Posts Tagged ‘red hat’
Tuesday, September 15th, 2009
Uma coisa importante a ser adicionada ao sistema EXIM são as informações no cabeçalho dos emails enviados/recebidos em seu sistema.
Com etas informações você poderá mais facilmente identificar os possíveis SPAMMERS que você hospeda além de facilitar também a vida de outros administradores cujo servidores recebem emails vindos de seu sistema.
Acesse o WHM e no link “Exim Configuration Editor” e no mesmo no botão “Advanced Editor”. Logo no primeiro campo de formulário (logo abaixo do “#!!# cPanel Exim 4 Config”) adicione:
log_selector = +address_rewrite +all_parents +arguments +connection_reject +delay_delivery +delivery_size +dnslist_defer +incoming_interface +incoming_port +lost_incoming_connection +queue_run +received_sender +received_recipients +retry_defer +sender_on_delivery +size_reject +skip_delivery +smtp_confirmation +smtp_connection +smtp_protocol_error +smtp_syntax_error +subject +tls_cipher +tls_peerdn
Agora observe o cabeçalho dos emails em seu queue.
fonte: http://blog.scriptseguro.com.br/verificar-spammer-no-exim/
Tags: address, CentOs, cpanel, exim, fedora, headers, mail, red hat, rhel, smtp, spam, spammer, whm
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Friday, September 4th, 2009
Se o processo repquota -auv está matando sua máquina Centos/Redhat com WHM/CPANEL, nada de desespero, o esquema é observar se o item abaixo está marcado:
Se ao suspender contas em seu WHM, você enfrentar problemas com LOAD, desabilite em “Tweak Settings” a função abaixo:
“Use Safe Quota Setting (quotas will be disabled, adjusted, and then re-enabled). This option should be enabled if you are having problems with lost disk quotas or other quota system corruption. Under software raid and other circumstances enabling this option will degrade server performance.”
Caso não, marque-o!
fonte: http://littleoak.wordpress.com/2009/08/14/processo-repquota-auv-consumindo-tudo-da-maquina-whmcpanel/
Tags: cpanel, highest, load, process, quota, red hat, safe, settings, tweak, whm
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Tuesday, April 21st, 2009
Para instalar o CSF firewall basta executar os seguintes comandos:
wget http://www.configserver.com/free/csf.tgz
tar zxf csf.tgz
cd csf
sh install.sh
Após isto, caso tenha o apf e o bfd operando remova-os assim:
sh disable_apf_bfd.sh
OBS: O CSF já detecta que portas estão sendo utilizadas e as libera de maneira simples, ou seja, sem que haja intervenção por sua parte.
Uma coisa que você deve ficar alerta, principalmente por que o BIND usa a porta 953 udp/tcp.
Libere isto também e ainda, caso sua interface de dns do seu IDC seja eth0, por exemplo, informe ela na interface excluída de verificações.
Isso vai deixar os lookups operando corretamente
Abração a todos.
Tags: apf, bfd, CentOs, configserver, csf, firewall, red hat, security, sh, tar
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Friday, April 17th, 2009
Essa é uma questão muito comum entre os sysadmins que tentam instalar o yum no red hat 4 ou centos 4 e não têm tido sucesso.
Abaixo preparei um how to com um link próprio dos arquivos para que você não tente encontrar o pacote na web e acabe se decepcionando ao ver navios.
Para instalar o yum no centos ou redhat siga exatamente o que será descrito.
Esse how to mostra como instalar o yum no RedHat 4.x (centos 4.x) de maneira simples e amigável.
O que será preciso?
1 – Estar logado como root no terminal,
2 – Criar um diretório aonde as coisas estarão armazenadas,
3 – Ter uma internet acessível para poder baixar (claro!).
Logue-se como root, em seguida, na pasta root crie algo como:
mkdir tmp
cd tmp
Agora que estamos dentro de /root/tmp nós iremos baixar todos os arquivos necessários e iremos deixar que o próprio yum dê conta do recado. Use exatamente os comandos abaixo para pegar os arquivos:
wget http://www.libphp.net/repositorio/yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
wget http://www.libphp.net/repositorio/python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
Agora que já temos os arquivos (pacotes) vamos instalar os mesmos:
rpm -ivh libsqlite-2.8.15-1.i386.rpm
rpm -ivh python-elementtree-1.2.6-7.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-sqlite-0.5.0-1.2.el4.rf.i386.rpm
rpm -ivh python-urlgrabber-2.9.7-1.2.el4.rf.noarch.rpm
rpm -ivh yum-2.4.2-0.4.el4.rf.noarch.rpm
Vamos ajustar o repositório:
wget http://www.libphp.net/repositorio/rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm
Após
rpm -ivh rpmforge-release-0.3.6-1.el4.rf.i386.rpm
Depois disto somente faça:
yum update
Pronto!
Abração a todos e bom trabalho.
Tags: /tmp, 4, CentOs, centos4, dog, hat, hate, howto, ihv, instalação, instalar, manager, red, red hat, redhat, redhat4, repositórios, repository, root, rpm, sysadmin, tuto, update, yellow, yum
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Thursday, April 16th, 2009
Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:
• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.
Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).
As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.
Muito cuidado com sua escolha!
Abraços a todos e bom trabalho/estudo.
Tags: .deb, /etc, aptitudempaths, bash, CentOs, comandos, commands, conectiva, config, confs, console, containers, debian, downgrade, dpkg, enterprise, fedora, ferramentas, ifcfg, ifconfig, libs, linux, mandrake, Mandriva, networking, patching, red hat, rpm, shell, slack, slackware, suse, terminal, ubuntu, up2date, upgrade, utilitários, web, yast, yast2, yum
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Monday, April 13th, 2009
Boa noite,
Estou usando o CentOs 5.3 (na realidade era o 5.1 e o maravilhoso yum fez a upgrade tranquilamente) e necessitei configurar a interface de rede manualmente.
Supondo que sua interface seja a eth0 (a primeira) você deve acessar seu arquivo assim:
vim /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-eth0
O vim não é obrigação, entretanto gosto dele.
Observe a sintaxe abaixo:
DEVICE=eth0
BOOTPROTO=static
DHCPCLASS=
HWADDR=00:30:48:56:A6:NE
IPADDR=192.168.1.101
NETMASK=255.255.255.0
ONBOOT=yes
Fazendo isto (tornando sua sintaxe semelhante) você estará:
colocando o ip da interface estaticamente como sendo 192.168.1.101 e dizendo que isto será feito no momento do boot do sistema.
Em seguida entre aqui:
vim /etc/sysconfig/network
NETWORKING=yes
HOSTNAME=libphp1
GATEWAY=192.168.1.1
Aqui definimos a rede como sendo o hostname libphp1 e o gateway 192.168.1.1
Após isto somente faça isto:
/etc/init.d/network restart
Depois podemos até setar um dns para acesso a web:
vim /etc/resolv.conf
Dentro dele eu coloquei assim:
nameserver 200.165.132.148
nameserver 200.165.132.155
Este é o modo simples de definir o dns da velox.
Abração e tenham uma semana excelente e abençoada por Deus.
Tags: 1, 3, 5, CentOs, configurar, dns, eth, ethernet, fedora, gateway, How To, ifcfg, interfaces, nameserver, network, networking, open, opensource, operacional, red hat, redes, resolv, scripts, servidor, sistema, source, update, upgrade, velox, yum
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Wednesday, March 11th, 2009
Primeiro entre no arquivo:
vim /var/cpanel/cpanel.config
procure pela linha mysql-version=5.0 e em seguida coloque 4.1 no lugar de 5.0
saia salvando o arquivo, em seguida rode:
/scripts/mysqlup –force
Após isto, confirme a versão com:
rpm -qa | grep -i mysql-
Obs: Se funcionar eu quero uma caixa de Bis hein?
Tags: 4, 4.1, 5, banco de dados, CentOs, cpanel, database, db, dica, fedora, how, manual, mysql, red hat, rhel, to, whm
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Monday, March 2nd, 2009
As vezes precisamos desabilitar o htaccess de algum servidor, ou habilitar, isto ocorre em serviços customizados para uma finalidade diferente de páginas comuns, como é o caso do centova, um painel para gestão de serviços de streaming. Para isto, se você deseja habilitar o htaccess nas contas procure o trecho abaixo no arquivo de configuração do apache, em meu caso, como era apache rodando sob CentOs eu fui em /etc/httpd/conf/httpd.conf
# AllowOverride controls what directives may be placed in .htaccess files.
# It can be “All”, “None”, or any combination of the keywords:
# Options FileInfo AuthConfig Limit
AllowOverride All
Setando para All temos habilitado, setando para None temos desabilitado.
É isto!
Tags: all, allow, apache, CentOs, centova, confs, fedora, htaccess, httpd, red hat
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Monday, March 2nd, 2009
Nada de pânico, sem dúvidas isso ocorreu em seu sistema CentOs (ou derivado da linha Red Hat) e você não sabe o que fazer. Esfria a cabeça, para sanar o erro
cannot restore segment prot after reloc: Permission denied
basta desabilitar o SELINUX (sistema de defesa padrão da linha Red Hat) assim:
/usr/sbin/setenforce 0
entre no arquivo de configuração e mude de enforce para disabled, o arquivo fica em:
/etc/selinux/config
Após a mudança reinicie o server com o comando:
shutdown -r now
Após restart, use o comando sestatus, deverá receber algo como:
SELinux status: disabled
Depois disso tudo ficará 100%.
Abraços.
Tags: CentOs, centos 5, Error, erros, fedora, problem, red hat, rhel, Segurança, zend
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Monday, March 2nd, 2009
Nada de pânico, sem dúvidas isso ocorreu em seu sistema CentOs (ou derivado da linha Red Hat) e você não sabe o que fazer. Esfria a cabeça, para sanar o erro
cannot restore segment prot after reloc: Permission denied
basta desabilitar o SELINUX (sistema de defesa padrão da linha Red Hat) assim:
/usr/sbin/setenforce 0
entre no arquivo de configuração e mude de enforce para disabled, o arquivo fica em:
/etc/selinux/config
Após a mudança reinicie o server com o comando:
shutdown -r now
Após restart, use o comando sestatus, deverá receber algo como:
SELinux status: disabled
Depois disso tudo ficará 100%.
Abraços.
fonte: http://www.nerdblog.info/2009/03/02/cannot-restore-segment-prot-after-reloc-permission-denied/
Tags: CentOs, centos 5, Error, erros, fedora, problem, red hat, rhel
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Friday, February 27th, 2009
Gnu/Linux e suas dificuldades na usabilidade (diversidade que pode matar)
Gnu/Linux sem dúvidas é a prática mais comum no mundo do Software Livre, em outras palavras, é o meio mais fácil e mais comum do mundo Open Source estar declarado em nosso dia-a-dia. Temos ferramentas de uso diário, que são open source e não percebemos, mas quando nos deparamos com o Gnu/Linux nós podemos afirmar – este realmente é free software (ainda que não tenhamos um conceito muito forte do que realmente é software livre, que muitos infelizmente interpretam como software gratuito). Isto, sem sombra de variação é muito fabuloso, pois este excelente sistema que já mostrou do que é capaz, e o melhor, deixou claro que tem seu código aberto para customizações e forks, estando disponível para qualquer pessoa, aonde quer que esteja.
Ao longo de 12 anos de convívio com o Gnu/Linux (tendo somente 5 anos como profissional neste ramo, prestando serviços, e outros 7 “ouvindo falar bem”) pude perceber algumas “metamorfoses” que não vieram e fixaram um conceito amigável de usabilidade.
Vou detalhar isto de maneira abrangente para que fique claro o que realmente desejo expor, a dificuldade na curva de aprendizado, devido a variações muito pesadas nas distribuições Gnu/Linux.
Em 1997 possuía um computador Pentium 133 mhz mmx 100% off-board e tenho um irmão que na época estava fazendo cursos da Conectiva (uma distribuição Gnu/Linux que tinha um corpo técnico que prestava consultoria e cursos), tendo assim um impulso forte para instalação desta distribuição, o que me fez “saber que existia um sistema operacional diferente do Windows 95”, sem contar que no ano seguinte o Macintosh havia se tornado “mais uma daquelas descobertas milenares”. Naquela “descoberta” ouvi falar que ele era Free Software, mas confesso que não fez diferença para mim.
Os anos se passaram, para ser mais preciso 7 anos, e depois de tantas tentativas de me familiarizar com “aquela tela preta, parecia de mais com o MS-DOS”, consegui instalar uma distribuição chamada Slackware. Levei a sério, e fui tomando gosto.
Na época o melhor guia, ou documentação brasileira disponível (ainda está disponível) é o perfeito e completo GuiaFoca, um manual do Gnu/Linux, baseado no Debian, mas operando de maneira simples e direta em outras distribuições.
Passei um ano estudando sem cessar este sistema operacional maravilhoso, o que me fez implementar algumas soluções baseadas em Software Livre no SENAC-PB, empresa que trabalhei durante 3 anos. Adquiri um conhecimento sólido nesta plataforma, mas com o passar do tempo necessitei partir para outras como Red Hat Enterprise, por exemplo, sem contar as distribuições desktop que estavam bombando nesta fase. Com a saída da antiga empresa para outra que prestava consultoria não obtive dificuldades em implementações para clientes, principalmente pelo fato do Slackware ser muito flexível e “bastante Unix”, não senti nada difícil nos primeiros meses.
Nesta etapa eu entendi quais os problemas que as distribuições Gnu/Linux sentiam, isto aos olhos do usuário final, por que o nível de curva de aprendizado torna-se alto quando entramos em uma distribuição comercial. Para que se tenha uma idéia, o CentOS (remasterização do Red Hat Enterprise, respeitando direitos autorais e imagens da instituição), caso seja instalado como servidor, com poucos pacotes default você não terá a ferramenta ifconfig disponível, mas espere, ifconfig é um utilitário disponível em todas as distribuições, isto é padrão, e nem todas usam o system-config. Quantas usam dpkg, apt ou aptitude? Quantas tem o RPM como gestor de pacotes? O Yum? O Yast, Yast2?
Sabemos que são particularidades em cada distribuição, e que tais particularidades visam a automatização de determinadas tarefas que comumente estão vinculadas com o sistema operacional que as implementam.
Neste momento entram as divergências em geral, pois entendemos que comandos básicos sempre serão respeitados, e que seus manuais são preservados de uma distribuição para outra, mas que nem sempre estão no mesmo lugar.
Localidades na árvore de estrutura de dados, nomes de arquivos de configuração, modalidade de configuração de rede a nível de arquivo e forma com que containers web trabalham é muito diversificada em cada distribuição. Isto dificulta no momento de colocar na cabeça de algum xiita de códigos fonte proprietários que o Gnu/Linux é bom!
Observem o estouro e magnitude de distribuições como Ubuntu e Fedora, a nível desktop, vejam o quão abrangentes e aceitáveis elas são, e o mais importante, o quão bem documentadas elas são, mas em uma suave visão diferenciada, tente usar os conceitos aprendidos em cada uma delas em um Gentoo, CentOs ou OpenSuse, talvez você não queira mais usar Gnu/Linux, ou melhor, fará distinção por conhecer todas as ferramentas/utilitários de uma e de outra não.
Deixo claro que o Gnu/Linux é a escolha certa para quem não quer dores de cabeça futuras, quer estabilidade e o melhor, segurança de suas informações garantidas por sistemas que têm geeks de milhares de lugares dedicando-se na provisão de códigos de altíssimo nível e de escalabilidade monstruosa.
Minhas recomendações para marinheiros de primeira viagem:
• Use Ubuntu/Fedora para desktop, principalmente o Ubuntu que permite upgrades de versão do Sistema Operacional de maneira mais segura,
• Use CentOs/Ubuntu/Slackware ou Debian em seus servidores, principalmente Ubuntu/Debian que permitem upgrades de versões sem maiores dores de cabeça,
• Use Ubuntu/Fedora em escritórios, principalmente por sua quantidade enorme de drivers (módulos) para impressoras e etc.
Existem outras distribuições Gnu/Linux que têm tido muito prestígio, como por exemplo cito o Mandrake, empresa que assumiu a Conectiva e que tem se destacado pela ampla gama de produtos e suporte de qualidade, sendo hoje conhecida como Mandriva. OpenSuse, outra distribuição muito respeitada, versão Grátis e de código fonte aberto, 100% baseada no Suse Enterprise, mantido pela comunidade open source do mundo inteiro, esta é bastante amigável também.
Lembre-se que uma distribuição deve primar por conceitos de segurança, estabilidade e alto desempenho, principalmente, deverá ser bem documentada, e trivialmente falando, documentada maciçamente sobre suas ferramentas em particular.
Gestores de pacotes também são algo que tornam a problemática maior, por que os pacotes .DEB e .RPM imperam, seguidos de seus gestores deb/apt/aptitude e RPM/up2date/yum. Sabemos que é simples compilar algo (em alguns casos, devido requerimento de paths para libs a situação poderá complicar-se) e ajustar paths de destino, mas nem tudo isto brilha aos olhos dos mantenedores de software, tanto pelo nível de dificuldade avaliado para compilações e geração de source pré-compilado na plataforma como pela simplicidade de gestão (upgrade, downgrade e patching em geral).
Quanto ao GuiaFoca, este ainda é a melhor alternativa em documentação Gnu/Linux (falando de maneira geral), mas não atenha-se ao mesmo pois as distribuições estão mudando e agora parecem que estão tomando “independência” ou pensam em seguir assim, longe de padrões LSB.
Aprender sempre é bom, mas não atenha-se a distribuições muito individualistas, isto poderá complicar sua vida em um futuro muito próximo, principalmente no que tange ciclo de vida da versão do sistema ou até descontinuidade do projeto adotado por você ou por sua empresa (vide distribuições como Kurumin que tinham excelente iniciativa, mas que estão agonizado neste momento, Conectiva – adquirida pela Mandrake e outras).
As particularidades excessivas das distribuições estão levando as distribuições que adotam esta modalidade de negócio/serviço para uma ilha de destaque e talvez solidão.
Muito cuidado com sua escolha!
Abraços a todos e bom trabalho/estudo.
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Wednesday, February 18th, 2009
Se você recebeu a mensagem Error: Missing Dependency: xen-hypervisor-abi = 3.1 is needed by package xen ao tentar instalar o xen no Centos, Fedora ou Red hat, nada de pânico, a saída é entrar no /etc/yum.conf e comentar (colocar #) na linha:
#exclude=kernel*
Acabou a tristeza!
Tags: CentOs, fedora, red hat, Virtualização, vm, xen
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Monday, February 2nd, 2009
Esse termo Hello World é interessante, por que se observarmos o cidadão torna-se bem vindo ao mundo… rsrsrs, sem graça não é? Sim, mas faz sentido aqui em 2 situações:
Hello Nerd World and Hello Program World.
Seja bem vindo ao nosso site de How Tos e “contos de TI”.
Divirta-se ou aprenda algo interessante.
Prometemos How tos sobre Redes, PHP, Mysql, Postgres, Windows, BSD e Gnu/Linux, sem contar notícias sobre Apple, Sun, IBM e outros “monstrinhos” do mercado de TI, como Red Hat e a “pequenina” GOOGLE.
Obrigado por nos prestigiar.
Tags: 2003, 2008, apple, bsd, google, ibm, linux, mysql, php, postgres, red hat, redes, sun, troubleshooting, Windows
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