Posts Tagged ‘linux’
Saturday, March 13th, 2010
Outro erro muito comum é este aí.
Considero um erro de fácil correção, bastando somente que você abra o arquivo my.cnf (no caso de pasta root) e my.cnf dentro do /etc e informe ou substitua a seguinte linha:
max_allowed_packet = 1G
Caso já tenha algum valor, aumente-o.
Este erro ocorre por limitação no tamanho do pacote no processo de querys do mysql.
Ajuste-o e tudo estará resolvido.
Abraços.
Tags: allowed, bsd, CentOs, Error, gb, linux, mac, max, mysql, packet, Windows
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Wednesday, March 10th, 2010
Em /usr/local/apache/conf/httpd.conf procure a linha abaixo:
ScriptAliasMatch ^/?controlpanel/?$ /usr/local/cpanel/cgi-sys/redirect.cgi
Abaixo dela, cole:
ScriptAliasMatch ^/?painell/?$ /usr/local/cpanel/cgi-sys/redirect.cgi
Salve e feche o arquivo e execute o comando abaixo:
/usr/local/cpanel/bin/apache_conf_distiller –update;/usr/local/cpanel/bin/build_apache_conf
Após, reinicie o httpd:
service httpd restart
Fonte:
http://www.forumcpanel.com.br/index.php?showtopic=8912&pid=40102&st=0entry40102
Tags: access.alias, acesso, apache, cpanel, linux, match, painel, redhat, restart
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Thursday, March 4th, 2010
Bom dia a todos,
hoje acordei como dizem na minha terra, “virado”, e pensei em colocar na web um pouco da minha idéia em cima do Windows 7.
Muitos sabem que sou amante do Gnu/Linux assim como um admirador do Windows Server 2003 (não é o 2008).
O foco aqui não é ser xiita ou mesmo um defensor de sistemas/ferramentas X ou Y, o caso aqui é mostrar como brasileiro paga por “enlatado” e não tem sequer idéia do que está levando para casa.

Toda prostituta (ou quase toda) faz “serviço completo”, isto mesmo, mulheres da noite costumam fazer sexo anal, sexo oral, sexo normal e ainda outras fantasias do “comprador de prazeres momentaneos”. (não estou defendendo este mercado)
Vamos fazer uma comparação rápida sobre o Windows Vista:
1 – Aero não é um tema/função do Windows 7 (Todos sabem e já foi noticiado por empresas/jornais de grande porte como o Windows Vista tornou-se um tiro no pé para o consumidor).
2 – O custo deste sistema operacional em relação ao seu antepassado e quase finado Windows XP é absurdamente maior.
3 – A quantidade de Bugs que esse sistema apresenta, os crashes de fechar suites e programas no geral é incontável.
Assim que o Windows Vista saiu a “modinha” da época (eu era analista de suporte e acompanhava as tendências de “skins”) era deixar o desktop bonitinho, atraente.

Quem acompanhou palestras dos “partners” por volta de 2007 no nordeste viu que eles (Microsoft) gritavam ao mundo: “O Linux faz isto?”, “O Linux faz aquilo?”.
Era literalmente isto, e os “amigos dos partners” abriam um sorriso na platéia, o foco ali era rebaixar ao máximo o Linux.
O tempo (o santo remédio)
Bastou que o tempo passasse e pimba, vimos os “amigos dos partners” desabafando nos fóruns por que o aplicativo X não operava com estabilidade, impressoras foram dando erro, anti-vírus em sua defesa proativa tinha crashes e assim a coisa se resumiu em: “Somos dementes, compramos e agora arcamos com nossa imbecilidade!”.
Na época das palestras “partnes”, eu implementava serviços “híbridos” em redes, ou seja, em alguns lugares para segurar o tipo de demanda eram instalados Linux e em outros lugares eram instalados Windows Server 2003.
A rede que interligamos (na mesma época de analista) era enorme (cidades rodando sobre interligação via embratel por adsl corporativo), active directory + unidades organizacionais operando nota mil.
A rede era composta de poucos linux (os poucos eram objetos integrados no active directory) e a maior parte Windows XP professional.
O tempo passou e a necessidade de atualizar o parque computacional se tornou um drama, primeiro por que ter a plataforma Vista em um PC era necessário ter um hardware MUITO bom, segundo que a licença do Windows Vista Business (era o que atenderia) era caríssima.
Os “amigos dos partners e mvps” estavam tristes e cabisbaixos por que fazer o upgrade da rede era gradativo e custava uma “bagatelinha” de 3 x quase R$ 100.000,00. (isto por que eles ganhariam o direito de partner, ou seja, os softwares viriam com uma bolsinha colorida na nova versão e uma etiqueta de PARTER, que “luxo”!).
A fantasia com a prostuta acabou ali, saiba que quando um empresário vai colocar a corda no pescoço ele sabe que isto deve ocorrer para o crescimento da empresa, mas passar 90 dias por que ser um “partner MVP” é maravilho, ah meu amigo, isso ele abandona na hora!
Minha sugestão na época foi implementar o Ubuntu como plataforma Desktop/Workstation, isto iria reduzir muito os custos, visto que parte dos softwares poderia rodar sob Wine assim como a parte de impressão e compartilhamento de arquivos estaria suprida (que show!).
Obs: NUNCA contrate uma empresa para desenvolver um software que rode somente na plataforma X, isto pode gerar muitos custos a sua empresa. (falo isto com base no que vivi, por isso acho bacana Free Software/Open Source)

“Graças” a empresa que na época era parceira e que tinha portado o suite da empresa para Windows (É em Delphi), o código não tinha chance de rodar no Linux graças as muitas bibliotecas usadas pelo Windows (que o aplicativo necessitava).
Com o passar dos meses percebi que “ser um partner” era um estupro financeiro e que os “amigos dos partners” eram estupradores de empresas devido o fato de “usarem o melhor de um mvp”, ou seja, toda fonte de bibliotecas DOS/NT sob domínio de programadores e com clicks milagrosos e pronto, “uma tela de sistema estava pronta” e simplesmente davam um “lock” no seu aplicativo, ou seja, não tinha como migrar para outra plataforma! UHUUU!
A saída para esta empresa era portar seus sistemas para Windows Vista (e se lascar com os custos de Hardware e “partner”), ficar do jeito que está ou enfrentar uma maratona para migrar quase tudo para Linux. O que decidiram?
Ficar com Windows XP, não gastar nada e deixar “o time que está ganhando, ganhando!”.
O ruim dessa teoria é que “um dia o partner ou paga para subir de versão do sistema ou será esquecido pelo Windows Update”.
O tempo passou e foi o “remédio” para os “sonhadores de um dia serem amigos dos partners e partners e mvps dos mvps”.
A chegada da correção do Windows Vista
Quando a Microsoft percebeu que perdeu muito espaço para outros sistemas operacionais (ela tem nojo do termo Ubuntu, pode perguntar aos “partners”) ela decidiu que precisava fazer algo mais leve, tentar dar estabilidade e usabilidade ao Windows Vista (é isto mesmo, dar uma “cara melhor” ao Vista).
Isto aconteceu!
Com o lançamento do Windows 7 podemos ver um rápido CTRL + C e CTRL + V do Vista -> 7, e em consequência disto os “Live Crashes” ainda andam por aí.
Alguém aqui consegue usar o Messenger Live no Windows 7 sem tela azul?
Mas o que é isso? Mais de R$ 500,00 para ver seu PC dando tela azul?
Perdeu seu documento e ainda assim vai se contentar com isto?
Hora, 2 gerações atrás um carinha chamado XP não apresentava 90% dessa instabilidade e mesmo assim vai ficar aí acomodado?

A “prostituta” apareceu como rainha em meio aos “partners” que por sua vez (novamente) sairam às ruas e auditórios a falar: “O Linux faz isto?”.
Os crashes voltaram mais rápidos que nunca, mais versáteis que nunca, mais atraentes que nunca (isto, era tela azul bem rápido, agora é beeeem gradativa), na tentativa de desligar o pc você encontra tela de fechamento de aplicativos de maneira abrupta e etc.
Pelo menos é bem mais rápido e bonito que o Windows Vista!
Aos partners e amigos dos partners, assim como mvps, “Uma rainha”, aos usuários/desenvolvedores/secretárias/sysadmins, “Uma prostituta que não cumpre pelo que foi pago”!
Todos sabem que às bibliotecas do Windows Vista foram aproveitadas no Windows 7, assim como muito da parte do kernel (há quem diga que não).
O Windows server 2008 não deveria se chamar Windows Vista with services included?
Falar que o Windows server 2008 é bom por que é focado em virtualização é uma loucura, isto por que nenhuma plataforma chega aos pés do CitrixServer ou VMware em suas versões enterprise. (só falta eu tirar minha conclusão em cima da Parallels)
Quem usa sabe que é terrível se localizar neste sistema, e o pior, fazer a coisa andar ali é quase um milagre.
Ainda estou esperando um lançamento decente deles, e creio que será algo bem mais amigável/estável/funcional/barato que o Windows 7, disso eu tenho certeza.
Tags: 2003, 2008, linux, microsoft, mvp, partner, prostituição, Windows
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Saturday, February 27th, 2010
Em inglês seria how to recovery packages, em pt_br, como recuperar pacotes de um servidor formatado?
A idéia é salvar desde pessoas que procuram como americanos ou brasileiros.
Isto é uma dúvida comum para as pessoas que migram seus servidores (ou recuperam após um grave problema) e não sabem como recuperar os pacotes do servidor.
Bem, nada de preocupação!
Assim que o servidor for formatado, acesse o disco antigo e copie a pasta /antigo_disco_montado/var/cpanel/packages /var/cpanel/packages
Pronto, para conferir você pode listar todas as contas e verá que os respectivos pacotes estarão ok
Abraços.
Tags: cpanel, disaster, how, linux, packages, problem, recuperação, restore, sysadmin, to, whm
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Wednesday, February 24th, 2010
Tá, isso aí é dúvida de muuuuuuita gente, mas é algo simples.
As vezes precisamos fazer perícias para saber se uma aplicação/daemon será compatível com nossa estrutura de dispositivos (arquitetura, fsb, chipset e etc), e para isto precisamos de informações beeeeem detalhadas.
Abaixo descrevo alguns comandos que acho bacana:
lspci
Este comando lhe dá um detalhe bem legal sobre dispositivos pci em seu pc.
Em um pc simples a saída fica mais ou menos assim:
00:00.0 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.1 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.2 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.3 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.4 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:00.7 Host bridge: VIA Technologies, Inc. P4M800 Host Bridge
00:01.0 PCI bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237/VX700 PCI Bridge
00:0f.0 RAID bus controller: VIA Technologies, Inc. VIA VT6420 SATA RAID Controller (rev 80)
00:0f.1 IDE interface: VIA Technologies, Inc. VT82C586A/B/VT82C686/A/B/VT823x/A/C PIPC Bus Master IDE (rev 06)
00:10.0 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.1 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.2 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.3 USB Controller: VIA Technologies, Inc. VT82xxxxx UHCI USB 1.1 Controller (rev 81)
00:10.4 USB Controller: VIA Technologies, Inc. USB 2.0 (rev 86)
00:11.0 ISA bridge: VIA Technologies, Inc. VT8237 ISA bridge [KT600/K8T800/K8T890 South]
00:11.5 Multimedia audio controller: VIA Technologies, Inc. VT8233/A/8235/8237 AC97 Audio Controller (rev 60)
00:12.0 Ethernet controller: VIA Technologies, Inc. VT6102 [Rhine-II] (rev 78)
01:00.0 VGA compatible controller: VIA Technologies, Inc. KM400/KN400/P4M800 [S3 UniChrome] (rev 01)
Para informações beeem detalhadas use lspci -vv
(use os camandos como root).
lshw
Este comando é muito amigável e lhe dá um resumo bem bombado sobre seu hardware (memória, cpu e etc).
Em alguns casos ele consegue informar a frequência da memória (isto mesmo, ddr 1066 por exemplo).
Esse comando (na minha opinião) deve ser usado da seguinte forma:
lshw | more
O pipe “|” + more serve para paginar a saída de maneira que você possa ver pausadamente.
A saída deste comando é beeem legal, veja um pedacinho da saída falando de memória:
*-memory:0
description: System Memory
physical id: 40
slot: System board or motherboard
size: 4GiB
*-bank:0
description: DIMM 667 MHz (1.5 ns)
product: None
vendor: None
physical id: 0
serial: None
slot: DIMM_B1
size: 2GiB
width: 64 bits
clock: 667MHz (1.5ns)
Legal né?
Arquivo cpuinfo
Essa é uma das formas mais simples de saber que flags seu processador tem, qual velocidade dele, memória cache (L1, L2…) e etc.
Use da seguinte forma:
cat /proc/cpuinfo
A saída deste comando deve sair parecida com esta:
processor : 0
vendor_id : GenuineIntel
cpu family : 15
model : 4
model name : Intel(R) Pentium(R) 4 CPU 3.40GHz
stepping : 10
cpu MHz : 3400.425
cache size : 2048 KB
physical id : 0
siblings : 1
core id : 0
cpu cores : 1
apicid : 0
fdiv_bug : no
hlt_bug : no
f00f_bug : no
coma_bug : no
fpu : yes
fpu_exception : yes
cpuid level : 5
wp : yes
flags : fpu vme de pse tsc msr pae mce cx8 apic mtrr pge mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm pbe lm constant_tsc up pni monitor ds_cpl est cid cx16 xtpr lahf_lm
bogomips : 6805.08
Legal!
arquivo devices
Esse é um meio muito resumido e particularmente não gosto muito, mas segue a dica:
cat /proc/devices
Mostra os dispositivos resumidamente (no estilo lsmod).
Arquivo meminfo
Este arquivo lhe informa memória com um pouco mais de detalhes:
cat /proc/meminfo
Comando dmesg
Esse comando é muito legal, precisa somente de um extrinha:
use-o com o more!
dmesg | more
Normalmente a saída é enorme.
O comando dmesg dá um resumo do startup do sistema operacional lgnu/linux, assim como detalha em um rápido processo as coisas boas e ruins que estão ocorrendo com o sistema. (MUITO ÚTIL).
Erros de boot, erros de kernel, dispositivos desconhecidos e etc!
dmidecode
O comando dmidecode é um monstro. Esse comando dá todos os detalhes de hardware (isto mesmo, informe até o modelo da placa-mãe).
Utilize-o da seguinte forma:
dmidecode | more
Um pouco da saída:
System Information
Manufacturer: MICRO-STAR INTERNATIONAL CO., LTD
Product Name: MS-7071
Version: 1.00
Serial Number:
UUID: Not Present
Wake-up Type: Power Switch
Esse comando é uma mãe! Isto mesmo, muito bom para saber as informações detalhadas de uma motherboard, sem contar que você pode colher as informações de chipset e modelo da placa-mãe, podendo assim até consultar informações direto do fabricante.
Abraços a todos e espero que este post tenha sido útil.
Tags: cat, cpuinfo, devices, dmesg, dmidecode, gnu, linux, lshw, lspci, mae, meminfo, motherboard, placa, proc
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Saturday, January 23rd, 2010
Uma das coisas que mais gosto no Ubuntu é a sua facilidade de uso e principalmente a forma eficaz que ele gerencia o sistema em si. Estive com um notebook “aposentado” por 4 meses devido a falta do drive de cd-rom (na realidade já não lê nada… rsrsrs). Esperei um bom tempo afim de que uma manutenção fosse realizada (substituição, na realidade era isso) e não consegui achar o bendito drive com preço acessível.
Pensei comigo o que iria fazer, quer fosse um servidor PXE para instalar alguma coisa, quer fosse pegar um drive emprestado (gaveta externa de cd-rom ou cd-rom externo), e nada disso me veio a cabeça.
Pensei em algo mais simples e cheguei a conclusão que instalar o Ubuntu via USB seria a coisa mais simples e amigável do mundo (foi, sem contar a altíssima velocidade, em ver um Celeron 1.5 com 1gb de ram instalado em 12 minutos é de surpreender qualquer peixão).
Após instalar meu bombástico S.O. acabei percebendo que a “aposentadoria” não fez muito bem para o Tux, o smart relatou problemas (coisa que NUNCA iria imaginar, principalmente homem que só vai ao médico quando já está morrendo com dores).
Ao terminar meu upgrade de versão para o Karmic Koala eu startei o S.O. com euforia e ao me deparar com o desktop recebi a notícia de que o disco não estava indo muito bem, por fim, compreendi que apesar da notícia ruim, meu Ubuntu foi mais que um amigo em me avisar o que poderia ocorrer “na calada da noite”!
Segue screenshot:

Este é um sistema amigo, rsrsrs, avisa tudo (mesmo que possa causar uma dorzinha no coração).
Abraços galera!
Tags: aviso, cannonical, disk, erro, gnu, hd, karmic, koala, linux, problem, report, sistema, smart, tux, ubuntu
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Monday, November 16th, 2009
Use o comando abaixo:
lsb_release -a
EM um teste no ubuntu ele me exibiu:
root@netserver:/etc# lsb_release -a
No LSB modules are available.
Distributor ID: Ubuntu
Description: Ubuntu 8.04.3 LTS
Release: 8.04
Codename: hardy
Abraços
Tags: linux, lsb, ubuntu
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Wednesday, November 4th, 2009
Se você tem certeza que o firewall está liberando as portas de email (143, 25, 110) e que seu serviço está operando normalmente no whm cpanel a saída está aqui:
/scripts/autorepair net_smtp_fix
Abraços e caso funcione eu quero 1 caixa de Bis!
Tags: CentOs, cpanel, cube, email, emails, gnu, hat, horde, linux, message, problem, red, round, smtp, squirrel, whm
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Monday, September 14th, 2009
Se você instalou o IONCUBE no CENTOS/RedHat/Fedora, NÃO entre em pânico se recebeu a mensagem acima ou algo bem semelhante (com compontente da zend). Há uma probabilidade monstruosa do problema estar ocorrendo por causa do SELINUX. Para sanar esse problema rode:
/usr/sbin/setenforce 0
OU
edite o arquivo /etc/selinux/config colocando no lugar de enforcing a informação disable.
Reinicie seu server e depois seja feliz
Tags: CentOs, denied, enterprise, Error, fedora, gnu, hat, ioncube, linux, permission, problem, red, rhel, selinux, zend
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Thursday, September 10th, 2009
Boa tarde Galera, para quem curte eventos sobre Software Livre e Open Source chegou a hora de participar de um evento bacana que está vindo por aí, e o melhor, 100% gratuito.
Dia: No dia 26 de Setembro
Localização:
Av. Augusto de Lima, 2061 – Barro Preto
Belo Horizonte/MG – CEP: 30.190-002
Referência: Av. Augusto de Lima (Prédio Azul na Esquina), entrada pela Rua Uberaba, ao lado do Instituto São Rafael.
Para quem está tentando fazer sua inscrição e não conseguiu, ou se deseja inscrever-se basta acessar o link abaixo:
http://softwarelivre.esp.mg.gov.br/inscricao/new

Tags: belo, bh, comunidade, evento, horizonte, linux, livre, open, software, source, ubuntu
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Friday, September 4th, 2009
Se você tenta acessar sua conta de email (e até consegue) via webmail (em seu cpanel), mas na hora de enviar uma mensagem o erro que aparece é o erro 111, NADA DE PÂNICO, mister little lhe dá a resposta bem mastigadinha!
1 – acesse o servidor, logando-se como root execute o comando abaixo:
/scripts/mailperm –force
Este problema ocorre (normalmente) ou porque a conta de email Não exise mais ou porque a mesma perdeu privilégios no gestor do exim.
Abraços!
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/09/01/erro-111-na-tentativa-de-envio-de-webmail-pelo-cpanel/
Tags: 111, email, Error, exim, fix, force, linux, mailperm, server
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Friday, April 17th, 2009
Um exemplo prático para resolver problemas com iframes lascados por spammers e crackers pode ser analisada da seguinte maneira:
find /home/*/public_html -name “*.php” -exec sed -i ‘s/<iframe src=\\”http:\/\/google-ana1yticz.com.*<\/\iframe>//g’ {} \; -print
Tags: 4, 4.7, 5, 5.2, 5.3, accounts, centos5, console, find, iframe, infectado, linux, print, problema, redhat, remover, root, spamm, spammer
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Thursday, April 16th, 2009
Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:
• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.
Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).
As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.
Muito cuidado com sua escolha!
Abraços a todos e bom trabalho/estudo.
Tags: .deb, /etc, aptitudempaths, bash, CentOs, comandos, commands, conectiva, config, confs, console, containers, debian, downgrade, dpkg, enterprise, fedora, ferramentas, ifcfg, ifconfig, libs, linux, mandrake, Mandriva, networking, patching, red hat, rpm, shell, slack, slackware, suse, terminal, ubuntu, up2date, upgrade, utilitários, web, yast, yast2, yum
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Tuesday, April 14th, 2009
Se você precisa do ip do whmcs (comumente usado em caso de um firewall bloqueando tudo e você necessitando permitir a autenticação) e não sabe qual é o ip a ser liberado para que o whmcs acesse a central do sistema use o ip abaixo em sua whitelist:
74.54.136.210
Tags: admin, administração, allow, apf, billing, bloqueio, controller, csf, deny, dica, financeiro, firewall, Hosting, internet, ip, linux, protocol, whitelist, whmcs, Windows
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Friday, March 13th, 2009
Se você deseja remover as informações do servidor no cpanel das suas contas é Simples, siga os passos abaixo:
Reseller Center > Select Reseller > Edit > Desmarque as opções:
# View Server Information
# View Server Status
Tags: cpanel, hospedagem, Hosting, informações, information, linux, server, simples, site, sites, status, website, whm
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Tuesday, March 10th, 2009
Na versão 8.0 a SWsoft resolveu “incluir” certas opções no Plesk que na verdade funcionam como propaganda e divulgação de outros produtos, vamos ver como remove-las passo a passo:
1. Navegue até: Servidor > Gerenciamento da Interface >Interface preferences
2. Marque os itens abaixo para esconder as opções
Hide newsfeeds – Selecione para esconder notícias em inglês no Horde
Hide Virtuozzo promotion – Selecione para esconder opção do menu no plesk
Hide Fotolia promotion – Marque para esconder o botão de compra de imagens online do painel do domínio
Esta feito!
fonte: http://www.swsoftbrasil.org/index.php?option=com_content&task=view&id=78&Itemid=68
Tags: gnu, linux, mensagens, messages, news, parallels, plesk, Windows
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Friday, February 27th, 2009
Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)
Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:
• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.
Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).
As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.
Muito cuidado com sua escolha!
Abraços a todos e bom trabalho/estudo.
Tags: .deb, base, CentOs, debian, diversificação, dpkg, drowngrades, Gentoo, geral, gnu, linux, lsb, mandrake, Mandriva, OpenSuse, padrões, posix, red hat, rpm, slackware, standard, ubuntu, unificação, up2date, upgrades, versionamento, versões, yum
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Friday, February 27th, 2009
Se você está com o timezone ferrado em seu Ubuntu não deixe de acessar o console e corrigir isto assim:
sudo tzselect
Escolha Sim, Brasil, Sua área (a minha tinha de ser São Paulo), logo após, use o comando:
ntpdate ntp.ubuntu.com
e cheque a data com:
date
Isto deverá imprimir algo como:
Sex Fev 27 00:22:47 BRT 2009
Abraçoooooos!
Tags: adjust, data, date, fix date, gnu, linux, ntp, ubuntu
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Thursday, February 5th, 2009
Boa tarde a todos,
Não vim aqui como xiita ou como “cannonizador”, muito pelo contrário, vim deixar a minha adimiração por uma das distribuições mais amigáveis que já vi em toda a minha vida.
Sou um amante do Slackware Gnu/Linux e um observador do CentOs (+ fedora/rhel), todavia eu conheço o poderoso Debian, que tem sua “fatia” no mercado Gnu/Linux.
A Questão maior aqui é -> Por que escolhi, por que confiei e por que recomendo?
Vamos lá!
Em 2007 eu já estava afinado com o ubuntu Desktop e havia sido divulgado que o Ubuntu teve um repositório invadido (pacotes comprometidos e coisas do gênero).
Fiquei com um pé atrás e deixei a versão server “ir catar coquinhos”!
No ano de 2008 resolvi dar uma chance a esta versão (detalhe, já utilizava há muito tempo o Slackware em servidores), foi quando baixei o Ubuntu 8.04 Server 32 bits e instalei em uma máquina muito poderosa, a saber segue uma foto da mesma:

Pois é, de posse da imagem você já deve saber que isto aí é uma SLI Premium + athlon x2 + 2 gb de ram + sata 2 + nvidia pci express.
Esse “tornado aí” também está “gemendo” em sua missão dolorosa, o mesmo opera com os serviços:
apache 2,
mysql 5,
php 5.2.6,
zoneminder (current),
Samba (current),
proxy-cache,
firewall + gateway de internet.
Vou colar o load da “criança”:
top – 14:43:29 up 72 days, 32 min, 1 user, load average: 37.34, 37.36, 37.44
Tasks: 255 total, 1 running, 219 sleeping, 0 stopped, 35 zombie
Cpu(s): 4.0%us, 4.5%sy, 0.0%ni, 0.0%id, 91.0%wa, 0.0%hi, 0.5%si, 0.0%st
Mem: 2074460k total, 2023356k used, 51104k free, 125968k buffers
Swap: 6072528k total, 216k used, 6072312k free, 1471032k cached
PID USER PR NI VIRT RES SHR S %CPU %MEM TIME+ COMMAND
7499 www-data 20 0 139m 12m 10m S 2 0.6 14:26.22 /usr/local/bin/zma -m 9
7511 www-data 20 0 139m 12m 10m S 2 0.6 14:08.16 /usr/local/bin/zma -m 6
7503 www-data 20 0 139m 12m 10m S 1 0.6 14:30.52 /usr/local/bin/zma -m 7
7507 www-data 20 0 139m 12m 10m S 1 0.6 14:05.84 /usr/local/bin/zma -m 8
7566 www-data 20 0 184m 56m 53m S 1 2.8 3:17.83 /usr/local/bin/zmc -d /dev/video0
24880 root 20 0 1920 808 592 D 1 0.0 1:34.47 /bin/cp -rp /var/www/zm/events/ /home2/camera
24913 root 20 0 1920 808 592 D 1 0.0 1:34.49 /bin/cp -rp /var/www/zm/events/ /home2/camera
24925 root 20 0 1920 816 592 D 1 0.0 1:34.82 /bin/cp -rp /var/www/zm/events/ /home2/camera
24938 root 20 0 1920 812 592 D 1 0.0 1:29.43 /bin/cp -rp /var/www/zm/events/ /home2/camera
Sinceramente, um verdadeiro warrior, visto que um load tolerável é algo girando em torno de 1.5 ou 1.6.
Utilizando o mesmo desta forma, já contemplo a plataforma 5 meses online sem sequer travar ou demonstrar instabilidade.
Quando trabalhava para uma conhecida instituição eu usei muito o slackware, mas agora confesso que sinto-me tentado na hora de montar um servidor.
Mas vai minha humilde dica:
Use slackware se realmente você sabe o que quer e se você realmente sabe utilizar/configurar os recursos necessários para sua demanda. Slackware é muito enxuto, por isso cuidado com o que vai instalar, por que possivelmente você pode não estar munido de libs, e aí meu caro, ./configure –… copiou a idéia?
Use ubuntu seguindo o pensamento anterior, porém com a certeza do aptitude ou apt-get estarem sempre disponíveis para tirar você da lama!
Abraços…
bye
=]
Tags: .deb, cannonical, debian, gnu, linux, server, ubuntu
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Monday, February 2nd, 2009
Esse termo Hello World é interessante, por que se observarmos o cidadão torna-se bem vindo ao mundo… rsrsrs, sem graça não é? Sim, mas faz sentido aqui em 2 situações:
Hello Nerd World and Hello Program World.
Seja bem vindo ao nosso site de How Tos e “contos de TI”.
Divirta-se ou aprenda algo interessante.
Prometemos How tos sobre Redes, PHP, Mysql, Postgres, Windows, BSD e Gnu/Linux, sem contar notícias sobre Apple, Sun, IBM e outros “monstrinhos” do mercado de TI, como Red Hat e a “pequenina” GOOGLE.
Obrigado por nos prestigiar.
Tags: 2003, 2008, apple, bsd, google, ibm, linux, mysql, php, postgres, red hat, redes, sun, troubleshooting, Windows
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