Solução: Desativar o antivirus e a consultar o suporte técnico do fabricante do seu Anti Virus.

ERRO 0X800CCC0E, ERRO DE SOQUETE 10061
Erro:
A opção Scan incoming Email and Scan outgoing Email está ativada no programa AntiVirus.
Solução: Desativar o antivirus e a consultar o suporte técnico do fabricante do seu Anti Virus.

ERRO 0X800CCC0D OU 0X800CCC0F
Erro:
O Norton AntiVirus poderá ter executado o LiveUpdate da Norton e instalado a atualização Script Blocking.
Solução: Desativar o antivirus e a consultar o suporte técnico do fabricante do seu Anti Virus.

ERRO: POP3 E SMTP ERRO DE SOQUETE 11001 Nº DO ERRO 0X800CCC0D
Erro:
Configuração do servidor pop3 ou smtp esta incorreta, a porta do servidor esta bloqueada, esta ligado a um servidor, ou esta sem comunicação com a internet.
Solução: Verificar se o cliente esta se comunicando com a internet, se possui firewall ou se esta ligado em rede.

ERRO: SMTP ERRO DE SOQUETE 11004 Nº DO ERRO 0X800CCC0D
Erro:
Configuração do servidor smtp esta incorreta.

ERRO: POP3 E SMTP ERRO DE SOQUETE 11060 Nº DO ERRO 0X800CCC0E
Erro:
Configuração da porta do servidor esta incorreta ou bloqueada.

ERRO: POP3 E SMTP N.º DO ERRO 0X800CCC0E 10065
Erro:
Sem comunicação com a internet.

ERRO: POP3 E SMTP MSG: ERRO DE TCP/IP N.º DO ERRO 0X800CCC15
Erro:
Sem comunicação com a internet.

ERRO: SMTP ERRO: 0X800CCC78 OU 0X800CCC79
Erro:
A MENSAGEM NÃO PODE SER ENVIADA PORQUE UM DOS DESTINATÁRIOS FOI REJEITADO PELO SERVIDOR.
Solução: Autenticar no POP3 provedor, verificar se o SMTP configurado é do provedor, verificar se não tem mais de 200 destinatários.
Se tudo estiver OK, fazer um teste no webmail ou no OE e verificar se envia para o destinatário recusado.

ERRO: POP3 N.º DO ERRO 0X800C0131 ERRO DESCONHECIDO ( NÃO É POSSÍVEL RECEBER E-MAILS )
Erro:
Espaço insuficiente no disco rígido ou a pasta itens enviados esta danificada.
Solução: Excluir o arquivo “Caixa de entrada.dbx”

ERRO: SMTP N.º DO ERRO 0X800C0131 ERRO DESCONHECIDO ( NÃO É POSSÍVEL ENVIAR E-MAILS )
Erro:
Espaço insuficiente no disco rígido ou a pasta itens enviados esta danificada.
Solução: Excluir o arquivo “Itens Enviados.dbx”

ERRO: SMTP N.º DO ERRO 0X800CCC67 ERRO DESCONHECIDO ( NÃO É POSSÍVEL ENVIAR E-MAILS )
Erro:
Seu computador ou sua rede está conectado à Internet usando um roteador Linksys BEFSR41, BEFSR81 ou BEFW11S4.
O e-mail que você está tentando enviar contém um anexo ou foi escrito usando o Microsoft Word.
Solução: Excluir o email de saída e criar outro.

N.º DO ERRO 0X800CCC90 OU 0X800CCC91
Erro:
Erro ao fazer logon com o servidor de email. “A senha foi recusada”.

0X800CCC90 OU 0X800CCC18
Erro:
Não foi possível conectar-se ao servidor usando a autenticação de senha de segurança.
Solução: Desmarcar efetuar logon usando autenticação de senha de segurança.

ERRO DE SOQUETE: 10053 N.º DO ERRO: 0X800CCC0F
Erro:
Possível instabilidade na caixa postal ou no servidor.

N.º DO ERRO: 0X8004210B (MICROSOFT OUTLOOK)
Erro:
Ao enviar e receber” detectou um erro (0×8004210B) : “A operação excedeu o tempo de espera de uma resposta do servidor de envio de correio (SMTP)
Solução: Configuração do servidor pop3 ou smtp esta incorreta, a porta do servidor esta bloqueada, esta ligado a um servidor, ou esta sem comunicação com a internet.


N.º DO ERRO: 0X80040116 (MICROSOFT OUTLOOK)
Erro:
Erro desconhecido ( Não é Possível Receber E-mails )
Solução: Localizar o arquivo Outlook.pst e renomear para OLD.pst

N.º DO ERRO 0X80042108 (MICROSOFT OUTLOOK)
Erro:                            O Outlook não consegue conectar-se ao seu servidor de e-mail POP3 de mensagens recebidas.
Possíveis causas: Sem comunicação com a internet.
Existem arquivos corrompidos em seu disco rígido. Você está executando o Norton Personal Firewall 2002.
Você está executando software Norton Internet Security.
Você instalou uma atualização do Microsoft Office XP.

CLIENT HOST REJECTED: TEMPORARY UNAVAILABLE
Erro: O endereço eletrônico recusado foi “user@provedor.com.br”. Assunto “Re: Assunto”, Conta: “Nome”, Servidor: smtp.provedor.com.br”, Protocolo: SMTP, Resposta do servidor: “554 <IPSERVIDOR>:
Client host rejected: Temporary Unavailable”, Porta: 25, Segura (SSL): Não, Erro do servidor: 554, Nº do erro: 0×800CCC79
Causa: A mensagem não pôde ser enviada porque um de seus destinatários foi recusado pelo servidor.

FONTE: http://www.agenciadix.com.br/ajuda/site/index.php?faq=218&sid=codigos-de-erros-comuns-do-outlook-expresse-e-microsoft-outlook.html

Como listar todos os subdomínios de um determinado domínio

Monday, December 14th, 2009

No windows clique em Iniciar->executar-> CMD
Assim que o ms-dos abrir informe isto:

Nslookup
server IP_aonde_o_site_está
set type=any
ls -d domínio.com.br

:D

Como registrar DLL no windows 2008 server (make sure…)

Saturday, December 12th, 2009

Os sistemas 64 bits estão tomando conta do mercado, e com eles algumas dificuldades novas. No windows server 2008 Standart 64 bits, ao tentar registrar uma DLL com o comando regsvr32 “nome da dll” na opção executar obtive a seguinte mensagem:

Talvez o módulo “Nome da DLL” não seja compatível com a versão do Windows que você está executando. Verifique se ele é compatível com uma versão x86 (32 bits) ou x64 (64 bits) do arquivo regsvr32.exe.

Isso acontece pois quando você chama o comando sem especificar o local, ele usa o regsvr32 de 64 bits. Para usar o de 32 bits existe alguns paços a serem seguidos.

Depois de uma pesquisa na net encontrei uma solução estapafúrdia para o problema que consiste em você abrir o prompt de comando, acessar a pasta c:\windows\syswow64 e ai realizar o registro das dlls. Simples mas ao mesmo tempo difícil caso não se tenha essa informação. Acho que ao invés de retornar essa mensagem o windows deveria dizer algo assim:

Ó seu mala, Essas dlls antigas devem ser registradas acessando a pasta c:\windows\syswow64 pelo prompt de comando e digitando logo após o comando regsvr32 “nome da sua dll”.

Bom, como o mundo não é perfeito, fica aqui minha dica com as devidas referências ao FAQ da microsoft que foi onde encontrei essa informação.

Cordialmente;

Claudir Pereira dos Santos

T.I.

Matelândia, 29/06/2009.

Referências

http://support.microsoft.com/kb/282747/en-us

100% retirado de: http://claupers.spaces.live.com/blog/cns!80F64739372147EE!521.entry

Como saber a senha do administrador do Plesk em um windows server 2003 ou 2008 (webedition, enterprise, standard, datacenter)

Saturday, December 12th, 2009

Para saber a senha do administrador do Plesk em um windows server 2003 ou 2008 (webedition, enterprise, standard, datacenter) basta rodar o seguinte comando:

C:\”"PASTA DE PROGRAMAS”"\SWsoft\Plesk\admin\bin\plesksrvclient.exe” -get (no 2003)
“C:\”"PASTA DE PROGRAMAS”\Parallels\Plesk\admin\bin\plesksrvclient.exe” -get (no 2008).
Abraços.

Como habilitar conexões remotas com o mssql server 2005 (express ou standard/enterprise)

Wednesday, December 2nd, 2009

Como configurar Conexão Remota no SQL Server 2005

Muitos casos de problemas com conexão ao servidor de Banco de Dados ocorrem por uma limitação que o SQL Server 2005 possui por padrão. Esta configuração de segurança que vem padronizada no SQL pode ser alterada facilmente. Neste artigo, será apresentada uma maneira de como solucionar este problema rapidamente. Para simular o ambiente, duas máquinas serão utilizadas. Uma será o Servidor de Banco de Dados, e a outra será a máquina cliente. No diagrama abaixo, existe uma arquitetura de exemplo para ilustrar a solução.

O nome do Servidor de Banco de Dados é NGRSERVER e a máquina cliente se chama NOTEBOOK. A instância do SQL Server 2005 que está no servidor é chamada de SQL2005.

Vamos ao que interessa. Ao tentar acessar o Servidor de Banco de Dados com sua configuração padrão, uma mensagem de erro é apresentada. Esta Depois de acessar a tela das propriedades da instância do SQL Server, escolha, no menu da esquerda, a opção Connection. A parte direita da tela será referente à Connection, procure a opção Allow remote connection to this server. Deixe esta opção marcada. Clique em OK.mensagem diz que ocorreu um erro enquanto estabilizava uma conexão com o servidor, esta falha pode ser pelo fato da configuração padrão do SQL Server não permitir conexões remotas.

“An error has occurred while establishing a connection to the server. When connecting to SQL Server 2005, this failure may be caused by the fact that under the default settings SQL Server does not allow remote connections”

A solução deste problema é resolvida em alguns passos.

Código:
1. Permitir conexões remotas à instância do SQL Server que será acessada de outro computador;
2. Habilitar o protocolo  TCP/IP para conexão e tráfego de informações;
3. Iniciar o serviço do SQL Server Browser;
4. Configurar o  Firewall para permitir que informações relacionadas ao SQL Server seja permitido de passar por ele.

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Estes passos garantem a conexão remota do SQL Server. Abaixo cada passo é explicado detalhadamente.

Passo 1: Para permitir que computadores acessem instâncias do SQL Server em outra máquina, a primeira coisa a ser feita é uma configuração na instância que receberá as conexões remotas, no nosso caso, o SQL2005 no servidor NGRSERVER.

Para fazer isso, conecte-se localmente na instância do servidor, clique com o botão direito na instância conectada e aponte o mouse para Properties.

Depois de acessar a tela das propriedades da instância do SQL Server, escolha, no menu da esquerda, a opção Connection. A parte direita da tela será referente à Connection, procure a opção Allow remote connection to this server. Deixe esta opção marcada. Clique em OK.

A conclusão deste procedimento passa a garantir que a instância do SQL Server poderá receber conexões remotas, mas este não é o único passo a ser cumprido. Mais alguns passos devem ser seguidos para a conclusão da tarefa.

Passo 2: Para permitir que o protocolo TCP/IP trafegue informações do SQL e que conexões possam ser estabelecidas através deste protocolo, vamos liberá-lo no SQL Server, utilizando uma ferramenta disponível na instalação das ferramentas de administração. A ferramenta é o SQL Server 2005 Surface Area Configuration. Esta ferramenta por padrão, encontra-se na pasta Configuration Tools do SQL Server 2005. Nesta ferramenta, utilizaremos os recursos de Surface Area Configuration for Services and Connections.

Acesse Surface Area Configuration for Services and Connections, no menu da esquerda expanda o item da instância, neste caso, SQL2005. Depois expanda Database Engine e selecione Remote Connections. Na tela da direita, selecione a opção Local and remote connections e em seguida Using TCP/IP only. Clique em OK.

Esta configuração permite agora, que a instância selecionada receba conexões locais e remotas, as conexões remotas serão somente por TCP/IP. A opção Using both TCP/IP and named pipes também poderia ser sido utilizada, sem problemas.

Continuando com a configuração do TCP/IP, vamos utilizar agora outra ferramenta, SQL Server Configuration Manager. Nesta ferramenta utilizaremos o recurso SQL Server 2005 Network Configuration, que se encontra no menu da esquerda. Ao expandir este item, encontramos o Protocols for SQL2005. Ao clicar nele, algumas opções se abrirão do lado direito da tela. Nas opções disponibilizadas, devemos deixar o protocolo TCP/IP com status de Enabled. Para fazer isso, clique com o botão direito do mouse em TCP/IP e vá em Enabled. Após isso, ele aparecerá configurado.

Depois de configurar o status para Enabled, mais duas verificações devem ser feitas nas propriedades do protocolo TCP/IP. Para acessar estas configurações, clique com o botão direito do mouse em TCP/IP e em seguida em Propriedades. Uma tela com duas abas superiores se abrirá. A primeira aba Protocol, deve ficar com a propriedade Enabled configurada para Yes.

Na segunda aba, IP Addresses, devemos garantir que as propriedades Active e Enabled estejam configuradas para Yes.

Após garantirmos estas configurações, clicamos em OK para salvar nossas alterações.

As alterações que foram feitas nestas duas ferramentas são úteis para garantir que a instância do SQL Server selecionada possa receber conexões remotas e que o protocolo remoto de conexão é o TCP/IP.

Passo 3: Para iniciar o serviço do SQL Server Browser, utilizaremos novamente a ferramenta SQL Server Configuration Manger. Para acessar a área que controla os serviços do SQL Server, no menu da esquerda, será utilizado o item SQL Server 2005 Services. Na parte direita da tela, os serviços relacionados ao SQL Server são apresentados. O serviço SQL Server Browser encontra-se com seu State configurado para Stopped. Para iniciar o serviço, clique com o botão direito do mouse no serviço e em seguida clique em Start. Este processo levará alguns instantes, e o State antigo passará a ser Running.

fim da 2ªparte

Após a inicialização do serviço do SQL Server Browser, e as configurações de liberação para acesso remoto e de TCP/IP, o serviço da instância do SQL Server deve ser reiniciado para que as alterações tenham efeito. Para fazer isso, na mesma tela onde foi iniciado o serviço do SQL Server Browser, selecione o serviço do SQL Server (SQL2005), clique com o botão direito do mouse e aponte p ara Restart. Aguarde alguns instantes a parada e a inicialização do serviço. Lembre-se que SQL2005 é a instância do SQL Server do servidor que utilizamos como exemplo.

Passo 4: Para que as conexões remotas funcionem no SQL Server 2005, o Firewall da rede deve ter exceções para as instâncias do SQL Server 2005 e o serviço do SQL Server Browser. Para exemplificar, colocaremos as exceções no Firewall do próprio Windows. Caso você utilize outro Firewall, você deve ler sua documentação para realizar o procedimento de liberação dos programas utilizados.

O Firewall do Windows está presente nas instalações do Windows XP com Service Pack 2 ou superior. Para acessar o Firewall do Windows, vá em Iniciar > Painel de Controle > Firewall do Windows ou digite firewall.cpl em Iniciar > Executar e clique em OK. A liberação no Firewall deve ser feita para cada instância que terá suas conexões remotas permitidas. Realizar estas exceções em cada instância do SQL Server é necessária pelo fato de ser permitido instalar diversas instâncias do SQL Server em um mesmo servidor. Cada instalação do SQL Server é chamada de instância, e cada instância pode ter quantos Bancos de Dados forem necessários, podendo ser repetidos ou não em uma instância ou outra. Para colocar uma instância do SQL Server nas exceções do Firewall, devemos abrir a aba Exceções do Firewall do Windows, clicar em Adicionar Programa, procurar o arquivo SqlServr.exe que por padrão, encontra-se na pasta C:\Arquivos de Programas\Microsoft SQL Server\MSSQL.1\MSSQL\Binn.

A pasta MSSQL.1 é a pasta referente à instância 1 do SQL Server. Se for colocar uma exceção para uma segunda instância do SQL, o arquivo SqlServr.exe deve ser localizado na pasta MSSQL.2.

Para colocar uma exceção ao serviço do SQL Server Browser, devemos seguir os mesmos passos que percorremos para colocar exceção à instância do SQL Server, a única diferença será procurar o arquivo SqlBrowser.exe que por padrão está na pasta C:\Arquivos de Programas\Microsoft SQL Server\90\Shared.

Estes passos apresentados auxiliam a conexão remota com o Servidor de Banco de Dados através de máquinas clientes. Podemos ver que seguindo os passos corretamente, o acesso de aplicações e de ferramentas administrativas deixou de ser exclusivamente da máquina do Servidor de Banco de Dados, e passou a ter acessos liberados para outras máquinas da LAN (Local Area Network). Lembrando que, para acessar uma instância do Banco de Dados, você terá que colocar um usuário e senha válidos para realizar a conexão.

Dica retirada de:

http://www.chmod.com.br/vb/showthread.php?t=6890

COMO MUDAR MAC ADDRESS WINDOWS VIA REGISTRO DO WINDOWS XP

Sunday, November 29th, 2009

Placas de Rede
Como mudar o MAC Address

[Índice do Site] [Comentários sobre esta página devem ser feitos neste post do blog]

Neste texto, quando eu falar “MAC” estou me referindo a “endereço MAC” (MAC Address).

O método abordado aqui costuma ser chamado de “MAC spoofing”.

Este texto aborda a mudança do MAC de placas de rede em computadores rodando Windows XP. A mudança do MAC em aparelhos como modems e roteadores não pode ser feita por este processo. Por sorte, muitos modems e roteadores tem seu próprio método de escolha do MAC.

Por que mudar o MAC?

Existem motivos maliciosos para isso (um monte deles), mas também existem motivos legítimos. No meu caso, precisei estudar o assunto quando instalei internet via rádio na minha casa e descobri que o acesso estava amarrado ao MAC da placa de rede fornecida pelo provedor. Isso é feito para dificultar o acesso não autorizado à rede sem fio, mas eu não gosto da idéia de ficar dependendo de uma peça de hardware que eu não posso trocar para fazer diagnóstico.

Nota: No mundo Windows, apenas depois do Windows 2000 isso passou a ser possível (e fácil) porque o sistema operacional veio com suporte a isso. Todo mundo que aprendeu como funcionam as redes Windows antes de 2000 e não se atualizou continua achando que mudar o MAC sem um “hack” eletrônico seja impossível, porque era mesmo.

Nota: Eu testei o método também no Windows Vista Starter Edition e aparentemente funcionou. Os locais no Registro são encontrados da mesma maneira e o MAC aparece alterado. Mas como eu só uso o Vista em testes, meu tutorial só aborda o XP. Em tese, o método também funciona no Windows 2000 e 2003, mas não tenho tempo para comprovar isso agora.

A mudança não é permanente. Você apenas informa ao XP para usar outro MAC ao construir os pacotes de dados. Se você formatar o HDD ou retirar a placa e colocar em outra máquina, o MAC original volta a valer.

Toda placa de rede tem um MAC único. Em teoria não deveriam existir duas placas no mundo com o mesmo MAC. Isso é garantido em parte porque os três primeiros bytes do MAC são únicos para cada fabricante. E como tentar usar duas placas com o mesmo MAC numa mesma rede pode criar uns problemas enlouquecedores, um fabricante não tem nenhum interesse em deixar que isso aconteça com os seus produtos. O MAC é gravado em uma memória EEPROM em todas as placas de rede, desde as pré-”plug and play” até hoje.

As fotos abaixo destacam a memória EEPROM em dois modelos de placas WIFI:

Com o conhecimento e o equipamento é possível mudar o endereço MAC gravado na EEPROM, mas em um PC rodando o Windows XP você não precisa ter esse trabalho todo.

Nesta página eu abordo três métodos:

Como obter o MAC em uso

O modo mais óbvio é procurando pela etiqueta na própria placa, mas se a a placa não tiver etiqueta ou já estiver instalada, sempre tem um jeito.

Estando no PC

Estando em outro PC na mesma sub-rede

Você só precisa saber o IP da máquina em questão. Abra um prompt de comando e dê os seguintes comandos:

ping endereçoIP

arp -a endereçoIP

Só funciona se o endereço responder ao PING

Por exemplo, como o endereço IP do exemplo acima é 192.168.0.121, basta fazer isso em outra máquina:

Nota: “arp -a” não vai buscar o endereço MAC na rede. O endereço foi obtido quando demos o PING e está no cache, por isso se você executar esses comandos em uma máquina “A” para obter o MAC da máquina “B” e em seguida mudar o MAC da máquina “B”, se testar com “arp -a” de novo, o MAC antigo será retornado. É preciso usar PING novamente para atualizar o endereço.

O método manual

Para mudar o MAC no XP você precisa identificar exatamente o adaptador de rede cujo MAC você quer mudar. Isso é simples em um computador “simples” com uma única conexão de rede, mas se você já tiver instalado ou mesmo testado adaptadores Bluetooth, Vmware, outras placas de rede, etc, o registro vai estar apinhado de referências a adaptadores de rede. Você precisa ser capaz de encontrar o correto.

O modo mais “direto” é se você souber exatamente qual o “nome da conexão”.

Nota: o nome dado a uma conexão é único. Você também pode procurar pelo nome do driver, mas esse método pode levar a “falsos positivos”, porque se por exemplo você tem (ou mesmo teve) duas placas de rede iguais no PC vão existir duas referências ao mesmo driver no registro e você pode escolher a errada. O mesmo pode ocorrer se você tirar a placa de rede de um slot PCI e colocar em outro. Se sua placa de rede tiver “passeado” por todos os slots de sua placa mãe, vai existir uma referência no registro para cada slot, sem meios simples de descobrir qual a referência ativa.

Na imagem ao lado, meu adaptador de rede está configurado para exibir o status quando conectado (o default do XP é exibir apenas em caso de problemas) e basta mover o mouse sobre o ícone para ver o nome da conexão. No meu caso é “Rede 100 Mbps” porque eu dei esse nome, mas na maior parte dos casos vai ser “Conexão Local”

Alternativamente, abrindo “Conexões de Rede” no Painel de Controle você vai ver uma lista parcial das conexões. No meu caso, como cada uma tem um nome descritivo, é fácil identificar a correta.

Alguns drivers já tem suporte à mudança

A imagem abaixo mostra dois caminhos possíveis para chegar ao local onde é possível configurar o MAC

No exemplo acima, a opção não existe. Quando a opção existe se parece mais ou menos com isso:

No caso acima, basta inserir o novo valor em “value” e depois desativar e reativar a placa de rede.

Quando o modo mais fácil não funciona

Sabendo qual o nome da sua Conexão de Rede, basta usar Regedit.exe para olhar na chave:

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Network\{4D36E972-E325-11CE-BFC1-08002BE10318}

  1. O caminho da chave raiz é sempre este. Você vai olhar as sub-chaves uma por uma em “connection”…
  2. …até encontrar o nome da sua conexão de rede.
  3. Anote então este número.

O próximo passo é em outro lugar bem próximo (a única diferença está em negrito) no Registro:

HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Class\{4D36E972-E325-11CE-BFC1-08002bE10318}

  1. Olhe em todas as sub-chaves até encontrar…
  2. …a que tenha o valor NetCfgInstanceId igual ao que você anotou
  3. NetworkAddress tem o valor do MAC configurado pelo usuário. Se estiver limpo, o adaptador está usando seu endereço de fábrica. Se o item não existir, crie um.
  • Para não ter que procurar novamente, clique com o botão direito sobre a chave mais próxima (no caso acima, é a pasta de nome “0001″) e peça “copiar nome da chave”. Salve em algum lugar.
  • Clique duas vezes para mudar o valor. Não use nenhum tipo de separador. Por exemplo, se o MAC desejado for 00-16-E9-74-1D-27 você deve digitar 0016E9741D27;
  • Desative o adaptador de rede (“reparar” não basta);
  • Ative o adaptador;
  • Teste. Você já deverá aparecer com um novo MAC. Note a “ironia” do XP continuar chamando de “endereço físico” um endereço que de físico não tem mais nada :)

Automatizando

Clique com o botão direito sobre chave mais próxima (no caso acima, é a pasta de nome “0001″) e peça “Exportar”. Isso vai criar um arquivo .reg com todo o conteúdo da chave e que pode ser editado com o Notepad. O conteúdo do arquivo começa mais ou menos assim:

Windows Registry Editor Version 5.00

[HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Class\{4D36E972-E325-11CE-BFC1-08002bE10318}\0001]
"AdapterCFID"="811929862"
"AdapterType"="5"
"MediaType"="1"
"ReceiveBurstIndicate"="32"
"ReceiveThreshold"="0"
"TransmitThreshold"="0"
"BurstLength"="1"
"MapRegisters"="32"
"EarlyReceive"="0"
"EarlyTransmit"="0"
"TransmitBuffers"="32"
"ReceiveBuffers"="64"
"NetworkAddress"="0016E9741D27"
"Characteristics"=dword:00000084
"BusType"="5"
"ComponentId"="pci\\ven_1106&dev_3065"
"ConnectionType"="0"
"ValidatePacketLen"="1"
"InfPath"="netvt86.inf"
"InfSection"="VT3065.ndi.nt"
"ProviderName"="Microsoft"

Você pode até remover tudo do arquivo e deixar apenas estas linhas:

Windows Registry Editor Version 5.00

[HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Class\{4D36E972-E325-11CE-BFC1-08002bE10318}\0001]
"NetworkAddress"="0016E9741D27"

Edite o arquivo com o MAC que você desejar e salve. Você pode salvar com outros nomes para ter um arquivo para cada MAC que deseja usar.

Tendo feito isso, o procedimento automatizado se resume a:

  • Clicar duas vezes sobre o arquivo .reg desejado para instalar;
  • Desativar e ativar o adaptador;

É importante ter em mente que esses arquivos .reg só servem no PC onde foram criados.

FONTE: http://ryan.com.br/net_mac_switch.htm

O método inteiramente automático

Eu não vou entrar em maiores detalhes, mas existem dois softwares que podem fazer isso por você:

  • MACshift – Open Source – Só pode ser usado por linha de comando. Só funciona no Windows XP.
  • SMAC – Tem uma GUI, mas não é sequer gratuito. Só aceita linha de comando na “Command Line Edition” (US$50), mas segundo a propaganda funciona no 2000, XP, 2003 e Vista;

Ambos permitem a troca do MAC sem precisar reiniciar o Windows.

Francamente, pelo menos no Windows XP a mudança do MAC é tão trivial que acho um absurdo o que cobram pelo SMAC, por isso nem sequer baixei para testar ainda. Meu preferido é, óbviamente, o MACshift.

internal server error windows plesk 9 ou 8

Friday, November 27th, 2009

Caso tenha 1 site em asp e o mesmo está apresentando esse erro, please, não entre em pânico, uma das coisas que pode estar ocasionando isto é o fato do parent path estar desabilitado (sua app ou de seu cliente recém chegado usa recursividade assim ../), para sanar isto faça o seguinte (dentro do domínio do seu cliente – já dentro do plesk como admin):

3 -> Clique em File e escolhe web directories (isso no 9, no 8 já tem web directories).

4 -> Assim que for aberto procure por Directory Properties, clique nele.

Procure a opção que ordena a liberação do parent path e marque-a.


Depois disso tente acessar novamente ;)


The call to Server.CreateObject failed while checking permissions. Access is denied to this object. COMO RESOLVER HOW TO SOLVE IT

Thursday, November 19th, 2009

Ultra simples, normalmente isso foi um componente que você instalou e simplesmente está sem permissão de execução.
Para consertar basta ir na dll do aplicativo, em exemplo mostro um caso de aspjpeg:

1 – entre no diretório c:\program files\persists\aspjpeg\bin

2 – Dentro desta pasta dê permissão para everywere ler e executar a dll.

Pronto, fazendo isto tudo estará resolvido ;)

Obs: Não deixe de usar o MONO caso use o Gnu/Linux Centos em aplicações dotnet, além de MUITO amadurecido, o mono está muito sofisticado como um todo.

Abraços.

error 134 from storage engine

Tuesday, November 17th, 2009

Para corrigir isto restaure seu banco de dados.

Caso seja myisam a Engine, use o comando (após parar o mysql):

myisamchk -r -o -f /var/lib/mysql/MEU_BANCO/*.MYI

Isto deverá sanar.

Abraços.

Vmware do not work on Windows 2008 server and virtual server 2008 – IPs no accept packets – ips do not work on iweb or others idc

Tuesday, September 15th, 2009

Essa dica é simples, funciona para coisas simples.

Seguinte, no 2008 server ocorre uma situação bem diferente das que enfrentei até hoje.
Para que o seu vmware funcione de maneira correta no momento de setar e trafegar dados através do seu IP como BRIDGE MODE você precisa habilitar 1 serviço bem simples do windows e (talvez), caso seu firewall esteja ativado você deverá verificar se o serviço de roteamento está liberado na filtragem de pacotes.

Para isto clique em iniciar -> executar -> digite services.msc
Dentro dele localize um serviço de Roteamento do Windows.

Ative-o e seja feliz!

An error occurred while Internet Connection Sharing was being enabled. The dependency service or group failed?

Tuesday, September 15th, 2009

Isso ocorre porque o ICS (Internet Connection Sharing) não está rodando.
Como corrigir?

Clique em iniciar -> executar -> digite services.msc

Aperte com o botão direito sobre as opções que citarei abaixo, escolha para que carreguem automaticamente:

Application Layer Gateway Service
Network Connections
Network Location Awareness (NLA)
Plug And Play
Remote Access Auto Connection Manager
Remote Access Connection Manager
Remote Procedure Call (RPC)
Telephony

Fazendo isso seu server rodará sem dores de cabeça!

Abraços.

plesk The requested resource is in use resolvendo mensagem de erro no plesk The requested resource

Friday, September 4th, 2009

No plesk Windows, caso você esteja recebendo a mensagem:

The requested resource is in use.

Nada de pânico, entre no remote desktop e rode:

regsvr32 %windir%/system32/vbscript.dll

Pronto!

Fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/07/31/plesk-the-requested-resource-is-in-use-resolvendo-mensagem-de-erro-no-plesk-the-requested-resource/

Starting MySQL.Manager of pid-file quit without updating fi[FAILED]

Friday, September 4th, 2009

Se você não consegue fazer nada no mysql e o bandido ainda assim só lhe diz:

Starting MySQL.Manager of pid-file quit without updating fi[FAILED]

Nada de pânico, para resolver isto use os comandos abaixo:

cd /var/lib/mysql/mysql
myisamchk -r *.MYI

Após, service mysql start.

Fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/27/starting-mysql-manager-of-pid-file-quit-without-updating-fifailed/

Parallels Plesk Windows: Domínio não funciona o DNS, já tentei restore dns zone, já tentei renomear -> SOLUÇÃO AQUI!

Friday, September 4th, 2009

Essa dica é bem quentinha e gostosa!

Sintomas:

Registro.br não mostra autoridade sobre o domínio ou dá falha de dns,
Já tentei restaurar a zona de dns do zero, já inseri manualmente a zona de dns do domínio, já renomeei o domínio do cliente e retornei ao original e até mesmo mudei o ip do domínio do cliente e voltei o que era antes e NADA!

Galera, nada de pânico! Mr little está lhe passando mastigadinho e gostoso, para sair dessa tranqueira entre no remote desktop de seu servidor Windows, cujo server opera o plesk 9.x (essa dica rola para o 8.x, mas aplico no 9.x):

Abra o MS-DOS, e dentro dele digite:

cd C:\Program Files\Parallels\Plesk\admin\bin

Nesta hora você estará nos binários de administração do plesk, mas antes copie o banco de dados PSA do plesk para uma área segura, ele está em:

C:\Program Files\Parallels\Plesk\admin\db\psa.mdb (psa.mdb é o nome do bandido!)

Rode o seguinte comando na pasta bin que chegamos via DOS:

dbclient.exe –direct-sql –sql=”select * from dns_zone where name like ‘domíniolascado.com.br’

Isso vai lhe retornar (no primeiro valor numérico) o ID do domínio, anote-o em um lugar ULTRA seguro!

Agora rode o comando abaixo:

dbclient.exe –direct-sql –sql=”delete from dns_zone where id=777″ (777 NÃO é o número obrigatório MEU, este número é o ID que falei acima, pode ser qualquer número inteiro positivo).

Após, vamos ajustar as coisas:

dbclient.exe –direct-sql –sql=”update dns_zone set status=0 where id=777″ (777 NÃO é o número obrigatório MEU, este número é o ID que falei acima, pode ser qualquer número inteiro positivo).

E por fim:

dnsmng.exe update *

Caso dê certo, please, EU QUERO UMA CAIXA DE BIS do preto!

Abraços!

Fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/09/01/parallels-plesk-windows-dominio-nao-funciona-o-dns-ja-tentei-restore-dns-zone-ja-tentei-renomear-solucao-aqui/

Unable to remove file /httpdocs/minha_pasta: Sharing violation erro ao tentar remover diretório

Friday, September 4th, 2009

Error: Unable to remove file /httpdocs/minha_pasta: Sharing violation

Se isto ocorre com você é porque o IIS está com algum processo acessando arquivos ou pastas neste diretório, para isto não ocorrer em uma nova tentativa de remoção você pode fazer 2 coisas abaixo:

Pelo gerenciador de processos finalizar o processo que está acessando este diretório,
Pelo Administrador do IIS você pode reiniciar o iis e o problema será sanado.

Fone: http://littleoak.wordpress.com/2009/09/01/unable-to-remove-file-httpdocsminha_pasta-sharing-violation-erro-ao-tentar-remover-diretorio/